Termino de um Amor Proibido
“Se eu pudesse descrever a beleza e a quantidade de alegria que contém no coração de cada um de vocês e ainda pudesse quantificar a força e o amor que existe dentro dele... vocês diriam: o poeta exagera! Mas o Pai sabe exatamente o que digo.”
Tentar agradar a todos é um paradoxo, o mesmo que reclama quando ouvem umas verdades, odeia pessoas falsas.
Quando tenho uma escolha
a fazer, paro e reflito muito.
No momento da escolha,
a dúvida é um sinal que a sua
ideia ainda não amadureceu.
Não há hora certa ou errada.
Apenas faça-te pronto ao receber.
Tenho esperança
que a humanidade possa
um dia acreditar
e realizar seus sonhos
e aproveitar cada momento.
A vida é feita de momentos.
Vamos refletir, corrigir e agir.
É o que tem pra agora
e sempre será agora!
A vida tem sido um pouco dura com ela. Talvez queira ensiná- lá alguma coisa com tudo que vem passando. Ela não estava preparada para viver o que vem vivendo.
Ela tem moldado seu coração, para tentar suportar as avalaches que estão surgindo. Mais está ficando frágil, se sentindo incapaz. Deixando de acreditar que exista sim felicidade.
Que exista um coração que ainda lhe caiba.
UM ANJO DISSE...
“Que a esperança é o alimento da alma
que a paciência é a luz da vida
que ambas unidas
anulam o veneno do medo.”
Existe um mundo feito de primaveras e lantejoula
Existe o sangue que impulsiona a oxigenação
Existe o amor que é feito de VOCÊ
Fosse eu um poeta genuíno,
Da linhagem nobre dos versos,
Lhe teria escrito um hino,
Com algozes mais perversos.
Na espera dum sono denso,
Mero espectro d’escritor,
É o que sou ao bom senso,
Palavras cunhadas com a dor.
De espreita nesta mente,
É o descaso bem latente,
D'amizade outrora ardente,
Restou o veneno da serpente.
Não se vive um só momento,
Primo o simples e duradouro,
Não o encanto tremendo,
Dos abraços curtos de ouro.
Volte, felicidade!
Quem é você,
cuja sombra me encobre,
da face nada se vê,
a não ser um hino esnobe?
Fui eu quem te escrevi,
o vil detalhe esculpi,
vi, aos poucos, seu partir,
fugir,
sumir,
sem, ao menos, um sorrir.
Quem furtou o meu cinzéu?
Não achei mais minha pena,
sequer vi mais meu papel.
Inspiração saiu de cena.
Nomearam-lhe felicidade,
coisa estranha e abstrata,
de ti só restou saudade,
preciso ler minha errata.
Quem lhe espantou foi a verdade,
não combinou com minha idade,
a higidez da realidade,
desprezou a lealdade,
em algum beco da cidade.
Volte, felicidade.
No ponto
Isso é um conto?
Se não, existe um ponto?
Entre o acesso
e o excesso?
Tem desconto,
se passar do ponto?
Se ficar aquém,
sou ninguém?
A verdade dói,
corrói,
destrói,
e constrói.
Que verdade?
a minha?
a sua?
ou a da vaidade?
A da vaidade,
ilusória liberdade.
A que põe um ponto,
E não dá desconto.
Em cada um de nós existe o bem e o mau, espero que eu possa escolher ser mau apenas para fazer o bem.
