Termino de um Amor Proibido

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Às vezes caminhamos pela rua e vemos um rosto que parece familiar. Por alguns segundos, nossa mente tenta encontrar uma resposta. Já vimos aquela pessoa antes. Temos certeza disso. Mas de onde?


Então percebemos que o tempo passou.


Os cabelos mudaram. O rosto mudou. O corpo mudou. A forma de se vestir mudou. E, muitas vezes, até a expressão mudou. Aquela pessoa que um dia reconhecíamos instantaneamente agora parece uma estranha carregando apenas alguns traços de alguém que conhecemos no passado.


É curioso pensar nisso.


Passamos anos acreditando que conhecemos as pessoas, mas a verdade é que ninguém permanece exatamente igual. O tempo trabalha silenciosamente em todos nós. Ele modifica nossa aparência, nossos pensamentos, nossos sonhos, nossas crenças e até a maneira como enxergamos o mundo.


Talvez o mais impressionante seja perceber que isso não acontece apenas com os outros. Acontece conosco também.


A pessoa que fomos há dez anos não existe mais. Talvez nem a pessoa que éramos há dois anos exista. Continuamos carregando o mesmo nome, algumas lembranças e certas características, mas estamos em constante transformação. Somos versões temporárias de nós mesmos.


Por isso, às vezes, encontramos alguém que foi importante em determinado momento da vida e percebemos que já não sabemos mais quem aquela pessoa é. E ela também já não sabe quem nos tornamos.


Não existe necessariamente tristeza nisso. Existe apenas a realidade da existência humana.


A vida não foi feita para permanecer imóvel. Ela se movimenta. Ela muda cenários, muda caminhos, muda pessoas. Algumas permanecem próximas. Outras seguem por estradas completamente diferentes. E tudo isso faz parte do ciclo natural das coisas.


Talvez seja por isso que o autoconhecimento seja tão importante. Se o mundo muda, se as pessoas mudam e se as circunstâncias mudam, precisamos aprender a acompanhar nossas próprias transformações. Precisamos, de tempos em tempos, perguntar a nós mesmos quem estamos nos tornando.


Porque enquanto tentamos reconhecer os rostos que o tempo transformou, existe uma pergunta ainda mais profunda esperando por nós:


Será que reconhecemos a pessoa que vemos hoje no espelho?


A vida passa. Os anos passam. As pessoas passam. E talvez a verdadeira sabedoria não esteja em tentar impedir as mudanças, mas em aprender a crescer junto com elas, aceitando que tudo está em movimento e que é justamente essa impermanência que torna cada encontro, cada memória e cada fase da vida tão valiosos.

Tem um desejo meu que nunca te contei. Eu queria que a gente ficasse um minutinho só olhando um para o outro. Não porque está faltando amor, mas porque eu acho esse tipo de conexão muito bonito.

A cada dia, eu recupero um pedaço de mim.

Eu tinha tanta inocência.


E, não havia um instante, em que momentos ruins, me faziam entristecer por completo.

Perder um blog com uma década de história, e ficar totalmente resiliente com isso, é uma forma de renascimento.


Eu encontrei o meu lugar, e estou feliz.

Há um dia na vida, que a vida vai te pregar peças.... E, você vai precisar ter muita resiliência para não desistir. Por isso, é importante sempre trabalhar a paz mental!! Ela nos salva de coisas absurdas da existência, nos piores momentos dela. Eu sou prova disso!


Morri, e renasci.


Sofrer um colapso séptico e sobreviver, é um milagre.


Passar por uma cirurgia de emergência, e depois mais outra, com sequelas terríveis no corpo, e estar de pé, me faz sentir que sou como um soldado na guerra, lutando até o último homem, mas nunca desistindo.


Restam as dores, mas cá estou eu.


Minha paz interior, está nas alturas!


Obrigada universo por tudo isso. Descobri que sou forte, sem nunca querer ter sido.

06:57 da manhã - 30 de outubro de 2025 sonhei outra vez...


Acabei de acordar, em meio á um Frenesi de um sonho muito real.


Eu estava me preparando com várias pessoas para ir para um retiro em uma chácara.


Quando cheguei nesse local, me deparei com ninguém mais e ninguém menos que a Eria... Mãe do "C".


Ela estava com um monte de bagagens e eu me surpreendi, porque quem também estava lá, era o "C". Ele estava de costas e não me viu.


Enquanto ele arrumava um monte de coisas, ele de repente olhou para trás e me me viu, começou a me olhar de forma doce, mas sem nenhum tipo de sentimento aparente.


A gente se dava aquela olhadinha inocente, com respeito aos nossos parceiros, sequer nos falamos, pois ambos éramos casados.


Creio que a sintonia do olhar, não passava de lembranças e gratidão.


Ele ia de um lado para o outro, e não deixava de me olhar, eu o olhava também, ele era aquele mesmo garoto da época em que a fantasia tomava conta.


Bom, de repente ele estava vestindo um short e por milésimos de segundos, ficou pelado na minha frente, e parou um pouco, enquanto pensava em alguma coisa, vestindo um short, eu não me senti constrangida e nem ele, foi algo comum.


Era como se dissesse "você lembra daquela noite?" Hahhahah


A expressão dele, era de vergonha ou expressão de quem poderia ter feito a coisa certa naquela noite. Em um passado muito distante.


Eu encontrei uma estátua de Santo Antônio no sonho, lembrei da minha avó e dizia para a estátua "Santo Antônio, o que está acontecendo, resolva o meu destino".


Porque lembrei da minha avó que sempre fazia isso hahahahah!!


Sonho maluco.


A nossa sincronia do olhar, era como se dissesse "ambos nos amamos, mas é tarde, estamos os dois casados, vamos seguir em frente".


Ele estava sozinho, pegou folga do trabalho no ex... Por isso, estava no mesmo retiro que eu.


Muitas bagagens que ele e a mãe estavam levando, tudo em sacos velhos. Parecia que passaria 1 ano inteiro!!


Ele ainda era o mesmo garoto pelo qual me apaixonei no passado.




Agora acordei e estou terminando de escrever esse sonho bem maluco. Hahahahah

05/08/2025 - Vários sonhos em uma única noite


Sonhei com a vizinha servindo um banquete para amigos e ela estava zangada porque eu sempre subia na parede para fazer alguma coisa e incomodava ela, enquanto segurava um ferrinho que tinha em um buraco.
Eu desejava a comida que ela estava servindo, eram muito gostosas.




Sonhei com a minha mãe muito brava, saindo com meu irmão para algum lugar mais ela não me chamava.




Sonhei que eu tinha um irmãozinho ruivo muito bonito e inteligente, ele tinha 2 anos e era professor de matemática, já se achava independente.
A gente saiu para uma feira, mostrei muitas coisas pra ele, principalmente um pão gigante que tinha por lá, mas a gente não havia levado dinheiro, então ele voltou pra pegar, e nessa volta ele se perdeu de mim, porque já se achava independente.
Eu comecei a procurar ele por todos os lados e não conseguia encontrar, comecei a perguntar as pessoas e elas me diziam que haviam visto ele passando e me mostrava a direção.
Eu saí chorando em busca de encontrar ele, ele era muito característico, então todos tinham visto ele passando, ele atravessou a cidade de uma ponta a outra sozinho.
Entrei por um lugar, onde só havia plantações e rochas enormes e lisas para escalar e chegar até a estradinha de chão, onde ele havia entrado.
Havia umas meninas lá, eu tentava escalar as rochas e não conseguia, tinha medo de cair, embora fossem bem empilhadas, eram muito lisas e íngremes.
Havia uma garota lá que se pôs a me ajudar.
Ela me mostrou que havia um arame liso, onde pessoas costumavam passar por baixo.
Eu fiquei feliz, e resolvi me abaixar para passar, enquanto ela levantava o arame.
Era um espaço bem estreito, mal daria para passar a cabeça, mas ela garantia que era por ali que todos passavam para chegar ao outro lado. Eu estava tentando passar, quando chegou duas garotas conhecidas minhas, uma delas estava muito sorridente e a outra estava indiferente comigo por algum motivo.
Não me olhava de forma alguma.
Enquanto a Valdelice estava muito sorridente, a Karlene estava praticamente irreconhecível, cheia de tatuagem, cabelo curto Channel e vestia umas roupas curtas que ela não costuma usar. Uma mistura de mulher da vida, com mulher de bandido da pesada.
Eu olhava para ela e me perguntava o que havia acontecido, por que ela tinha se tornado aquilo e porque ela não me olhava nos olhos ou sorria como sempre.
Eu fiquei triste e confusa, com a situação, enquanto a observava profundamente.
Ao mesmo tempo em que olhava para a estradinha de terra que havia acima daquelas rochas enormes e lisas, mas após o arame havia um lugar onde parecia ser plano e tinha grama, se eu conseguisse passar, eu iria conseguir andar em terra plana.
Eu me perguntava o que o meu irmão havia ido fazer ali e se eu iria encontrar ele naquele lugar inóspito e isolado.
Eu temia por ele já está muito longe.
Então acordei e estou aqui escrevendo.

04:22 04/08/2025 Acabei de ver a minha mãe sozinha em um caixão...


Acabei de acordar, eu acordei após em um milésimo de segundos chegar em um velório onde não havia ninguém além de mim e um outro homem responsável pelo velório, acredito eu. Eu cheguei próximo ao caixão e vi a minha mãe, ela tinha algodão no nariz e na sua boca havia esparadrapos, seus olhos estavam cerrados. Ela vestia um vestido vermelho marsala, que ela tinha. Ela estava serena. Não havia flores, nem um paninho cobrindo ela, dentro do caixão.
Enquanto eu me aproximava do caixão bem devagar e com olhar observador, um homem me olhava, enquanto levantava a cabeça dela do caixão após retirar o algodão do nariz dela e o esparadrapo da boca dela e me mostrava o rosto dela.
Eu apenas falei: "ainda bem que você colocou algodão e esparadrapo na boca dela, é bom que não vaza líquido." Ele me olhava seriamente, era como se ele quisesse que eu gravasse bem o rosto dela morta, ele segurava com carinho. Eu apenas olhei e não senti nenhum tipo de sentimento, além de entender que ela havia morrido em plena solidão, porque o velório estava emanando um vazio existencial absurdo. Nem mesmo chorei. Mas, no velório, não havia ninguém mais além de mim, além daquele senhor de pele escura e cabelo duro e grisalho.
Estou aqui bem confusa. Será que ela está morta? Não tenho mais notícias dela, faz algum tempo... Será que ela morreu agora mesmo, por isso vi em sonho? Será que ela já morreu em outro dia e agora que vi? Não sei. Só sei que as escolhas dela, levou ela para distante de mim e dos meus irmãos. Se tiver realmente acontecido, que ela finalmente possa descansar em paz. Agora, sinto um enorme pesar. Não é algo fácil de lidar. Ela foi embora sem se despedir de mim, literalmente, mas se tiver acontecido dela ter ido para outra dimensão. Pelo menos consegui ver o seu rosto sereno pela última vez.




Edit: Ela está vivíssima 15 de março de 2026

Ela só queria um abraço, em meio a melancolia que emanava em seu semblante.


Então, eu a abracei.

11:55 23 de junho de 2025


"Hoje, pela madrugada, tive um sonho, mas parecia muito real.


Enquanto eu dormia, vi uma mulher chegando, como se tivesse saído de um portal dentro da minha casa. Ela ria muito e tinha um semblante de muita felicidade. Estava vestida de branco, com roupas que iam até os pés. Vi o rosto dela nitidamente: tinha cabelos pretos longos e a pele branca como a neve.


Ela caminhou até perto da minha cabeça, sem me olhar. Na minha visão, dentro do sonho, havia uma banqueta, e ela se sentou bem na altura da minha cabeça. Baixou a cabeça enquanto sorria e anotava alguma coisa em um caderno. Ela falava, mas eu não conseguia entender o que dizia.


Eu a observava, e acho que era a minha alma quem via, porque meu corpo dormia, mas eu via tudo com clareza.
De repente, ela me olhou, surpresa, e perguntou:
“Você consegue me ouvir?”
Como se aquilo não fosse para acontecer, como se eu não devesse conseguir vê-la ou ouvi-la.


Tentei responder: “Sim, eu consigo ouvir você”,
mas só consegui balbuciar… e então, despertei."

10:40 domingo 22 de junho de 2025


Sonhei hoje á noite com um cortejo, era de pessoas muito ricas, carros luxuosos algo assim, eu tentava identificar quem passava, mas eu não sabia quem era, só sei que alguém muito importante.
Eu e meu marido, estávamos dentro de um cemitério assistindo esse cortejo passar lá fora e eu me virava para ele, enquanto o abraçava, chorava e dizia "e quando for a gente amor?" Nós dois nos abraçamos e choramos, eu acordei






No dia 24 de junho do ano passado, eu tive um sonho, estava eu no banco de espera de um hospital, ao meu lado esquerdo estava uma mulher estranha sentada, eu não a conhecia. Eu perguntava para ela sobre a prima do meu marido que estava de frente para nós, me olhando fixamente, com o lado direito do rosto todo vermelho de uma mancha que parecia câncer. Ela me encarava bem séria.( Ela já é falecida há algum tempo, antes mesmo desse sonho) Ao meu lado direito eu virei o rosto e vi meu irmão mais velho, me olhando com uma cara de muita tristeza, enquanto a pergunta era o seguinte "É verdade que fulana está internada e só tem mais um ano de vida?" A mulher estranha ao meu lado respondeu"sim". Então, eu acordei.

05:20 da manhã de domingo - dia 02/02/2025


Sonhei com um ex prefeito segurando na minha mão e ele estava querendo casar comigo, algo assim! Mas, ele já tinha mulher e filhos.
Ele queria um caso comigo, era o que dava para entender!
Perguntava para ele como funcionava a corrupção de lavagem de dinheiro, ele não respondia, se mantinha em silêncio.
Depois falei sobre a água amarga da torneira para que ele tomasse providências, porque estava contaminada.
Ele somente segurava as minhas mãos e me olhava como um apaixonado, eu não era mais uma blogueira famosa na cidade, quando ele me cutucava no Facebook.
Eu havia mudado e estava diferente, era como se ele sempre tivesse sido apaixonado por mim, mas eu não queria nada, porque éramos os dois comprometidos na atualidade.


Sonhei com a minha amiga glória, mandando áudio, dizendo que a mãe dela havia morrido, mas era como se eu tivesse ouvido um áudio várias vezes e estava ouvindo algo parecido achando que era isso, porque vi ela de perto e a mãe dela estava atrás dela, eu fiquei confusa, tentando saber se era aquilo que ela havia falado mesmo ou era uma pessoa parecida com a mãe dela.
Ela no sonho, tinha um filho de dois meses e um marido.
Ela mandou áudio falando que foi a escolha de Deus e ela estava conformada com a partida da mãe dela.
Ela é filha única e eu estava preocupada com o estado dela, até saber que ela já tinha uma família.
Também eu estava tentando falar pra ela, que a minha avó havia morrido.


Eu sonhei também atravessando uma ponte de madeira com a minha mãe, nós conseguimos atravessar, mas ao passar tivemos medo, eu sentia muito medo das madeiras quebrar, depois ela me aconselhava a casar com o ex prefeito, porém eu não quis, porque ele já tinha família e eu dizia que também era casada e se fosse em outro tempo sim, mas se ele não tivesse mulher, e nem eu esposo, eu falava rindo no sonho brincando imaginando Deus falando comigo assim "e você fala isso, sem se importar com os sentimentos do seu marido" eu me sentia bem porque não queria aquilo pra mim, era somente uma hipótese do momento.

08:37 11 de março de 2025 Sonhei com Riviera




Sonhei que estava nos Estados Unidos, um guia me dizia que era de Minas gerais, já estava lá há dois anos. Eu estava em um acampamento com muitas pessoas, havia um campo cheio de macieiras maduras e semi verdes, pés de cacau enormes e muito bonitos, eu pedi para pegar uma maçã que estava baixinha, mas uma das 3 moças que ficava no comando lá, ela disse que não podia. Em seguida alguém chegou com um molho de alho de umbanda e jogou nela, mas pegou em mim também, fedeu muito e fui me lavar, acordei com um nome Riviera na mente e parece que depois de lá eu iria para esse lugar.

⁠Até os mesmos tiranos se espantavam com a forma como os homens podem suportar um homem que lhes faz mal; utilizavam por isso o disfarce da religião e, se possível, tomavam o aspecto de certas divindades, disso se servindo para proteger a má vida que levavam.

⁠Quando vejo uma grande construção eu sei que é um projeto do ser humano, projeto do Sapiens, mas à noite quando olho para o firmamento e vejo um céu estrelado, aí eu tenho certeza que é obra divina, obra de Deus.

Há uma satisfação profundamente saudável em saborear um fruto que nós mesmos plantamos, cultivamos e colhemos.

Não se garimpa a paz no caos do ruído; ela é um tesouro que só se revela no silêncio.

O ato de criar exige a alma de um poeta.

Todo ato de criação carrega a alma de um poeta, aquele que lapida o cotidiano e o transforma em verso, o comum em arte. Criar nada mais é do que poetizar o mundo.