Termino de um Amor Proibido

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Antes de ter filhos eu pensava que já havia amado alguém, depois de tê-los, descobri que nunca amei ninguém.

Eu senti sozinha...
Sem ti sozinha eu...

Prometo te arrancar os melhores sorrisos, fazer da sua noite , uma noite especial, ser sua melhor companhia, e te dar os melhores motivos pra ser feliz

⁠vida única vida

Vivi pra ter uma vida
Vida que não tive
Vida que não me quis

Vivi para sonhar com a vida
Sonho de vida que perdi

Mas quando a vida ressurge
A vida me trás a vida

Quando a vida é única
Ela transforma a vida
Em uma única vida.


Rogério Guilherme

⁠..Se não for recíproco, então não cultives.
...Se te faz sofrer, desistas.
Se perdes o sono, não é para você.
...És preciosa demais para mendigar afeto.

Eu estive ali o tempo todo, você fez meu coração morto ressurgir das cinzas e clamar por você. O meu corpo dava sinais quando estávamos próximos, mas eu não era suficiente, algum dia eu fui? No fundo eu sempre soube a resposta. As vezes quando me deito posso sentir seu cheiro, me lembro de como era tocar sua pele macia, um abraço desajeitado, tudo agora não passa de lembranças. Eu nunca poderei dizer que te perdi porque eu nunca cheguei a ter você.

⁠"Para Sheila, que me salvou de mim mesmo, várias vezes."

As vezes fazer demais por alguém que você ama te faz ser de menos para você mesma.

⁠

⁠RECOMEÇO

Não há tempo de suspirar saudade
Tenho muito à sentir, querer ainda
Prosas na ventura, quimera infinda
Pois, no amor eu tenho imensidade

Toda sensação é mais e bem vinda!
Em cada emoção uma sublimidade
Felicidade do coração com vontade
Há tanto afeto e tanta ternura linda

Já andejei em dezenas de direções
Tropiquei em vacilos e nos senões
Tive a solidão, e a lição da vaidade

E, agora com o sentimento consolado
Vivo o momento, não mais o passado
A saudade, decorrida, a deixo de lado!

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31, outubro, 2021, 08’40” – Araguari, MG

⁠O Poema da Noite

Hoje foi aquele dia,
Que me levantei,
E me senti bem,
Em uma solitude,

Fiz exercícios fisicos,
Mentais,
Musicais,
Até ficar exausto,

Lembrei de você,
Mas um sentimento de longitude,
Algo improvável,
Algo que não ilude.

⁠pouquíssimos momentos me fizeram sorrir
você me mostrou isso.

⁠ESTRELAS

Meu bem
Eu te levei às estrelas,
Te dei minha constelação,
Fomos de Rio a mar,
De inverno a verão.

Meu bem,
Nós tivemos as estrelas,
Foi nosso maior troféu,
Fomos do outono a primavera,
Fomos do inferno ao céu.

Meu bem,
Você me deu as estrelas,
Foi o teu maior presente,
E em meio a esse universo
Eu caí, inocentemente.

⁠” Somos versões inimagináveis de nós mesmo, complexas; vivendo paralelamente à realidade do agora. As confusões mentais são o grito de muitos “eus” dentro de uma pessoa só.”

⁠E eu, era Navio

Te amei por 3 outonos, 3 invernos, 3 verões e 3 primaveras, te amei pelo que você foi, talvez pelo que você é, te amei pois se preocupou comigo, pois quis cuidar de mim, pois quando me abraçou senti todo o meu mundo aconchegado, te amei pois com você me abria como pra ninguém antes. Te amei porque você era porto seguro, onde podia amarrar meu barco e ficar por anos. Mas dentro de um mês você soltou minha corda, minha amarra, que estava larga para não machucar, e eu continuei ali, boiando, por mais doze. Estava solta, mas não queria estar. Permaneci ali por mais dois longos invernos, foram frios, pouco quentes, algumas pessoas tentaram me levar, mas eu não quis ir. Nada mais fazia sentido, estava em ápice de explosão, ia morrer ali na beirada do seu porto que não era mais abrigo, não era mais morada. Aproveitei o ápice pra me empurrar, e a correnteza fez todo trabalho de me levar para longe, quanto mais ia, menos via você, e mais sentia tristeza, saudade, até que não vi mais, não senti mais, estava a deriva no meio do mar, mas estava tudo bem.

Certo dia um remo bateu em meu barco, ele tinha seu nome, lembrei de você, do nosso breve nós, mas esqueci todo o resto. Podia ter deixado o remo ali, não precisava pega-lo, estava indo com a correnteza. Mas peguei, peguei e todo sentimento que havia em mim explodiu em fervura, peguei e remei direto até você, seu porto. Quando o vi não entendi nada, estava todo abandonado, caindo aos pedaços, não tinha ninguém ali, ninguém estava cuidando daquele porto, prendi meu barco e subi, então o arrumei, cada pedaço de madeira que faltava, todas as teias, varri, pintei, deixei ele lindo, e sentei na beirada com o remo na mão, esperando pra te contar que o mar me trouxe de volta, que agora talvez fizesse sentido. Esperei um tempo, mas você nunca apareceu.

Demorou, demorou bastante pre'u perceber, que todo esse tempo o porto era meu, você me visitou por um mês e não quis ficar. Talvez você não tenha gostado dele, talvez ele tenha sido suficiente por pouco tempo, talvez muitas coisas.. Mas o porto sempre foi meu, as vezes bagunçado, as vezes organizado, as vezes cheio, as vezes vazio, mas ainda assim, meu.

⁠Palavras do coração
A distância ficou…
Mas nada mudou dentro de mim!
Ainda vou te carregar por estradas abertas,
Na esperança de um dia poder
Novamente tocar seus pequenos lábios vermelhos,
Com os meus…
Você sempre vem assim e invade o meu coração,
Com essa saudade inexplicável que ficou…
Saudades dos teus beijos, teus abraços e do som dos teus lábios que tanto me fez conhecer
Os céus…
E por mais que eu tente,
Mas essa saudade aperta com o desejo,
De te amar por mais
Uma vez, branquinha.

⁠Deixou de ser quente, como a gente


"Me dou melhor sozinho",
Quem me dera fosse verdade,
Daquele feroz espinho
Sinto tamanha saudade.

Preso num dilema complexo,
Nossa amizade é tão sem sal.
Pensamentos sem nexo,
Porque amar quem me faz tão mal?

Eu cansei de ser gentil,
Esse mundo não me merece.
Inevitável, infantil,
Minha sanidade apodrece.

Quão incoerente,
De um dia pro outro me tornei insuficiente.
Chega a ser surpreendente,
Hoje tão frio, ontem tão quente.

Erro em pensar nunca mais estar contente?
Tal ilusão se deu por atraente.
Era uma vez um garoto insolente
Que se entregou ao olhar de uma garota sorridente.
Hoje no escuro, ontem reluzente.

⁠Sou meio caminho andado.
A outra metade eu perdi quando entrei na tua rota.

⁠"gostei?"

Não gostei,
ou será que só não quero que saibas que gosto...
Não quero que saibas o quanto te quero,
O quanto te amo.

Mas porquê?
Porque tenho medo de que me deixes se descobrires...
Se descobrires o quão profundo é este mar...
Este mar em que me afogo,
É um mar que me consome de tanto desejo, de tanta sede
Tenho sede de alma,
Não fome de beijos!
E porque ainda não te bebi?
Porque não quero que saibas o quão grande é a minha sede
O quão seco está o meu coração,
Que secou após tanto me esforçar por coisas,
Que não me levaram a lado algum.

Tu és o meu caminho para casa,
És o calor do meu verão,
És a mais quente brasa no inverno,
És o mapa do tesouro que daria a vida
És a água do meu mar,
Tu, és a minha alegria.

És um mapa quando estou perdida,
És a luz da minha escuridão,
És quem me dá a mão quando preciso,
Quem me dá o ar, mas me deixa sem fôlego

Tu podes não ser mais que os outros,
Mas és mais do que eu,
Sinto que não te mereço
E por isso tenho medo de amar-te
Não me quero permitir fazê-lo
Tenho medo de ser magoada, despedaçada, manipulada,
Mas quando te olhei nos olhos,
Percebi que nunca estivera tão despreocupada

⁠O bailar…
O som da sua respiração…
Que me tocava a alma
O toque musical encantava-me
O encanto despertava emoções
De te sentir em uma simples melodia
Te ouvir você a perder-se completamente em mim
O silêncio se manifestou
Na melodia da paixão,
Suavemente você,conseguiu me seduzir
Na mais linda canção

⁠Olhe pra dentro.
Sinta cada emoção.
Compreenda cada uma.

Então,
olhe para fora,
sinta o ar,
o mar e respire.

Veja o que cabe no seu coração,
E o que não cabe,
deixe simplesmente ir.

Agora, permita-se amar,
Ame profundamente.
Deixe, quando o amor transbordar, ame todos ao seu rodor.