Termino de um Amor Proibido
“Voraz e inquieta, a mais devastadora enfermidade, impassível de cura, quiçá suave alívio - o amor.”
“Em meus olhos estarrecidos, assisti a este amor adormecido que, abraçou-me à sinestesia e, deixou minh'alma ao crivo, desta fria e nada amável poesia.”
Estranho amor, alguns tapas "sem dor" (...) recordo-me ter visto ceando com sua primogênita, um filho, de mãe já combalida, cujas mãos, perdidas, buscavam parte do fruto dilacerado sobre a mesa (...) Estranhíssimo amor, não?
Não existiria "aquele amor de novela" se não houvesse uma primeira dor de cotovelo que acabou em tragédia!
CARTA ABERTA AO MEU PRIMEIRO AMOR
Meu amado,
Na tapeçaria da vida, tecida com os fios do tempo e da emoção, existe uma ligação profunda e indescritível que nos une. Enquanto navego pelos intrincados caminhos do meu coração, acho impossível ignorar a verdade avassaladora que floresceu dentro de mim.
A cada batida do meu coração, uma melodia ressoa, ecoando a doce sinfonia do meu afeto por ti. A tua presença é a brisa suave que agita as folhas da minha alma, e o teu riso é a mais doce sinfonia que toca nas câmaras do meu coração. Nos teus olhos, descubro galáxias de calor e compreensão, e no teu abraço, encontro consolo e perdão.
Confesso, com todas as fibras do meu ser, que estou profunda e inequivocamente apaixonado por ti. É um amor que transcende o comum, um amor que não conhece fronteiras, e um amor que dança com as estrelas na vasta extensão do universo; que rompe a curva das possibilidades e da compreensão humana.
Com esta declaração, ofereço-te não apenas as minhas palavras, mas a totalidade do meu ser, as minhas esperanças e os meus sonhos. Que este amor seja um farol que ilumine o nosso caminho nas noites mais escuras e uma fonte de alegria que ilumine até os nossos dias mais ensolarados.
Espero que essa declaração de amor seja o primeiro passo de firmamento para uma vida sólida ao seu lado, livre de qualquer dúvida ou mal que possa nos afligir.
Para sempre teu,
Beija-flor.
Meu amor rompeu a curva e mostrou ao mundo a genuína memória dos amantes desafortunados! Eu não vivo sem você, você vive sem mim.
Convenci-me pelos sonhos de amor que devaneei em seus braços, sabendo que seu coração já pertencia à outro(a); Já não há dor maior na pequenez do mundo!
