Termino de um Amor Proibido
Amor, mesmo quando teu sorriso se ergue como uma máscara para poupar corações queridos, ele continua a espelhar a força de tua alma; e não temas as lágrimas que lavam tuas angústias, pois é nelas que se revela a visão do coração, aquela que os olhos jamais alcançam.
E eu estarei sempre ao seu lado, sendo o porto e testemunha da tua beleza, mesmo na mais profunda tormenta.
Eles sabem tanto de amor, o amor tem dessas coisas, que é manter viva do lado de casa uma árvore venenosa que só quer acabar de viver.
Você
Quando meu sonho ...nunca foi teu...
Quando sem amor foste tão fria...
Quando te mostrei..o meu eu...
Quando..olháste só faltava o meu...
Quando te descobri...nada me
pertencia..era tudo seu...
Quando você errou no que prometeu...
Quando a minha luta..se perdeu...
Quando..o tempo ficou calado...
Quando você não se devolveu...
Quando...fiquei só..sem ler o que era teu...
Quando nos perdemos..com sol e não breu
Ambos soubémos o que se perdeu...
Você poderá não saber nada no que diz respeito ao amor próprio porque ainda não amou a si mesmo/a, mas já amou os outros. Isso é orgulho egoísta, nunca é amor próprio, o orgulho egoísta a psicanálise define como padrão de vida narcisista. O amor próprio é uma experiência espiritual!
"Silêncio que me fere, amor que me acende"
Calas-te, e teu silêncio tem o peso de mil oceanos. Não é um simples calar — é um eco surdo, uma ausência que grita mais alto que todas as palavras que um coração apaixonado já ousou dizer. Enquanto me calas, eu sangro. Enquanto te calas, eu me desfaço em lembranças. Porque o meu amor, quando te evoca, não fala em sussurros — ele ruge em lampejos de saudade que rasgam a escuridão do tempo.
Teu silêncio me atravessa como lâmina feita de distância. Meu amor clama com a urgência dos ventos que assolam os campos ressequidos da espera. Mas tu, amor, te escondes nas sombras das horas mudas, como se cada sílaba tua fosse um precipício — e o retorno, um risco que já não desejas correr. E eu — eu permaneço aqui, com a alma em carne viva, tocando a lembrança do teu riso como quem acende um fogo antigo que ainda arde em segredo.
Por que te calas, se meu coração fala em trovões? Em cada batida dele habita um poema teu — um vestígio do que fomos, uma promessa do que ainda poderíamos ser. Mas te calas. E, no teu silêncio, afundam-se todos os navios que um dia construí para chegar até ti. O amor não morreu — apenas ficou sem voz, como um pássaro que esqueceu o caminho de volta ao céu.
Eu grito. Com os olhos. Com as mãos. Com memórias. Meu amor grita — em versos, em delírios, em febres de saudade. E tu... calas. Como se não ouvisses. Como se o amor fosse um idioma que tua alma desaprendeu de falar. Mas eu sei: no fundo do teu silêncio ainda pulsa um eco do que fomos. E talvez, só talvez, teu calar seja medo. Medo de me ouvir — e descobrir que ainda sou tua.
Porque, quando o amor é verdade, ele não se extingue — apenas silencia para escutar o outro amar mais alto.
Quando lhes faltar inspiração para praticar o bem por Amor, que tenhas forças para praticar o bem por Dever...
O amor é como se jogar do alto de uma cachoeira de mãos dadas. Quanto mais fundo o casal cair, mais profundo será esse amor. E se for raso, mais curto ele será. O grande problema é que eu tenho medo da solidão e do desconhecido.
O caminho que escolhi trilhar vai me render bons frutos: amor, admiração, respeito, temperança e esperança.
O QUE É O AMOR PARA VOCÊS?
Para mim o amor é uma atitude.
Amar vai muito além de sentir, amar é agir, escolher cuidar, respeitar, perdoar,estar presente.
' PINTANDO NOSSA AQUARELA '
No amor, tu és a estrela que brilha
Que dentro de alma cintila
No âmago dos meus sonhos
És razão e fantasia
no jardim do meu coração
Mora uma grande paixão
Como as cores de um "arco-íris"
Onde floresce a flor mais bela
Assim como as flores de íris
Onde pinto todos os dias nosso amor,
Pintando nossa aquarela
Deixo minha declaração de amor
e na profundidade do explendor
és os dos versos que componho
a mais linda melodia
Meu sonho, razão fantasia
Minhas rimas, minhas poesias
Maria Francisca Leite
Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.619/98
' VENENO AO VENTO '
No amor fostes a flor
Que me embriagava
Com o teu perfume
A estrela que brilhava
Na minha vida o lume.
Largando forte ao vento
cheiro das folhas do absinto
Não sabia que era veneno
tomei por tanto tempo
Tinha gosto de vinho tinto
Mas tenho a luz mais forte,
Que brilha do sul ao norte,
Luz que não se apaga atoa;
Em versos, rimas e prosas,
No cheiro suave das rosas,
Canção que meu coração entoa
Você foi o grande amor
Que na vida já senti
Também foi o venenos
Que grandes doses bebi
Mas,Você não pôde prever
Que na fé força e coragem
Eu ia sobreviver
