Termino de um Amor Proibido
Aqueles que defendem o amor como salvação há de concordar que: O amor traz muito mais lagrimas que sorrisos.
Se vale a pena ou não é uma outra discussão, mas quanto as lagrimas não há o que discutir
Você, seus sentimentos, suas escolhas, seu amor, seu desejo, suas atitudes, suas palavras, seus receios, suas verdades e suas mentiras, tudo isso representa só cinqüenta por cento na equação do amor
Amor, o único sentimento que comigo, por você, segue derrubando o que for nas horas malditas... horas estas que nos revelam muito.
Jota Cê
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Sede pede água, fome pede comida. Nosso amor é o alimento completo pra essa nossa necessidade de mais. Misturas, sabores, improvisos... nossa rotina nunca foi de uma normalidade chata. A gente nunca dança a mesma música, e mesmo se dançássemos, os passos nunca seriam os mesmos. Ô meu fora do comum, nunca seríamos baratos, normais, pequenos, nunca mesmo. Seu brilho diferente e forte eu vi e senti de longe... me enfeitiçou, paralisou, pegou, ficou, apaixonou, amou. Tudo acelera quando você me quer, me sente, me venera e pra aguentar mesmo, só suspirando, respirando, dando uma parada nos dedos.
Jota Cê
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Ele têm palavras robustas, cheias de dobras e calóricas. Amor magro não tem vez, quando ele quer colocar o peso do que sentimos pra fora. Não tem como não amar esse homem compulsivamente.
Rebeca
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O amor verdadeiro, é que aquele que supera a distancia. Mesmo que os corpos não estejam perto, sempre existe uma conexão mental.
O que se quer da vida é amor.
E em vez de ficar cobrando que as pessoas o amem,
a primeira coisa que se precisa fazer é amar a si próprio.
A paz interior está diretamente ligada ao exercício do amor. Só o amor faz vibrar as fibras da alma e produz a sensação de paz e alegria.
Ao invés de defendermos o amor livre, expressão que dá lugar a muitas e diversas interpretações, deveríamos clamar pela liberdade de amar a tudo e a qualquer coisa.
Honestidade... sucumbiu-se em meia tanta desigualdade,
andamos na contramão do amor e respeito por nós mesmos,
radicalizamos os conceitos e nos perdemos... usamos
mascaras sobre carcaças que se deterioram com o passar do tempo
ostentamos a matéria, e nos esquecemos que a mesma
não nos pertence.Nossa contemporaneidade se edificam em mesquinhos
ideais... estamos nos matando...irmãos, irmãs, estamos no começo do fim...
amarramos nossas vidas, ao nosso algoz... nós mesmos...
