Ter Fe e ver Coragem no Amor Los Hermanos
Ser o problema, o tropeço, o peso,
um fardo que arrasta até quem amo,
um erro que insiste em nascer de novo,
mesmo quando só quero ser abrigo.
Carrego no peito a culpa que arde,
eco de falhas que não consigo calar,
me vejo espelho de feridas antigas,
quando só queria aprender a acertar.
E dói dói como lâmina escondida,
como cicatriz que nunca fecha,
machuca ser a sombra na vida
de quem eu queria ser luz e festa.
Mas talvez, nesse quebrar constante,
haja um pedido que o coração esquece:
não é no perfeito que mora o amor,
mas no querer, apesar do erro, ser melhor.
Lembrem-se, nas transformações é o interior que conta. Mas é o exterior que os outros veem primeiro.
Minha mãe rala muito para me dar todas as oportunidades do mundo, e eu tenho medo de não conseguir compensar o esforço dela.
Eu falo muito aqui sobre automelhoria. Os seus looks, a sua atitude. Mas estou começando a pensar que as pessoas que te rodeiam são mais importantes.
Se alguém já quis você, mas não te amou,
Se alguém te perdoou, mas não esqueceu,
Se alguém te fez sofrer e não se importou,
Essa pessoa nunca te amou.
Quem se julga importante tem de ler aquelas placas no cemitério, de gente muito importante, e que já ninguém se lembra delas. Nós somos circunstanciais.
Eles me ensinaram que nenhum homem poderia se tornar seu líder, a não ser que comesse a mesma comida, vestisse as mesmas roupas, vivesse da mesma forma que eles e, ainda assim, parecesse ser melhor.
Somos incapazes de enjoar de pessoas que nos fazem feliz. Se você afasta de uma pessoa que te faz feliz pelo simples fato de ter enjoado dela você vive uma ilusão.
É difícil ficar quieto quando tudo está sendo feito errado, mas, quanto menos você perder a paciência, maior será sua vantagem. Além disso, você não irá enlouquecer.
Precisamos aprender e também ensinar às pessoas em desespero que a rigor nunca e jamais importa o que nós ainda temos a esperar da vida, mas sim exclusivamente o que a vida espera de nós.
A logoterapia baseia a sua técnica na denominada "intenção paradoxal", no fato duplode que o medo produz aquilo de que temos medo e de que a intenção excessivaimpossibilita o que desejamos.
Murdock — Ninguém mais tem que morrer. Você pode parar agora e desistir.
Castle — Desistir? Faria isso? Você desiste? Eu acho que quem eu mato, merece morrer.
Murdock — Você deixou homens pendurados em ganchos!
Castle — Na minha opinião, aquilo foi pouco.
Murdock — Você atirou em um hospital!
Castle — Só ficaram feridos, os que mereceram.
Murdock — E como vai ser no dia que você merecer?
Castle — Pois fique sabem que é melhor eles não errarem. Eu acho que esse mundo precisa de pessoas dispostas a tomar decisões difíceis.
Murdock — Isso é um monte de besteira...
Castle — Eu só faço aquilo que você não consegue. Você bate e eles levantam. Eu bato e eles ficam no chão pra sempre. Eu garanto que eles não retornem para a rua e me orgulho disso. Faço por questão de necessidade.
Murdock — Você anda por aí como se a cidade fosse seu estande de tiros.
Castle — E você faz o que? Acha que estamos em um parque infantil, joga os errados na cadeia e todo mundo te chama de herói? Aí um mês, uma semana, um dia depois eles estão nas ruas fazendo as mesmas merdas?
Murdock — Aí você simplesmente manda eles para o necrotério?
Castle — Pode apostar que mando.
