Frases com ter
Abrir mão da paz que você tem vivendo sozinho, tem que ser por alguém que lhe faça ter algo surreal.
Viva aquilo que lhe trás leveza... 🤍
Passamos tanto tempo vivendo como se a vida fosse infinita, que morremos sem ter vivido quase nada.
Adiamo-nos.
Depois viajamos, depois amamos, depois perdoamos, depois dizemos o que sentimos, depois fazemos aquilo que realmente desejamos.
E, enquanto esperamos pelo momento certo, a vida vai acontecendo sem pedir licença — silenciosa, irreversível, indiferente aos nossos planos.
Talvez o maior engano não seja acreditar que nunca vamos morrer, mas agir como se ainda tivéssemos tempo para tudo.
Como se houvesse uma reserva infinita de amanhãs, abraços, conversas, encontros e recomeços esperando por nós.
Passamos anos acumulando coisas e adiando experiências; preocupados em garantir o futuro, esquecemos de habitar o presente.
Construímos agendas tão cheias que já não sabemos onde colocar a própria vida.
E o tempo, que parecia tão abundante, começa a revelar sua verdadeira face: ele não guarda nada.
Cada dia que passa não fica à nossa espera.
Vai embora.
Talvez viver seja, antes de tudo, compreender que não precisamos esperar algo de extraordinário para perceber o valor de um dia comum.
Há uma urgência muito discreta em estar vivo.
Urgência de olhar demoradamente para quem amamos, de dizer aquilo que sentimos, de rir sem culpa, de abandonar algumas prisões, de fazer as pazes com o que não podemos mudar.
Porque, no fim, ninguém lamenta ter vivido demais.
O que pesa é descobrir que poderia ter vivido mais — não necessariamente mais anos, mas mais presença nos anos tidos.
A morte não é apenas o fim da vida.
Às vezes, ela é também o resultado de uma vida que foi sendo adiada até que já não houvesse mais o que adiar.
Por isso, talvez a pergunta mais importante não seja quanto tempo ainda temos, mas o que estamos fazendo com o tempo que já nos foi dado.
A vida pode não ser infinita.
Mas pode ser inteira.
E talvez isso seja o suficiente.
Sentia a necessidade de ter atenção, com o tempo e refletindo percebi, que a necessidade que tenho é de ser a minha melhor companhia.
E aqui chegamos hoje.
Porque chegará o dia em que "Ser" será mais valioso que "Ter", e, neste dia, o mundo descobrirá o verdadeiro significado da Vida!
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sonia solange da silveira ssolsevilha poetisa do cerrado
Nada, nem ninguém poderá TER, por muito tempo.
Enquanto não perder tudo..
para renascer...
e
SER.
E não "será", apenas,
se não dispertar a
consciência
sem passar pela dor.
Você fará de tudo tentando, chegando aos limites do absurdo para evitar enfrentar a sua própria alma..!
Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por passar consciente pela escuridão.
Terá que ter um desejo, muito grande de acordar, de se levantar e acreditar muito.
Significa..muita fé,
no invisível.
Copyright, direitos autorais
Todos os direitos reservados a
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
E aqui chegamos hoje.
Porque chegará o dia em que "Ser" será mais valioso que "Ter", e, neste dia, o mundo descobrirá o verdadeiro significado da Vida!
Copyright, direitos autorais
Todos os direitos reservados a
Sonia Solange da Silveira
Ssolsevilha
Poetisa do cerrado
Não aguento mais o vento ter que provar que é vento.
Não está vendo? Escolhe ser furacão, devastando todas, depois fica neste vazio, nunca satisfeito.
As devastadas não ficam, não tem raiz forte, preferem o adubo caro, e na verdade na verdade, são tão espinhosas, moldadas para o prazer, não sabe o que é amor, só fala do prazer.
O vento vendaval, é tão superficial, toca tanto terror, a quantidade de plantinhas que ele derruba têm mais valor
Olha aí, pelo menos no seu caderninho, você vai ter quantidade de histórias pra contar.
"Tente ser discreto, mas permita-se pensar alto. Apesar de o mundo ter mudado, calar-se nunca será a solução."
Ele disse, e disso eu nunca me esqueci, que quem tem amigos tem todo o resto que merece ter, o que pude comprovar em muitas ocasiões.
A classe política brasileira arruinou o que poderia ter sido uma das maiores nações da história. Desde o golpe que instaurou a República e exilou a monarquia, só conhecemos corrupção, ladrões no poder e um povo pagando a conta de tiranos parasitas.
Viver no Brasil é cansativo. A pior notícia é sempre a próxima; ter esperança de que as coisas mudem parece quase uma fragilidade, de quem ainda tenta resistir.
Não podemos ter medo de buscar a verdade. Às vezes, a gente não quer enxergá-la por convicção, para não ferir o próprio orgulho ou para não se decepcionar. É aí que nasce e se enraíza a burrice.
Ter consciência para a excelência é a capacidade de perceber o impacto de suas ações, sair do comportamento automático e escolher intencionalmente fazer o melhor.
Quando o interlocutor já não consegue esperar o outro concluir uma frase, ambos podem não ter mais assunto relevante para tratar.
Há um momento em que a pressa de responder mata a dignidade do diálogo.
Não se trata apenas de interrupção, mas de algo mais profundo: a incapacidade de escutar até o fim revela, muitas vezes, que já não se busca compreender — apenas reagir.
E quando a reação toma o lugar da escuta, a conversa deixa de ser encontro e passa a ser disputa de egos, vaidades e certezas apressadas.
Esperar o outro concluir é muito mais do que um gesto de educação; é uma demonstração de respeito pela existência de um pensamento que não nos pertence.
Quem atropela a fala alheia quase sempre não está interessado no que será dito, mas em encaixar, quanto antes, a própria ansiedade dentro do debate.
Nesse cenário, a palavra deixa de construir pontes e passa a servir apenas como arma de ocupação de espaço.
Talvez por isso tantas conversas hoje se esgotem sem produzir nenhuma verdade, qualquer aprendizado ou qualquer aproximação.
Fala-se muito, escuta-se muito pouco, e compreende-se muito menos ainda.
O barulho da impaciência transforma qualquer troca em ruído, e o ruído, por sua vez, tem o péssimo hábito de se fantasiar de profundidade.
Mas não há profundidade alguma onde ninguém desce até o fim do que o outro quer dizer.
Há diálogos que terminam antes mesmo de acabarem.
Permanecem em curso apenas na aparência, sustentados por interrupções, suposições e respostas fabricadas antes da hora.
Quando isso acontece, talvez já não exista ali assunto relevante, porque a relevância de uma conversa não nasce apenas do tema, mas da disposição mútua de tratá-lo com presença, atenção e maturidade.
No fim, conversar de verdade exige uma virtude cada vez mais rara: suportar o tempo do outro.
Porque escutar até o fim é reconhecer que nem tudo gira ao redor da nossa urgência.
E onde essa humildade desaparece, a fala pode até continuar — mas o diálogo, esse já se retirou há muito tempo.
