Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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"Em um passado não muito distante, a seca era o Tifão do sertão. Hoje, o Tifão maior do Sertão Nordestino é a droga."

"O universo é um espelho daquilo que carregamos na alma. Diante do abismo, você escolhe ser luz ou tempestade? O mundo exterior não cria a sua realidade; ele apenas devolve o reflexo da sua frequência interna. No silêncio das grandes crises, a sua reação é a sua verdadeira assinatura."

O universo é um espelho daquilo que carregamos na alma. Diante do abismo, você escolhe ser luz ou tempestade?

Num mundo onde o egoísmo usa sua coroa, prefiro ser apenas um humilde altruísta que enxerga graça na generosidade. LGBS

O líder deixa de ser apenas um solucionador de problemas isolados e passa a ser um desenvolvedor de pessoas e sistemas capazes de aprender, evoluir e gerar valor.

⁠Um relacionamento não deve ser jamais um alçapão, onde você mantém em cativeiro a pessoa que diz que ama. As pessoas devem parar de verem as outras como objeto, não sabendo reagir quando o parceiro quer seguir em frente, uma relação saudável não é aquela debandada e sem limites, mas aquela que em todos os sentimentos e lembranças você sentiu o sabor da liberdade mesmo sabendo que estava intimamente ligado a alguém.

Ser jovem é uma coisa, ser velho é outra coisa

A juventude é um estado de espírito, a velhice é um estado físico

Quando a solidão se torna previsível para uma máquina, ela deixa de ser apenas um sentimento e passa a ser também um dado.

O menor virá a ser mil, e o mínimo, um povo grandíssimo. Eu, o Senhor, a seu tempo o farei prontamente.

Bíblia Sagrada
Isaías 60:22.

A morte de um ser humano, por principio moral da vida, nunca deve ser celebrada. Muitas das vezes, em nome da justiça e da humanidade, ela pode até ser necessária mas nunca deve ser festejada. Afinal todos que estão devidamente ou indevidamente nesta dimensão, por vida estão aqui para evoluir e se transformarem mas se não evoluem, prestaram contas da desobediência ao Altíssimo, o infinito Criador.

Pela Lei da Vida, não pode haver julgamentos e nem sentenças quando se é verdadeiro. Cada um ser que possui a pureza de espirito para ser e viver como é independente dos valores e regras manipuladas pelos poderes da sociedade, não precisa de perdão pois já vive em si o sagrado todos os dias. Infelizes dos que se escravizam por presságios e fetiches que entorpecem cada vez mais a doce e natural realidade de viver como se é.

Todo ser humano tem um instinto de eternidade, por isso, o seu desejo de encontrar o sentido da vida aponta para Jesus.


Jesus é a ponte para a reconciliação do homem com Deus, levando-o a viver eternamente com o Pai.

É que às vezes
eu queria ser um extraterrestre...


um ser de um planeta qualquer
bem distante desse mundo...


Assim evitaria todo o tipo
de contato imediato, em qualquer grau,
com os seres humanos...


É que às vezes penso em vestir
a pele do cosmos
em descolar minha matéria humana
deste mapa de feridas sangrentas
que é esse mundo ...


Ser um outro ser... um corpo
que não lembra nome,
um orbitante do silêncio
num planeta bem distante...


Fugiria dos olhares semi mortos
que sondam curiosos a vida
e das mãos que gesticulam
como fósseis dum viver morto...


Evitaria todo contato imediato,
qualquer grau de toque
que cole sangue nas cinzas ...


Preferiria a gravidade de um mundo
sem lembranças humanas,
onde ninguém me peça
rendição nem desculpas...


Às vezes sonho ser de outro céu,
uma estrangeira de estrelas longínquas,
um ser de um planeta bem distante...


Longe, o tempo seria mais gentil,
e os gestos, silenciosos
como constelações....


E eu, poupada do contato imediato
da falsidade e futilidade
de tudo que pede
ou arranca pedaços meus ...


vivendo apenas a minha inteireza
na suave distância
entre o meu respirar poesia
e o infinito...


✍©️ @MiriamDaCosta

Pode ser que em um futuro próximo
(bem próximo!!!)...
as pessoas que depredam
a Mãe Natureza
venham a ser depredadas por ELA...


✍©️@MiriamDaCosta
@miriamdacostamiry

A sua grandeza machuca os maldosos justamente porque nasceu de um coração que nunca deixou de ser humilde.

Vivemos um tempo em que a privacidade deixou de ser um direito silencioso para tornar-se um território constantemente tensionado.


A entrada definitiva na era digital,
e-mails, redes sociais, smartphones,
inaugurou uma nova forma de exposição: voluntária, muitas vezes; inevitável, quase sempre.


Hoje, a vigilância já não se limita a câmeras fixas nas esquinas.
Ela veste óculos, repousa em relógios de pulso, habita acessórios discretos e tecidos inteligentes.


A tecnologia, que prometia praticidade e conexão, também carrega a possibilidade permanente de registro, captura e difusão da nossa imagem, às vezes sem consentimento, quase sempre sem controle real.


Ninguém está integralmente protegido.
Mesmo os mais prudentes deixam rastros. Dados circulam, imagens são armazenadas, algoritmos nos interpretam.


Somos observados não apenas por olhos humanos, mas por sistemas que analisam comportamentos, preferências e rotinas.
A exposição tornou-se condição quase estrutural da vida contemporânea.


Até que ponto é possível conviver com essa presença constante de “olhos invisíveis”?
Devemos responder com medo?
Ou com cautela consciente?


A linha entre prudência e paranoia é delicada. Blindar-se completamente significaria abdicar da vida social e das facilidades do mundo moderno.
Ignorar os riscos, por outro lado, é uma ingenuidade perigosa.


Alguns vislumbram no retorno a um estilo de vida mais simples, menos conectado, mais rural, menos dependente de dispositivos inteligentes, uma tentativa de reconquistar espaços de silêncio e resguardar a intimidade.


No entanto, mesmo o afastamento físico não garante invisibilidade total em uma sociedade interligada por redes e sistemas globais.
Talvez o desafio do nosso tempo não seja escapar completamente da vigilância, o que parece cada vez menos viável, mas aprender a conviver com ela de forma crítica, exigindo regulamentação ética, proteção jurídica efetiva e responsabilidade das empresas e do Estado.


A tecnologia não é, em si, inimiga; o problema reside na ausência de limites claros e no uso indiscriminado de seus recursos.


Viver neste século é, de certo modo, sobreviver às pressões e aos riscos que acompanham o progresso.
O avanço tecnológico amplia horizontes, mas também estreita zonas de intimidade.


Cabe à sociedade decidir se deseja apenas adaptar-se ou se pretende estabelecer fronteiras que preservem a dignidade humana.


A privacidade talvez nunca mais seja absoluta. Mas ainda pode, e deve, ser defendida como um valor essencial do indivíduo.
✍©️@MiriamDaCosta

Ser
tem um valor elevadíssimo
e cobra um preço
que não se parcela,
não se negocia,
não se adia.


Ser exige sangue, suor,
pele, carne, coragem,
determinação, resiliência
e a renúncia dolorosa
de todas as máscaras confortáveis.


E a maioria dos “eus”
que transitam
nesse mundo apressado e raso
prefere o disfarce, a superfície,
o aplauso fácil e estantâneo
do não-ser.


Porque não possuem crédito,
nem lastro,
nem a ousadia necessária
para sustentar o peso
de existir em verdade.


Então vivem…
mas não são.
✍@MiriamDaCosta

Ode ao Voluntário


Ser voluntário é doar ao próximo necessitado um pouco do que se tem e do que se é.
E, com essa doação, enriquecer-se imensamente.


Ser voluntário é estender a mão sem esperar retorno,
é oferecer tempo, sorriso, escuta e abraço.
É transformar pouco em muito,
é ser ponte, ser abrigo, ser esperança.


Ser voluntário é acreditar que o mundo pode ser melhor
e começar essa mudança por um gesto.


A todos os voluntários, minha reverência.
✍@MiriamDaCosta

Um lutador deve ser o Homem mais respeitado do Mundo, pois ele realmente morrerá, se for preciso, pelo que acredita.

O valor de um ser humano se mede pela forma como ele trata quem está lutando para subir, e não pela quantidade de golpes que consegue desferir contra os humildes.