Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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Deus não é um governante que distribui castigos, mas uma presença que sustenta a vida, uma força de amor que habita todos os seres. Nessa perspectiva, o mal não nasce de Deus, mas das escolhas humanas, da ignorância, da violência, da ganância e da falta de consciência.

Muitas pessoas desejam um mundo perfeito, mas quantas estão dispostas a assumir a responsabilidade de ajudar a construí-lo?

Se o medo desaparecesse por apenas um dia, qual seria a primeira decisão que você tomaria?

Às vezes eu olho para o mundo e sinto um peso difícil de explicar. Abro as notícias e encontro guerras. Entro nas redes sociais e encontro agressões. Vejo pessoas humilhando outras por diversão, animais sofrendo por crueldade, famílias destruídas por egoísmo, e me pergunto: em que momento nos afastamos tanto daquilo que poderíamos ser?

Um Relato de Sobrevivência
Alinny de Mello


Sejam muito bem-vindos ao meu espaço de reflexão. Antes de nos aprofundarmos nas memórias que moldaram a minha existência, convido todos vocês a visitarem a minha página no Pinterest. Lá, eu organizo cuidadosamente todos os meus e-books, criando um acervo visual e textual para quem busca compreender as complexidades da nossa natureza humana. Não se esqueçam de acompanhar os lançamentos semanalmente, pois há sempre uma nova perspectiva esperando por vocês.
A memória humana é um arquivo curioso, que seleciona o que guardar não pelo critério da utilidade, mas pelo peso do impacto. Se a infância costuma ser pintada com as cores lúdicas da inocência, a minha foi desenhada com os traços rígidos do absurdo. Descobri cedo que o lar, aquele lugar teoricamente destinado ao acolhimento, pode se transformar em um cenário de horror cotidiano, operado por quem deveria proteger e assistido por quem deveria defender.
A minha história com a violência começou antes mesmo que eu tivesse a capacidade cognitiva de formular a palavra dor. Minha mãe me contou, anos mais tarde, que quando eu era apenas uma bebezinha indefesa, o meu genitor me amarrou e me torturou por horas a fio. Ela assistiu a tudo. Ficou calada, amedrontada, paralisada pelo medo. Justificou a sua omissão dizendo que não havia ninguém para chamar, nenhuma autoridade ou vizinho que pudesse intervir naquele microcosmo de crueldade. O mais fascinante na psicologia da minha mãe era a sua insistência em nos pedir para não sentir ódio dele. Ao mesmo tempo em que pregava esse perdão quase divino, ela alimentava o cardápio do horror, relatando minuciosamente as barbaridades que ele cometia conosco em uma época da qual eu nem sequer lembrava, quando eu mal sabia que já existia no mundo.
A primeira tortura da qual guardo registro nítido na minha mente aconteceu quando eu tinha míseros três anos de idade. Acordei no meio da noite com os dois brigando de forma violenta. O meu genitor empunhava um facão reluzente. Em um dado momento, os dois começaram a me puxar como se eu fosse um pedaço de carne disputado em um açougue, um puxando por um braço e o outro pelo outro. Minha mãe levou uma lapada de facão nas costas, o que a fez sair correndo em disparada para salvar a própria pele. Eu fiquei. Ele me arrastou para dentro da casa com fúria, jogou-me em cima da cama e começou a me estrangular. Naquele quarto escuro, faltava o ar e sobrava o pavor. Minha mãe sempre repetia uma frase em seus momentos de desespero, Deus me ajuda. Aquilo estava gravado no meu subconsciente. Naquele instante de asfixia, com apenas três anos, eu repeti a frase no meu pensamento. Eu não sabia o que aquilo significava teologicamente, mas era o meu único recurso. O que aconteceu em seguida desafia a lógica puramente física e entra no terreno do inexplicável. Vi quando o meu genitor soltou o meu pescoço, transformado em uma criatura que lembrava aqueles lobisomens assustadores de filmes, e foi arremessado para trás. Parecia que uma força extrema o puxava violentamente, como se uma ordem invisível dissesse para me deixar em paz. Fui salva naquele dia por um mistério que a razão não explica.
O cotidiano, contudo, não dava tréguas. Aos oito anos de idade, a minha rotina já incluía responsabilidades de adulto e castigos de inquisição. Eu era responsável por levar uma garotinha ainda mais jovem do que eu para a escola. Certo dia, após cumprir a tarefa, fiquei na casa dela para almoçar. Acabei me atrasando e cheguei em casa cerca de duas horas após o horário regular da saída do colégio. Quando entrei no quintal, encontrei o meu genitor carregando telhas. Minha mãe não estava. Ela provavelmente já havia corrido dele, uma dinâmica que se repetia vinte e quatro horas por dia, com ele ameaçando e ela fugindo em um ciclo perpétuo. Sentei-me em uma cadeira, exausta. O cansaço da infância me venceu e eu apaguei. Não lembro de mais nada daquele entardecer, exceto do despertar. Acordei debaixo de chicotadas violentas. Ele me açoitava sem piedade enquanto gritava uma enxurrada de palavras que o meu cérebro, por autodefesa, preferiu deletar. Dormir cansada e acordar sendo chicoteada é uma experiência que reconfigura a noção de segurança de qualquer criança.
A incapacidade daquele homem de exercer a paternidade ou o mínimo de humanidade se manifestava nos pretextos mais banais. Em outra ocasião, ele ordenou que eu e o meu tio, que tinha a mesma idade que eu, separássemos as castanhas boas daquelas que não prestavam mais. Sendo duas crianças cercadas de tédio e necessidade de leveza, começamos a brincar no meio do processo. O jogo infantil foi interrompido abruptamente pela figura dele. O espancamento que se seguiu foi de uma brutalidade desmedida. A violência física foi tão intensa que nós dois fizemos xixi nas calças, em um misto de dor e humilhação biológica. No dia seguinte, tive que ir para a escola. Minhas costas estavam em carne viva, cortadas profundamente pelos cipós que ele utilizou como chicote. Eu parecia uma imagem bíblica, açoitada como Jesus Cristo no calvário. A blusa do uniforme colava no sangue coagulado e nas feridas abertas. Ninguém na escola sabia o que se passava por debaixo daquela roupa, mas cada movimento meu era uma tortura particular. E qual foi o tratamento médico que recebi em casa? Minha mãe pegou uma vasilha com água e sal e lavou os meus cortes profundos. A dor do sal na carne crua era quase um prolongamento do próprio castigo. Esse ritual de tortura e cura salina durou muitos dias, com ela lavando minhas feridas diariamente enquanto eu tentava sobreviver à rotina escolar com o corpo dilacerado. Eu era apenas uma criança de oito anos, punida de forma medieval por ter cometido o terrível crime de brincar.
O cardápio de horrores do meu genitor também incluía torturas psicológicas de caráter místico e teatral. Lembro-me perfeitamente de chegar da escola em uma tarde e deparar-me com uma cena bizarra. Ele estava no meio da sala, invocando demônios e entidades para que matassem todos nós. Meus irmãos estavam todos sentados ao redor dele, petrificados, assistindo àquela performance de insanidade. Ele me obrigou a sentar naquele círculo do absurdo. Não tenho lembrança de ter comido ou jantado naquela noite. A única memória física que restou daquela madrugada foi o tremor. As minhas pernas e as dos meus irmãos tremiam feito vara verde. Era um tremor involuntário, contínuo, mecânico, alimentado por um medo tão denso que escapava ao controle do próprio corpo. O amanhecer chegou como um alívio cinzento sobre os nossos corpos exaustos de tremer.
O ápice da violência física contra a minha mãe que testemunhei ocorreu em uma madrugada em que despertei com barulhos de luta. Ao abrir os olhos, vi o meu genitor tentando furar o rosto da minha mãe com um pedaço de ferro pontiagudo. Tomada pelo puro instinto de sobrevivência, consegui escapar de dentro de casa. Corri para o meio de uma mata fechada, na escuridão da noite. Os galhos rasgaram a minha pele, espinhos cravaram-se nos meus pés e pernas, mas eu continuei correndo até alcançar a casa da minha tia. O refúgio, contudo, era temporário. No dia seguinte, minha mãe foi até lá e me buscou de volta para o epicentro do caos. O roteiro era sempre o mesmo, os gritos ecoavam, as agressões aconteciam, nós fugíamos e ela sempre voltava, buscando-nos para reiniciar o ciclo.
Essa engrenagem de terror funcionou sem interrupções até o dia em que completei dezesseis anos. Eu já trabalhava e havia recebido o meu primeiro salário como estagiária do Estado. Orgulhosa da minha incipiente independência, comprei cinco cachorros-quentes para jantar com a família. Lembro de ter chegado em casa e entregue cinquenta reais para a minha mãe, um gesto que para mim significava o início da nossa libertação financeira. Não lembro se alguém chegou a comer aqueles lanches. Por volta das dezoito horas, o meu genitor surgiu atrás de mim empunhando o seu facão de estimação. Naquela noite ninguém dormiu. As agressões e ameaças estenderam-se pela madrugada adentro, amanhecendo o dia em um prolongamento insuportável de terror. Foi o meu limite. Decidi que não faria mais parte daquela estatística de submissão. Peguei apenas a minha farda da escola e três calcinhas. Deixei tudo o que tinha para trás. Avisei a minha mãe que eu estava indo embora. Eu era menor de idade, mas tinha a lucidez que faltava aos adultos daquela casa. Como eu não queria deixar os meus irmãos naquele inferno, ela decidiu vir conosco. Conseguimos um novo lugar para recomeçar, um teto longe do carrasco. A ilusão de liberdade, contudo, durou pouco para ela. Após exatos vinte e oito dias, minha mãe arrumou as malas e retornou voluntariamente para os braços do agressor. Foi ali que compreendi que ela sempre foi conivente com o próprio cativeiro e com o nosso suplício.
Essas são as marcas mais profundas que trago na memória, a crônica de uma infância sitiada onde a sobrevivência foi o meu maior ato de rebeldia. Como nós processamos a dor que nos foi imposta quando quem deveria nos amar escolhe nos destruir? Até que ponto a omissão de quem assiste nos fere mais do que o próprio chicote do agressor?

Às vezes caminhamos pela rua e vemos um rosto que parece familiar. Por alguns segundos, nossa mente tenta encontrar uma resposta. Já vimos aquela pessoa antes. Temos certeza disso. Mas de onde?


Então percebemos que o tempo passou.


Os cabelos mudaram. O rosto mudou. O corpo mudou. A forma de se vestir mudou. E, muitas vezes, até a expressão mudou. Aquela pessoa que um dia reconhecíamos instantaneamente agora parece uma estranha carregando apenas alguns traços de alguém que conhecemos no passado.


É curioso pensar nisso.


Passamos anos acreditando que conhecemos as pessoas, mas a verdade é que ninguém permanece exatamente igual. O tempo trabalha silenciosamente em todos nós. Ele modifica nossa aparência, nossos pensamentos, nossos sonhos, nossas crenças e até a maneira como enxergamos o mundo.


Talvez o mais impressionante seja perceber que isso não acontece apenas com os outros. Acontece conosco também.


A pessoa que fomos há dez anos não existe mais. Talvez nem a pessoa que éramos há dois anos exista. Continuamos carregando o mesmo nome, algumas lembranças e certas características, mas estamos em constante transformação. Somos versões temporárias de nós mesmos.


Por isso, às vezes, encontramos alguém que foi importante em determinado momento da vida e percebemos que já não sabemos mais quem aquela pessoa é. E ela também já não sabe quem nos tornamos.


Não existe necessariamente tristeza nisso. Existe apenas a realidade da existência humana.


A vida não foi feita para permanecer imóvel. Ela se movimenta. Ela muda cenários, muda caminhos, muda pessoas. Algumas permanecem próximas. Outras seguem por estradas completamente diferentes. E tudo isso faz parte do ciclo natural das coisas.


Talvez seja por isso que o autoconhecimento seja tão importante. Se o mundo muda, se as pessoas mudam e se as circunstâncias mudam, precisamos aprender a acompanhar nossas próprias transformações. Precisamos, de tempos em tempos, perguntar a nós mesmos quem estamos nos tornando.


Porque enquanto tentamos reconhecer os rostos que o tempo transformou, existe uma pergunta ainda mais profunda esperando por nós:


Será que reconhecemos a pessoa que vemos hoje no espelho?


A vida passa. Os anos passam. As pessoas passam. E talvez a verdadeira sabedoria não esteja em tentar impedir as mudanças, mas em aprender a crescer junto com elas, aceitando que tudo está em movimento e que é justamente essa impermanência que torna cada encontro, cada memória e cada fase da vida tão valiosos.

Tem um desejo meu que nunca te contei. Eu queria que a gente ficasse um minutinho só olhando um para o outro. Não porque está faltando amor, mas porque eu acho esse tipo de conexão muito bonito.

"Sim! Um sr celestial, já me levou através de uma galáxia em um sonho lindo que tive.
E lá ele me mostrou as pessoas daqui que já se foram, olhando um grande livro reluzente em uma mesa.
O lugar era resplandecente.
Em nenhum momento o vi, ele estava ao meu lado, eu só ouvia sua voz e suas mãos me segurando.
Eu estava curiosa em saber se eles me viam e ele disse que não.
Somente eu poderia vê-los...
As pessoas vestiam vestes brancas e saiam de algum lugar das nuvens e entrava em uma sala branca e cheia de muita luz brilhante!
Eu segui onde eles estavam indo e era em direção ao livro gigante na mesa.
Eu estava tão curiosa que desviei o olhar do livro e quando voltei na outra direção, eu subitamente acordei.
Parecia uma visão, muito diferente de um sonho.
Lindo!"


03/12/2021

Segunda 28 de novembro de 2022 10:27


Anteontem, tive um sonho...
Eu estava com uma garota que era minha única amiga, mas na vida real, ela não existe.
Ela me levou há algum lugar, onde havia uma grande rocha, e ela escalou essa rocha que era muito gigante, como às cataratas do Iguaçu, e havia uma dificuldade enorme quando chegou a minha vez, eu subi mais ou menos até a metade dessa rocha e acabei ficando com muito medo de cair, então eu estava descendo de volta e quando dei alguns passos para trás, surgiu um homem do lado dessa grande rocha, e era como se ele morasse em uma casa ao lado dela, dentro de um nada.
Então, ele apareceu e pegou em minha mão e me puxou para cima e disse "suba, estou segurando você" então, eu consegui chegar ao topo, quando cheguei ao topo, havia uma grande ponte de madeira com uma arquitetura incrível e ela era como aquelas barcas de um parque de diversões, e esse homem apenas me pôs em cima dela e disse que eu iria conhecer um mundo fantástico, em cima dela!
Eu estava em pé nela, e já não via mais a garota que estava comigo e que tinha me levado até ali, estava apenas eu e ele.
A ponte estava subindo devagarinho e ela era sustentada por cordas muito grossas, abaixo dela, havia o mar, e era infinito e lindo, com o sol ao fundo.
E, ela ia ficando cada vez mais alta e eu comecei a tremer de medo, porque não havia nada para segurar, apenas um tipo de corrimão de madeira, e eu comecei a segurar nele e eu olhava para o homem e ele estava na ponta da ponte, sentado tranquilamente com as pernas dobradas e os braços por cima dos seus joelhos e ele olhava o Horizonte com tranquilidade, era como se não fosse humano e não tivesse medo, com um equilíbrio incrível.
Já eu, com o levantar cada vez mais alto da ponte, eu comecei a fechar os olhos e não consegui ver as maravilhas que essa volta ao mundo estava me mostrando.
Era uma ponte mágica, que levantava como uma barca voadora e dava a volta no mundo inteiro, então ela deu voltas e voamos tão alto, que parecia que estávamos acima de todas as nuvens do céu e eu tentava observar tudo o que havia no mundo, mais eu não consegui, por ter medo, e ela deu voltas comigo e com esse homem misterioso na ponta, ela sobrevoou o mundo inteiro, em mais ou menos, umas duas voltas e eu não vi nada.
Foi uma viagem incrível, feita em milésimos de segundos.
Sei que de repente ela parou e voltou novamente ao chão e eu acordei...


Quando eu acordei, parecia que eu estava lá realmente e, tentei entender esse sonho.


Na verdade, eu sempre tenho sonhos fantásticos assim.
E, esse sonho, me mostrou os medos que eu carrego dentro de mim.
É, como se quisesse me mostrar que eu tenho medo de abrir os meus olhos e perceber que tenho o mundo lá fora, para conhecer e eu tenho medo disso, de arriscar, de abrir mão de coisas, por medo de sofrer, por medo de nada dar certo...
Isso me faz novamente olhar para a minha vida e enxergar nela, o que realmente está valendo á pena, o que realmente está fazendo sentido nela.


E, simplesmente quando penso nisso, eu fico cada vez mais perdida...


Às vezes, eu me pergunto o que estou fazendo aqui, esse nunca foi o meu lugar.


Se eu conto essas coisas para alguém?
Ninguém dá ouvidos, eu vivo a maior parte do meu tempo só, sempre foi assim.


E, por mais que eu esteja em meio á uma grande multidão, eu me sinto como um grão de areia na praia, em meio a tantos outros...


Sempre só!


Às vezes, acho que nasci para sofrer e que a minha existência não faz sentido.


Eu estou sempre rindo e disfarçando minhas dores e meus anseios...


Na verdade, apenas Deus e eu, conhece realmente quem sou e o que almejo.


Tantas pessoas já passaram pela minha vida, e sabe?
O tempo, arrastou todas para longe de mim.


Às vezes, acho que meu tempo está próximo e não consigo mais encontrar motivos para continuar...


Minha alma está cheia de tristeza e eu, apenas eu, sei porque.


Acho que chega um momento na vida, que tudo é disfarce, que tudo é solidão.


É sempre frustrante.


Eu, não sei...


Talvez, o erro está em mim.


Minha missão está prestes a terminar, porque eu não me encaixo em lugar algum.


Sinto vontade de viver mais, porque sinto que estou afundando em um abismo que não posso decifrar o final.


E, parece não fazer sentido a minha existência...


Sei que se morre de tristeza, e eu, acho que qualquer dia desses, eu morrerei.




Fico abismada hoje, em pleno 2026!! Com tantas melancolias que eu escrevia. Hoje, sou uma pessoa renovada. Estou em paz!

O dia em que o demônio quis roubar a minha alma do meu corpo...


Um dia, fiquei na cama enquanto meu marido tinha ido na casa do cunhado dele pertinho para ajudar em uma obra, fechei os olhos e uma voz ao lado da cama falava igual á ele, coisas embaralhadas, eu não consegui entender. De repente foi para o lado da minha cabeça e vi quando essa coisa colocou a mãos sobre mim, nesse instante vi uma mão e um antebraço transparente e reluzente saindo de mim e segurando forte as mãos daquela coisa e eu observava tentando acordar! ela o empurrava e estava perdendo a luta. Eu tentei ajudar, mas meu corpo estava paralisado. A alma lutou com um demônio e eu vi isso. Eu abri os olhos atônita de tanto insistir para abrir!! Experiência sinistra.

Sonhei um filme inteiro sobre alienígenas...

Estava eu a dormir com meu marido na nossa cama, quando demônios sacodem a nossa cama e eu acordo.
Vou para o chão e meu marido fica entre o sono e entre acordar.
Eu começo a orar e ele não acorda, o tempo todo dormindo.
Corro para a casa do Sansão para contar às 3 horas da madrugada e ele está abrindo a casa dele com a Regiane que ficava na avenida Eliezer Moreira e enquanto a gente está lá, a gente olha para o céu e vê um gárgula gigante voando.
Nós corremos para nos esconder, mas o Sansão fica acenando para a coisa.
De repente já estou com meu marido e meus dois irmãos, correndo de um alienígena que têm forma de gravetos e lata, ele carrega algo como um caderno e faz anotações.
Quando ele se aproxima vejo um soldado americano, sobrevoando em algo que parecia um colchão, mas ele estava na parte de baixo, enquanto tudo ao seu redor eram luzes ofuscantes coloridas.
Depois aparece uma nave sobrevoando o local, e mapeando tudo.
Inclusive ela jogava uma forte luz em cima de todos nós.
Enquanto a gente fugia, o cenário já havia mudado para um local cheio de mato e capim.
Tudo isso em uma madrugada.
Eu olhava o horizonte e vinham mais e a gente estava sem lugar para nos escondermos.
Entramos no mato, em várias casas e achamos uma casa, onde parecia uma fazenda e meu marido tinha a chave dela por algum motivo, acho que ele mantinha uma chave mestra sempre com ele.
Nós entramos e o foco da luz para nos localizar já estava bem perto naquela nave.
Nós entramos, eu me escondi, quando colocaram o foco em mim, mas meus irmãos e meu marido, mesmo eu falando para eles se esconderem, eles estavam brincando com a situação, então não acreditaram, até que o foco de luz foi diretamente neles.
Então, rapidamente havia uma voz de mulher que falava em alto e bom tom que havia pessoas na casa e pedia para a nave pousar.
A nave estava aterrissando e enquanto isso eu começava a correr e procurar lugares no fundo do quintal da casa, para me esconder com os outros.
Até perceber que a mulher dizia que o professor estava conosco, na verdade era meu marido, que no sonho era um renomado cientista e ele sabia muitas coisas sobre tudo o que estava acontecendo, então eles queriam que ele trabalhasse para eles.
Mas, trabalhasse de uma forma que fosse tipo um fantoche, para fazer experimentos terríveis.
De repente percebi que não eram alienígenas, mas sim, soldados americanos que tinham ultra tecnologia de última geração e isso me dava um medo terrível.
Eu tinha medo deles pegarem eu e todos nós, para fazer experimentos.
Já que esse era o intuito deles!
Então, a nave aterrissou e começaram a nos procurar por dentro da casa e em todos os lugares, a gente já estava há muitos metros de distância, já tínhamos escalado tetos, quintais diversos e acabamos entrando em um lugar onde parecia uma torre e a gente subia escadas e mais escadas super estreitas e parecia nunca chegar ao fim.
Nesse momento estava somente eu e meu marido, porque meus irmãos já haviam ficado para trás, porque os chamei e eles não vieram conosco. Estavam enrolando e por isso nós prosseguimos a fuga, porque nesse momento, meu marido era o principal alvo! E como eu estava junto com ele, provavelmente iriam me pegar também.
Então ao terminar de subir as escadas, acabamos ficando sem saída e tivemos que retornar com muito medo, pois os soldados já estavam nas mesmas escadas e prestes a nos pegar.
Eu os ouvia conversar nitidamente "eles estão perto, estão por aqui" e o medo estava cada vez maior, não quisemos voltar, nós tivemos que esperar eles nos encontrarem, enquanto isso o medo dominava nós dois.
Não adiantou fugir, fomos pêgos de qualquer jeito eu suponho, porque não deu para terminar o sonho, meu gato começou a arranhar a cama e eu acordei.
Mas, esse sonho é digno de um filme.

23 de novembro de 2023 01:55

23:51 quarta - feira 14 de fevereiro de 2024 Deus se importa comigo e me deu um recado em sonho... ( A mulher drogada ficou sóbria e me deu o recado)

Enquanto meu marido desceu para pegar água pra gente, na casa dos pais dele, às 10 horas da noite, eu aproveitei e acabei tendo um encontro com Deus.
Orei pelos meus amigos, que já não falam mais comigo, mas mesmo assim eu os amo demais.
Entreguei a vida deles, nas mãos de Deus.
Orei pela minha família, orei pelo meu relacionamento e entreguei a Deus todos os meus problemas e pedi pra ele me ajudar.
Contei sobre o rompimento na relação com meus pais, por eles serem muito problemáticos conosco.
Pedi á Deus pra me ajudar a resolver essas questões familiares, orei pelos meus irmãos e pedi pra Deus cuidar de todas as áreas de suas vidas.
Depois eu disse pra Deus que estou muito confusa, em relação á tudo o que está acontecendo na minha vida.
Pedi pra ele me ajudar a resolver todas essas questões, porque eu não consigo.
Por outro lado, a vida financeira está complicada, pedi pra ele me ajudar nisso também!
Pedi pra ele me responder em sonho, o que devo fazer, o que eu posso fazer para resolver isso, pra ele falar comigo.
O que aconteceu mais ou menos umas 2 horas depois?
Enquanto meu esposo estava no banheiro, eu estava na cama, lendo um pouco a bíblia, mas minha cabeça estava doendo muito por algum motivo. Parei de ler, e nisso acabei cochilando e tendo um sonho confuso, maluco e enigmático.
Sonhei que passava ao lado da praça Melo Uchôa, na rua esquerda em vertical. Na esquina, havia uma garotinha de cabelos loiros e lisos, olhos azuis e bem sujinha. Ela cuidava de uma bacia de carne muito temperada, que estava reservada em uma bacia grande azul, em cima de uma banqueta de madeira, ela abanava suas mãozinhas para as moscas não pousarem na carne. Eu ia passando toda arrumada de calça preta e roupa bem elegante, quando àquela menina me chamou a atenção e comecei a pensar "nossa, quanta carne! Esse povo tá vivendo melhor que eu." Então, nesse momento, a menina levantou sua mãozinha direita dizendo "me dá dinheiro?" Então, eu continuei seguindo sem dar importância, porque ela não estava com fome e provavelmente queria dinheiro para a mãe comprar drogas. Por isso não dei. Só falei "hoje, só comi ovo. Não tenho dinheiro, tô desempregada, não tenho trabalho, não tenho nada" e quase disse "vocês estão vivendo melhor que eu" a menininha perguntou em seguida "Por que você só tá comendo ovo, moça?"
Aí continuei seguindo, após ter já respondido a pergunta.
Então, quando olhei pra trás a mãe dela, estava vindo em minha direção.
E apontando o dedo indicador para mim e falando "ore a Deus. Você vai conseguir" eu fiquei surpresa, porque ela parecia bem debilitada das drogas, quando eu argumentava com a garotinha dela.
E veio muito sorridente em minha direção e eu respondi "estou orando, eu estou orando sempre" então dei meia volta e pedi um abraço para ela, em forma de gratidão.
Quando a abracei, ela parecia estar em transe alucinógeno. Ela estava muito sobria há segundos atrás, e agora mudou instantaneamente, só me deu o recado e já ficou em transe.
Eu a soltei, porque ela estava rindo muito, sem motivo e me babava no ombro, enquanto isso. Segui em frente e era como se eu estivesse passando pelo vale da sombra da morte, porque o lugar estava lotado de pessoas usuárias que roubavam bastante.
Mas, eu segui adiante e apesar do medo, percebi que ninguém me enxergava ali naquele lugar.
Eu era como um fantasma, passando por cima do corpo deles.
Eu passava totalmente despercebida. Em cada meio metro, via pessoas muito drogadas, mas nenhuma delas me viu.
Eu acordei e aqui Estou escrevendo para relatar e não esquecer.

Deus existe e sua conexão com quem têm total confiança nele, é extrema!


Obrigada por tudo meu Deus! Gratidão, eu te adoro


PS: EM JULHO DE 2024 TIVE UM COLAPSO SÉPTICO QUE ME FEZ MORRER, E RETORNAR. FOI QUANDO ENTENDI ESSE SONHO, SOBRE O VALE DA SOMBRA DA MORTE.

08:20 14 de junho de 2024 sonhei levitando...




"Sonhei dando saltos e levitando até uma certa distância e sempre que meus pés quase tocavam o chão, eu retornava á levitar novamente, eu estava fazendo isso, para demonstrar a uma garota que se ela quisesse conseguiria também. Quando eu cheguei no local de destino, que parecia uma escola, quem estava na frente, começou a achar o que eu consegui fazer magnífico e todos riam e eu me sentia feliz pelos elogios."

08:31 14 de junho de 2024 - sonhei com um gato gigante...


"Sonhei com um gato gigante , ele usava uma coleira marrom. Eu estava sentada com meu marido no meio fio de algum lugar, então vimos esse gato enorme que tinha o tamanho de um cachorro de médio porte e eu senti medo dele ao mostrar para meu marido. Eu admirava o tamanho gigante dele, e tentava identificar se era macho ou fêmea, eu observava a coleira dele, ao mesmo tempo que sentia medo, de repente ele encostou pertinho de nós, percebemos que ele era um macho. ele começou a se esfregar em nossas pernas, foi quando ele passou enroscando em mim e deitou embaixo de mim, eu e meu marido, estávamos sentados no meio fio, e a gente ao invés de sentir medo, começamos a fazer carinho na cabecinha dele e o medo já não existia, ele era gigante, mas muito dócil, eu achei que foi um momento mágico."

Escreva todos os sonhos que você sonha. Guarda cada um deles, um dia, você os lerá, e vai juntar as peças do quebra cabeças, da vida.

Sonhei com um touro preto, querendo entrar pela porta para me atacar.




Agosto de 2024

"Sonhei hoje com um tubarão querendo me atacar, quanto mais eu tentava ficar o mais distante dele, mais eu o temia, era como se ele quisesse dar um salto alto para me alcançar, ele parecia ser artificial, pelas cores e textura, era um tubarão azul com branco e parecia ser de plástico, ou feito em 3d, mas ele era real, porque estava dentro de um rio e ele andava e olhava para mim com olhar ameaçador. "




Agosto de 2024

"Sonhei que pegava tomates de um caminhão, eu pegava eles para vender, porque no sonho eu tinha uma banca e eu iria ajudar o senhor a vender, porém quando ele percebeu que eu havia pegado, ele foi atrás, reclamou e pegou de volta os tomates, eu fiquei desnorteada e triste, por ele não aceitar que eu o ajudasse. "




Agosto de 2024

Sonhos do dia 02 de agosto de 2023!


Sonhei com disco voador holográfico que fazia um barulho ensurdecedor. Todo mundo em Pânico! Eu apenas fechei os olhos para não ver.


Sonhei visitando a antiga casa da minha avó paterna, já falecida e a casa estava em ruínas...


Sonhei em um lugar estranho, com pessoas estranhas...

Sapo cururu verde vibrante


Sábado 1 de julho, 2023 às 10:34


Sonhei que havia um sapo cururu, verde, a cor dele, não era uma cor apagada de sapo cururu, Mas, uma cor verde bem viva! Uma cor verde limão. Ele estava em cima de um armário e eu e meu irmão, estávamos com muito medo dele ser morto por alguém, então eu peguei uma boia fechada embaixo, e enchi de água para que o sapo pulasse dentro, não deu certo.
Mas, logo em seguida meu irmão pegou um saco com água, nós o pusemos dentro e guardamos escondido o bichinho, até que desse para levar para um lago que ficava próximo de casa, eu e meu irmão estávamos felizes por ter salvado o bichinho de alguém malvado que pudesse lhe fazer mal. Mas, o que me chamou atenção no sonho, foi a cor viva do verde em seu corpo, muito bonita. Eu acordei depois disso.