Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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A única certeza que tenho é de que minha vida e meu coração nunca mais serão os mesmos depois de Hardin.
After - Anna Todd

Ai, que saudades que eu tenho
Dos meus doze anos
Que saudade ingrata
Dar banda por aí
Fazendo grandes planos
E chutando lata
Trocando figurinha
Matando passarinho
Colecionando minhoca
Jogando muito botão
Rodopiando pião
Fazendo troca-troca
Ai, que saudades que eu tenho
Duma travessura
Um futebol de rua
Sair pulando muro
Olhando fechadura
E vendo mulher nua
Comendo fruta no pé
Chupando picolé
Pé-de-moleque, paçoca
E disputando troféu
Guerra de pipa no céu
Concurso de pipoca

Já não tenho paciência para algumas coisas, não porque me tenha tornado arrogante, mas simplesmente porque cheguei a um ponto da minha vida em que não me apetece perder mais tempo com aquilo que me desagrada ou fere. Já não tenho pachorra para cinismo, críticas em excesso e exigências de qualquer natureza. Perdi a vontade de agradar a quem não agrado, de amar quem não me ama, de sorrir para quem quer retirar-me o sorriso. Já não dedico um minuto que seja a quem mente ou quer manipular. Decidi não conviver mais com pretensiosismo, hipocrisia, desonestidade e elogios baratos. Já não consigo tolerar eruditismo seletivo e altivez acadêmica. Não compactuo mais com bairrismo ou coscuvilhice. Não suporto conflitos e comparações. Acredito num mundo de opostos e por isso evito pessoas de caráter rígido e inflexível. Na amizade desagrada-me a falta de lealdade e a traição. Não lido nada bem com quem não sabe elogiar ou incentivar. Os exageros aborrecem-me e tenho dificuldade em aceitar quem não gosta de animais. E acima de tudo já não tenho paciência nenhuma para quem não merece a minha paciência.

José Micard Teixeira

Nota: A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Meryl Streep.

Eu tenho saudades do que eu não vivi. Minha alma é velha. Meus gostos são antigos. Meus valores são os mesmos dos meus avós. Tenho saudade das rodas de música, dos saraus que não participei. Do surgimento da bossa-nova, do auge do sucesso do Chico, do Caetano, Elis e tantos outros que nos deixaram um tesouro inexistente nos dias de hoje.
Sou nostálgica em relação a sentimentos. Quando eles eram desprovidos de outros adjetivos que hoje sempre o acompanham. Amar vem junto de beleza e dinheiro. Ser amigo só se for acompanhado de várias vantagens. Fazer um favor? Só se tiver algum benefício em troca. Ser gentil, bondoso, cavalheiro? Pode esperar que deve ter algo horrível por trás disso.
Sinto vontade de voltar no tempo quando me lembro daquelas praças onde os jovens faziam “foot” nas tardes de domingo. Os aspirantes a “chefes de famílias” caminhavam de um lado para outro enquanto as moças conversavam com as amigas...a conversa pouco importava, mas os olhares diziam tudo. Buscavam aquele certo olhar, que podiam remeter a um amor, a uma família e uma vida inteira juntos.
Saudosa época em que o respeito era respeitado. O respeito pela sabedoria dos mais velhos, pelos amigos, pela esposa e pelo marido. Respeito principalmente pelas pessoas que você não conhecia.
Saudade da é poça
Em que a repressão era grande, mas a criatividade maior ainda. No tempo em que as injustiças sociais e políticas eram combatidas com letras incrivelmente inteligentes, com livros que nos faziam romancear, com atitudes que viraram história.
Quero o idealismo antigo, não utópico, não hipócrita que enfretava as conseqüências porque a causa era nobre. Os heróis do passado eram gente comum que andava pelas ruas.
Eu nascia quando queria ter a idade de hoje. Eram épocas duras, difíceis, porém era tudo mais real, mais verdadeiro mais original. A juventude de hoje nada aprendeu com os jovens do passado, parece que tudo se perdeu...
Pensava-se antes de falar, de dançar, de escrever. As ações tinham uma explicação. Os sentimentos eram colocados para fora de uma forma racional porém não menos emocional.
Os amores eram mais ardentes, as histórias mais empolgantes, as revoltas mais surpreendentes, as pessoas mais humanas.
Saudade, muita saudade daquela época...

De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu
Salvando minh`alma da vida
Sorrindo e fazendo o meu eu

De todo o amor que eu tenho
Metade foi tu que me deu

Mas permanecem falando que eu sumi, que eu não tenho mais tempo para os amigos, que eu os abandonei, mas aqui vai a resposta… Eu não sumi, muito pelo contrário, eu continuo no mesmo lugar, fazendo as mesmas coisas de sempre, eu continuo aqui. Até onde sei, não deletei minhas redes sociais e não mudei o número do celular. É que eu deixei de correr atrás, sabe? Cansei de cultivar amizades que não durariam muito tempo, só estou poupando meu coração, desculpe. Eu estou sem paciência de fazer ‘sala’ e fingir que minha vida está ótima, porque, meu Deus, não está. Estou começando a preferir a minha própria companhia. […] Mas, se ainda quiseres minha presença, diga. Se quiseres alguém para abraçar, peça a mim. Se quiseres que eu fique, demonstre. Mas só se quiseres.

Amigos falsos? Que isso, eu não tenho amigos falsos, porque a partir do momento que é falso, deixa de ser amigo.

Eu insisto, persisto, não mando recado... Eu tenho algo a dizer, não vou ficar calado.

Sabe o que eu adoro em funerais? Tudo o que eu tenho é preto.

Minha visão tá turva
É de se desesperar
Cê me jogou pro alto
Só pra me ver quebrar
Eu tenho andado louco e a culpa é sua
Acho que te vi, quero gritar a minha dor
Tô entrando no meio dos carros da sua rua
Mais fraco e frágil pra falar de amor

Eu tenho fé, de que Deus me mostrará as respostas para todas as coisas, muitas vezes sou eu que não vejo por deixar o medo ser maior que a minha fé.
Mas tenho pedido a Deus todos os dias que ele limpe meus olhos de todo desânimo e desespero, para que eu possa ver pelos olhos da fé as maravilhas que Deus tem reservado para mim.

Eu sou calmo e tenho o coração puro...
Mas é pura maldade.

Eu não tenho fardos para carregar, minha vida é plena não faço besteira peço a padroeira pra me abençoar.
Esculto o meu coração, pois a minha razão muitas vezes atrapalha o meu pensar.

Não que eu seja egoísta ou não me importe com você, é que eu aprendi que acima de tudo eu tenho que me amar. Eu tenho que me respeitar. Eu tenho que me valorizar. Eu tenho que me fazer feliz. Aprendi que não devo deixar minha felicidade depender de outras pessoas, minha felicidade depende só de mim.

Eu tenho vontade de te dizer como você é linda todos os dias. Queria simplesmente amar você livremente, sem nenhuma lei oposta.

Sou desorganizada, paranoica ,dramática, ciumenta, bipolar e tenho nojo de quase tudo. Sou desastrada, indecisa, não tenho o corpo perfeito, me esqueço muito rápido das coisas e me apego muito fácil as pessoas. Sou romântica quando quero, sou carente, animada, mau humorada e são poucas pessoas que já me viram chorar. Ando sempre com um sorriso no rosto, mas muitas vezes a minha vontade é de chorar, quando estou brava não converso com ninguém pra não mandar todo mundo para aquele lugar. Machuco quem não deveria e me decepciono com aqueles que eu mais amo. Não me importo tanto com o que os outros falam de mim, tenho maus hábitos, Sou irritante, implicante e teimosa. Não faço meus deveres e não presto atenção na aula. Sou orgulhosa, frágil, pessimista, preguiçosa, enjoo fácil das coisas, tenho medo de escuro e me sinto sozinha a maioria das vezes. Sei convencer os outros quase sempre. Odeio que me obriguem a fazer as coisas ou que me cobrem algo. Sou tão complicada, mais as vezes tão simples.

Me desculpem amigos,
não tenho tempo a perder.
Vivo e deixo quem quiser viver.
Viver é correr perigo,
a vida está por um triz.
tenho tempo só pra ser feliz!

Quem souber olhar em torno e ver
com os olhos sábios de aprendiz,
vai estar de bem com a vida,
vai achar uma saída,
vai um dia ser feliz.

Eu não tenho medo, pois junto com a morte e a destruição sempre existirá a esperança do renascimento.

A sentimento puro que tenho por você supera todas as formas e conhecimentos de amar.