Tenho um ser que Mora dentro de Mim
Dentro dos pensamentos, existe a certeza de uma força superior, mesmo não entendendo que somos parte de um todo, mas que cada um faz o que lhe convém, porém é certo que as consequências acontecem.
Quero segurar minhas mãos dentro de você
Eu quero tomar fôlego, é verdade
Eu olho para você e nada vejo
Eu olho pra você para ver a verdade
Que a luz divina brilhe em nossas mentes nos capacitando a ajustar nossos planos dentro da vontade de Deus. “As pessoas fazem muitos planos, mas quem decide é Deus, o Senhor.” Pv 19: 21
Muitas pessoas acham que tudo é uma questão de puro racionalismo e a vida uma mera calculadora. Obviamente, tal visão mecânica de vida ignora o Criador, Aquele que é quem sempre tem a última palavra. “O Senhor dos exércitos jurou, dizendo: Como pensei, assim sucederá, e como determinei, assim se efetuará.” Is 14:24
E para desestressarmos e sermos mais felizes, “Busquem o Senhor e sua força, busquem sua presença continuamente.” Sl 105:4. Amém!
Entre a vida e a morte, há uma biblioteca. E, dentro dessa biblioteca, as prateleiras não têm fim. Cada livro oferece uma oportunidade de experimentar outra vida que você poderia ter vivido. De ver como as coisas seriam se tivesse feito outras escolhas... Você teria feito algo diferente, se houvesse a chance de desfazer tudo de que se arrepende?
De fora para dentro,
o observador desperta.
E quando desperta,
não se contenta mais com a superfície das coisas.
Ele começa a investigar a memória da própria autoconstrução,
questiona a base dos seus valores,
o edifício do moralismo,
as projeções de objetivo, sucesso e pertencimento.
Então o desconforto jorra,
às vezes agressivo,
às vezes brutal,
porque toda consciência que amadurece
precisa encontrar a sombra antes de encontrar a paz.
E a sombra aparece com suas facetas amedrontadoras:
medos herdados, desejos negados, culpas mal nomeadas,
ambições disfarçadas de virtude,
feridas vestidas de personalidade.
A partir daí, nasce uma cegueira ao antigo e uma sede de perguntas para a vida.
O olhar fica frio, não por falta de alma,
mas por excesso de lucidez.
A realidade perde a maquiagem.
O véu de Maya cai.
E aquilo que antes parecia destino
começa a parecer condicionamento.
Mas o observador não tenta apenas ressignificar tudo.
Ele entende que algumas ruínas não pedem reforma,
pedem demolição consciente.
Então ele cria o novo.
Não um novo aprovado pelas vitrines do todo social,
não um novo domesticado pela moral dos outros,
não um novo feito para caber no aplauso alheio.
Mas um novo mais próximo do eu real,
um eu que não foge da sombra,
dialoga com ela.
Um eu que aprende a transformar desconforto em linguagem,
queda em arquitetura,
solidão em escuta,
e criatividade em afinação profunda da existência.
Porque talvez amadurecer seja isso:
deixar de decorar a cela
e começar a desenhar a chave.
O NATAL DENTRO DE NÓS.
Pelo Espírito: Catarina Labouré / Irmã Zoé.
Momento abençoado e bendito,que visita as criaturas em seus corações empalidecidos e calejados pelas dores atrozes,numa desesperança alimentada dia-a-dia...
Na divisão do calendário de outrora,para aniquilar os deuses ignóbeis e desajustados que já não serviam mais como consolo para a humanidade,eis que surge na mente gregoriana deste mesmo, apontar a brilhante estrela de belém no nascediço de Nosso Senhor Jesus Cristo,num solstício quando o mesmo mais se destacava das estrelas mais fulgurantes à cantar as maravilhas porvindouras do Rei dos reis.E para calar a voz das idolatradas pedras mortas e voltar os corações humanos à personalidade real do pequenino de Belém,marcou-se uma data para ele evarmo-nos em alto e em uníssono fraternal a capacidade de amar no perdão.Neste dia,tão imantado já de luz por mais de dois mil anos,Jesus tem refeito muitos,operando verdadeiros modos, voltados ao bem,retornar à casa Paterna celestial!
Ainda não se tem uma confirmação exata sem se correr o risco do anacronismo para o dia do seu nascimento,tanto quanto para o de sua aparente morte,mas o que se salienta é que ele aqui veio,misturou-se por entre os mais pobres,pecadores e adoentados e aos sorrisos admoestou que:
- Meu Pai trabalha até hoje e eu também!
O seu nascimento dividiu a história,sem precisão numérica,mas sim numa imposição meiga de amor tão peculiar de si.Recorria à simplicidade da terra levando-nos à singeleza do universo.
Nasceu o pequenino numa humilde posição ignorado por muitos numa estrebaria ou numa gruta que seja,mas em meio ao vínculo de carinhosos pais terrestres,aquecido pelos bafejos de animais e das palhas,recebeu como impulso para a data presente,ouro,mirra e incenso,que a Providência Divina o presenteou na figura afável dos três reis magos,que saíram de longe para antes dos presentes dizerem: - Nós viemos adorar o menino!
Baseado nesta prisca passagem,reflitamos nos dias de agora!
O valor natalício preponderante no comércio se antepõem às adorações pelo reconhecimento infinito para com este que tem que ser nascediço diário em nossas vidas.Não nos é pedido ou imposto que paremos de nos unir à mesa,até mesmo porque nos reportamos em família à imagem sagrada da Santa ceia,mas nos é pedido mormente,que o aniversariante seja honrado primeiro e concluímos,para depois,a pecaminosa glutonaria enfim!Tal visão é tão real,que depois surgem dietas para se livrar dos toxinas alimentares!
Jesus veio ao mundo,ainda está nele,estará sempre,porque bem poucos do mundo vão em sua direção.O simbólico natal vem trazendo ele de volta para fazer morada nesta gruta tão escurecida e funda do nosso coração!
O menino jesus,não se mantém assim,mas se o amarmos assim,todos cearemos com ele neste dia porque ele cresce no cerne daqueles que o amam.
A palavra da cruz é a mesma da manjedoura,pois nos dois acontecimentos lágrimas e sangue foram vertidos.Só não nos detenhamos nas profundas tristezas pois que o messianismo nos é dado de presente mergulhado em plenitude de vida imorredoura!
Que o natal nos seja leve e suave,mas que façamos por sentir esta energia transcendental que viaja o cosmos a atingir os corações estalajadeiros que vibram na mesma faixa de dentro de si para receber tamanha visita magnânima!
Contudo que esta mesma característica perdure aos confins dos séculos,porque também não se tarde o ano novo que tantos se mostram afetados pelas desilusões e não obstante fazem planos pelo que vem,mas não desanimemos com os primeiros solavancos,estes são as dores do parto que logo se amenizará na meiguice do anjo que Deus nos presenteia.
Irmãos,não nos debatamos por datas que só existem porque a matéria existe,mas nos unamos mutuamente pois a angelitude da supremacia da Belém de outrora,antes já amava o mundo.Agora este "menino" nos trás o valor que devemos dar à matéria neste dia e que possamos também dizer:
- Nós viemos adorar o menino!
Um feliz natal,votos propensos de paz para o ano novo
que assim seja!
Uma dor que corrói por dentro, que destrói silenciosamente, que dilacera a alma e mata aos poucos, arrancando toda alegria, toda esperança, toda vontade de continuar, é uma dor que não grita, mas sufoca; não sangra por fora, mas sangra por dentro, consumindo cada pedaço de quem a carrega, uma dor silenciosa que se esconde à vista de todos, camuflada em sorrisos forçados e respostas automáticas de que “está tudo bem”, um vazio onde tudo parece falso e mentiroso, onde o amor já não consegue atravessar as muralhas erguidas como defesa depois de tantas quedas, tantas trocas, tantas humilhações, tantos abandonos, é o peso de ter sido deixado de lado, de ter se sentido insuficiente, descartável, invisível, é um cansaço emocional que ninguém vê, mas que esmaga o peito todos os dias, esse é o peso que poucos compreendem, porque só entende de verdade quem já sentiu a própria alma se partir em silêncio.
como não se sentir culpado se a culpa parece ter criado raízes dentro de você, como se cada pensamento carregasse um peso, como se existir já fosse, por si só, um erro difícil de justificar… como não erguer muralhas se toda vez que você tentou abrir o peito, algo te atravessou, algo ficou, algo que te ensinou que sentir demais custa caro demais, e então você levanta paredes, não porque quer se afastar, mas porque já não sabe mais como não se proteger… e como conviver com esse vazio, esse espaço oco que não importa o que você faça, não preenche, um silêncio interno que grita, que ecoa, que te lembra o tempo todo que falta algo, ou pior, que talvez falte você mesmo dentro de você… esse sentimento de ser um peso, de ocupar espaço demais e ao mesmo tempo não significar o suficiente, de olhar ao redor e achar que tudo funcionaria melhor se você fosse menos, falasse menos, sentisse menos… existisse menos… de não ser o suficiente, nunca, como se você estivesse sempre devendo algo que nem sabe o que é, como se todo esforço chegasse atrasado, incompleto, falho… de mais atrapalhar do que ajudar, como se sua presença fosse um erro em andamento, como se, por mais que tente, tudo que você toca carregasse um pouco do seu caos junto… de querer amar profundamente, mas nunca conseguir se sentir amado de volta, como se existisse um bloqueio invisível, como se o amor até chegasse perto, mas nunca conseguisse entrar, ou pior, como se você não soubesse mais reconhecer quando ele está ali… e então fica essa contradição sufocante: um coração que ainda quer dar tudo, preso dentro de alguém que já não acredita que merece receber… como viver com um coração quebrado, quando cada batida parece irregular, cansada, sem direção, quando amar virou dor, lembrar virou dor, existir virou dor… e uma mente perdida, que não descansa, que não silencia, que te leva sempre pro mesmo lugar escuro, um labirinto onde cada saída parece falsa, onde cada esperança dura pouco demais… e no meio disso tudo você ainda está aqui, e isso não parece vitória, não parece força, não parece nada além de cansaço…
CONFISSÃO DO SENTIR
Dentro desse sentir,
aprendo a seguir,
deixo a emoção conduzir
os passos do meu existir.
Confesso com os olhos
o que a voz não alcança dizer,
e guardo no coração
razões para viver.
Procuro não desapontar
quem me oferece afeição,
pois o carinho verdadeiro
merece dedicação.
E quando o tempo silencia
seus passos pelo caminho,
renovo o amor da vida
com esperança e carinho.
Assim sigo,
entre sonhos e emoção,
fazendo de cada instante
uma nova celebração.
Reflexão do dia!
Quando tudo parecer difícil para você, pensa no Deus que existe dentro de você.
Às vezes a vida nos coloca em situações diferentes para percebermos o quanto a vida é bela.
Eu pensei em desistir dela em certo momento, mas nem por isso devemos desistir dela por momentos ruins.
É justamente onde devemos perceber quão reconfortante é termos pessoas que nos dão força pra enfrentarmos os nossos demônios.
E aí acreditar que dias melhores virão e tudo dará certo.
Não dou passagem para os inimigos entrarem em minha vida, pois tenho o nosso Senhor Jesus Cristo para me livrar de todo mal, amém.
E com isso eu poderei galgar todo o meu propósito e sonhos.
Nunca será tarde demais para um novo recomeço, que o nosso Senhor Jesus Cristo nos dê uma nova oportunidade e um novo recomeçar nos quais possamos ser felizes.
As lágrimas que escorrem em meu rosto neste momento são de orgulho são pelas pessoas que eu mais eu amo, meus filhos Malu e Gui.
Amo vocês, filhos, saibam disso.
Pai, entrego a minha vida em tuas mãos.
Que eu seja muito feliz por tudo que eu queira.
Amém e graças a Deus.
🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏🙏
Às vezes o ódio fala mais alto dentro fazendo-nos tomar decisões e atitudes dos quais só nós levaram pra destruição.
Por isso pense bem antes de falar ou fazer qualquer coisa antes que seja tarde demais
...
LIBERDADE
A liberdade não é o espaço onde estás, é a paisagem que carregas dentro das grades que te dão. Sou livre, dentro da prisão!
“Queria que o mundo fosse como dentro da minha cabeça.
Lá, as pessoas permanecem.
Os sentimentos têm profundidade.
O amor não chega com prazo de validade.
Dentro de mim existe um lugar onde ninguém precisa fingir ser forte o tempo todo.
Pena que a realidade quase nunca fala a mesma língua da alma.”
Força interior é quando arrebentamos as correntes mentais que nos aprisionam dentro de nós mesmos.
(Beatriz Campos Arroyo)
A vida pode até não estar fácil menina, mas você é mais forte do que imagina. Dentro de você está a esperança, quem sabe adormecida, mas não morta.
Wanessa Guimarães Z96
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