Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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Sonhei alugando uma casa mal assombrada com catacumba dentro... 16 de junho de 2024




"Sonhei alugando uma casa que tinha morrido alguém e estava enterrado lá, tinha uma catacumba e a casa era mal assombrada, sempre tinha uma sombra preta em um dos 3 quartos.
Desisti de alugar no final"

10 de julho de 2024


"Sonhei com uma rua cheia de gaiolas, com passarinhos dentro, nesse mesmo sonho bandidos estavam perseguindo meu marido que saiu para fazer xixi no banheiro do lado de fora, eu fui atrás dele, a fim de protegê-lo e consegui entrar em uma portinha, onde havia uma fechadura e consegui fechar a porta e pôr o ferrolho enquanto o bandido apontava a arma para meu marido. "

Existe uma ideia silenciosa que, quando compreendida, reorganiza tudo por dentro. O arquiteto do universo não criou você, homem ou mulher, para fracassar. Criou para aprender, experimentar, ajustar, aprofundar. O fracasso não é um erro de projeto. É parte do método.
Quando você olha para a própria vida apenas pela lente do acerto e do erro, perde algo essencial. Você passa a acreditar que existe um caminho certo pré definido e que qualquer desvio prova inadequação pessoal. Essa leitura é rasa. Ela ignora que viver é um processo de refinamento, não de desempenho perfeito.
Nada no universo funciona por linha reta. Tudo se expande por tentativa, adaptação, repetição e correção. A natureza não se humilha quando algo não funciona de primeira. Ela recalibra. Você, no entanto, aprendeu a se julgar como defeituoso ou defeituosa diante de cada falha, como se o arquiteto tivesse errado ao te criar.
Não fez. O erro está na interpretação.
Você foi feito e feita para atravessar experiências que desenvolvem discernimento. Algumas doem. Algumas frustram. Algumas quebram expectativas antigas. Mas nenhuma delas existe para te anular. Elas existem para te tornar mais consciente, mais preciso e mais responsável pela própria trajetória.
Quando você chama a si mesmo ou a si mesma de fracasso, está atribuindo ao arquiteto uma falha de intenção. Está dizendo, mesmo sem perceber, que sua existência é um engano. Essa conclusão não nasce da realidade. Nasce do cansaço, da comparação e da pressão por resultados rápidos.
Aprender raramente é confortável. Aprimorar quase nunca é elegante. O processo envolve tropeços, perdas temporárias e sensação de atraso. Mas atraso em relação a quê. Ao cronograma de quem. À expectativa de quem.
Você não veio ao mundo para cumprir a narrativa alheia de sucesso. Veio para desenvolver consciência a partir das experiências que viveu, com os recursos que teve, no tempo que foi possível. Isso não te isenta de responsabilidade. Te devolve perspectiva.
O arquiteto do universo não trabalha com desperdício. Nada do que você viveu foi em vão, mesmo aquilo que você gostaria de apagar. Cada tentativa frustrada revelou limites, padrões, ilusões e capacidades que você não teria descoberto sem o impacto da realidade.
Fracasso não é o oposto de propósito. Muitas vezes é o instrumento dele.
O problema começa quando você transforma aprendizado em identidade negativa. Quando passa a se definir pelo momento em vez de entender o movimento. Você não é o erro. Você é quem observa, ajusta e segue. Ou pelo menos pode ser, se parar de lutar contra o processo.
A ideia de que você deveria acertar sempre é uma exigência artificial. Ela não vem da vida. Vem de sistemas que valorizam resultado acima de consciência. O universo, ao contrário, valoriza expansão. E expansão exige tensão.
Você não está sendo punido ou punida quando algo dá errado. Está sendo convidado ou convidada a refinar escolhas, postura, direção. Ignorar esse convite gera repetição. Acolher gera amadurecimento.
Aprender também exige humildade. Aceitar que você não sabia, que escolheu mal, que superestimou algo ou alguém. Isso não diminui você. Isso te devolve ao fluxo real da vida, onde crescimento acontece.
O arquiteto não espera perfeição. Espera presença. Espera que você esteja atento e atenta ao que cada experiência revela. Quando você entra nesse estado, o fracasso perde o peso moral que colocaram sobre ele. Ele vira informação.
Aprimorar vivências é exatamente isso. Viver, observar, ajustar. Sem drama excessivo. Sem autopunição. Sem transformar cada queda em prova de inadequação existencial.
Você não foi feito e feita para vencer sempre. Foi feito e feita para se tornar alguém mais lúcido a cada etapa. E lucidez, no longo prazo, constrói resultados mais sólidos do que qualquer vitória apressada.
Quando você aceita isso, algo se acomoda por dentro. A urgência diminui. A comparação perde força. E você passa a caminhar com mais responsabilidade e menos desespero.
Não porque agora tudo ficou fácil, mas porque você entendeu que não está quebrado ou quebrada. Está em processo.
E processos verdadeiros não fracassam. Eles evoluem.


FIM

Tem uma coisa estranha acontecendo dentro da minha própria casa e eu ainda não decidi se isso é amadurecimento ou algum tipo sofisticado de bug emocional. Meu marido anda em silêncio, mas não é aquele silêncio confortável de quem já dividiu tantas palavras que agora pode descansar nelas. É um silêncio que observa. Ele fala pouco, mas quando fala, solta frases que parecem ter vindo de uma reunião secreta com a própria consciência. Diz que agora percebe coisas que antes não percebia. E eu fico olhando pra ele com a sensação de que perdi o acesso à versão anterior do homem com quem eu me casei.


E aí teve o beijo.


Eu estava ali, entregue, porque quando eu amo eu não sei amar pela metade. Eu beijo como quem assina contrato sem ler as cláusulas, confiante, intensa, emocionalmente parcelada em doze vezes sem juros. Só que no meio daquele momento que, teoricamente, era pra ser nosso, eu senti. Não foi falta de toque, não foi ausência física. Foi pior. Foi ausência de presença. É como se ele estivesse ali… mas não estivesse. Como se o corpo dele tivesse comparecido, mas a mente tivesse mandado um representante.


Quando eu abri os olhos, ele estava me olhando. Não era um olhar apaixonado, nem distraído, nem sequer culpado. Era um olhar… analítico. Como se eu fosse um documentário interessante passando na televisão e ele estivesse tentando entender a narrativa. E naquele exato segundo, alguma coisa dentro de mim fez um barulho baixo, tipo vidro trincando devagar.


Eu me senti descartável.


Não descartável no sentido dramático de novela das nove, mas naquele jeito silencioso, sofisticado, quase elegante de perceber que talvez eu não esteja mais sendo vivida, só observada. E isso, pra quem sempre foi intensidade pura, é um tipo de solidão muito específica. Porque não falta alguém ali. Falta ser sentida.


E desde então eu fico tentando decifrar esse novo idioma dele. Será que ele evoluiu e eu fiquei parada? Será que ele está enxergando coisas que eu nunca quis ver? Ou será que ele simplesmente se afastou emocionalmente e agora chama isso de consciência?


O mais curioso é que ele não parece distante no sentido clássico. Ele não brigou, não sumiu, não virou outra pessoa completamente. Ele só… mudou o jeito de estar. E isso é muito mais difícil de confrontar, porque não tem um problema claro pra resolver. Tem uma sensação. E sensação não se debate, se vive.


E eu continuo aqui, meio entre o amor que eu construí e a dúvida que começou a sussurrar. Porque amar alguém que está presente é fácil. Difícil é amar alguém que começa a se retirar sem sair do lugar.


No fim das contas, talvez o maior medo não seja perdê-lo. Seja perceber que, de alguma forma, eu já comecei a perder… e ainda estou aqui, beijando alguém que me olha como se estivesse tentando entender quem eu sou.


Agora me conta, você já se sentiu assim também?

Existe uma pergunta que atravessa séculos e continua ecoando dentro da mente humana: se Deus existe, por que existe tanta dor no mundo?
Mas talvez exista uma pergunta ainda mais profunda que quase ninguém tem coragem de fazer: se recebemos a liberdade de escolher, por que insistimos em entregar a culpa das nossas escolhas para Deus?

E você, está esperando o mundo reconhecer o herói que existe dentro de você, ou já começou a agir como ele hoje?

Você está construindo uma vida que admira ou apenas sobrevivendo dentro de uma rotina que aprendeu a aceitar?

A maturidade só é possível quando nos encontramos dentro de nós mesmos. Porque é somente então que as coisas começam a mudar, juntamente conosco.

NA VIDA ADULTA, NÃO EXISTEM AMIGOS. NEM NO TRABALHO, NEM DENTRO DE RELACIONAMENTO. QUANDO VOCÊ LEVA PARA A SUA CASA, PRINCIPALMENTE. TODOS SÃO CONCORRENTES DA SUA VIDA. VIGIE. APRENDENDO COM O ERRO DOS OUTROS E PASSANDO O RECADO!

Você está dentro de uma caçamba de lixo.
Você foi levada para algum lugar por engano.
Você grita.
Pede socorro.
As pessoas avisam o motorista.
Ele para.
E então ele te abraça.

“Talvez essas experiências aconteçam enquanto estamos vivos, dentro da nossa própria consciência.”

*Algo estranho acontece lá fora, e eu aqui dentro não consigo dormir, não sei se é saudade o desamor, mas ambos me fazem pensar, e assim vou trocando de travesseiros e revirando na cama sem ter ao menos como sonhar.*
(Saul Beleza)

Coração vazio tem respiração curta, quase em silêncio. Mas a solidão grita alto dentro da gente... acelera os "ais" e, de madrugada, o frio só faz o peito batucar mais forte. Não deixa a gente esquecer que tá vivo, mesmo doendo.

É nessas horas que a gente lembra que pulsar, mesmo que machuque, ainda é sinal que tem algo aí dentro esperando amanhecer.
(Saul Beleza)

*Loucura Sensata*

Dentro dessa minha loucura toda,
a sensatez me cobra e nada me acomoda.
Me pede uma loucura menos responsável,
de amar você mesmo sendo inviável.

O juízo diz pra ir, pra largar, pra esquecer,
mas o peito teima e quer te querer.
É amar com o freio, amar com dor,
amar sabendo que não tem futuro, a não ser o presente.
(Saul Beleza)

Hoje eu consegui me olhar,
e enfim, eu me vi.
E dentro desse meu ver,
vi teu olhar me acenando.
Olhos de saudade,
calmos, fundos,
e as meninas dos teus olhos
bailando só pra me chamar atencão.
Não era mais espelho,
era encontro.
Eu me olhando,
e você morando no meu olhar.
(Saul Beleza,)

Sai daqui. de dentro sai quero e nao quero amo e nao amo vejo mais nao quero ver futuro para que, viver ou morrer ,pensar ou fechar. Há foda-se.

Inserida por SOLEQUEDIEGO

O que era sabor agora se tornou dissabor por não estar dentro da vontade de Deus. E isso traz maturidade para não tentar mais sozinho na minha própria experiência humana. Mostra-me o quanto preciso do meu papai e de sua experiência como fundador do universo meu criador.

Inserida por PrDanilo

Vamos iniciar nosso final de semana vivendo O amor verdadeiro.
O amor verdadeiro é de dentro prá fora, toca o corpo, mas envolve a alma.

Inserida por Waldetes

Dentro de nós existe uma força, que nos impulsiona e nos ilumina mas...
Do meu lado está sempre Ele, que nunca me deixa, me proteje, me guarda e me estende a mão seja qual for a minha caminhada

Inserida por Waldetes

Não há mudanças em nós ou dentro nós, não. O que há em nós é calor do tempo que derrete nossa rigidez, pondo em vista, o nosso verdadeiro interior, onde somos frágeis porém verdadeiros.

Inserida por WeltonOliveira