Tenho um ser que Mora dentro de Mim

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O sentido da vida não é algo a ser encontrado, mas uma responsabilidade a ser assumida através da visão, do amor e da coragem de dar um propósito à própria existência.

Assim como Saulo, nós podemos ser alcançado pela graça que superabunda onde o pecado abundou, podendo revelar a transformação do coração rebelde, e a obra do amor de Cristo e do poder convincente do Espírito Santo.

Sabia que a esperança era capaz de ser o mais cruel dos enganos e, ainda assim, o único abrigo possível.

" É melhor ser bruxa do que demônio disfarçado de anjo."

Temos tanto a ser vivido, temos tanto o que escrever em nossos "livros diários", tantas páginas. Que tentamos ao menos fazer com que as decepções não nos derrotem mas, se assim fizer-nos, que cada derrota então sirva-nos de aprendizagem sem nos roubar a PAZ, o AMOR e a PALAVRA.

Flávia Abib

Não há vergonha em ser sensível; o que é verdadeiramente humilhante é se esconder atrás dos próprios sentimentos. A vida é preciosa e cheia de esperança.🕊

⁠Liberte-se
e se expresse!
Não deixe para amanhã
o que precisa ser dito...
o que precisa ser feito!

⁠Força na alma
Sonhos na bagagem
Luta constante
Ser de fases

Guerreira na essência
Brilhante na vida
Forte como rocha
Sua luz é bem vinda

Iluminada como a lua
Ela é toda magnitude
Abençoada por Deus
E cheia de virtude

Como flor,
Com sua beleza e esplendor
Passa por vento e chuva
Mas sempre está na lida

Tem mistério
Tem beleza
És sentimento por natureza

Por toda parte, tuas sementes...
MULHER

⁠Eu tive que amadurecer,
para que a minha mente
e o meu sentir
não exaurisse o meu ser...
para que também
não tivesse que
me abater com as coisas
que não consigo entender.
Hoje, sigo com muito mais fé
e sabendo que DEUS
vai me acompanhando...

Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.

Tem trave que insiste em ser cisco. Tem homem que se diz isto e aquilo, mas meu bem, não me vem com esse monte de mentiras, que tenho armadura contra máscaras.

As páginas sobre a mesa estremeceram como se esperassem ser escritas por mãos que ainda não tinham chegado, ou por vozes que não se sabiam mãos.

⁠Já parou para pensar
que o que tu chamas
felicidade,
pode ser passageiro?
Então, aproveite
o momento e tente prolongar
o que te faz bem!
Afinal, nem tudo
será eterno!

⁠Quero desvendar
seus segredos,
te amar sem medo
e ser seu eterno abrigo.

⁠Sabe o que é riqueza?
É ter a certeza
de ser, querer
e fazer o bem!

⁠Amar o mar,
ser feliz
e não morrer
na praia.

NUNCA DESISTA
DA CAMINHADA!

⁠Quero chegar
onde nunca cheguei...
amar, amar, amar...
ser feliz infinitas vezes!

⁠Decisões devem ser tomadas
para que seu amanhã
seja renovado!
FAÇA O NOVO CHEGAR
E SINTA TUDO SE TRANSFORMAR!

⁠Quebrou?
Será que tem conserto?
Será que os cacos
podem ser colados?
Somos feitos de pedaços,
buscando sermos inteiros,
num mundo cheio
de seres imperfeitos.

⁠Professor,
Realmente você tem valor!
O seu exemplo deve ser seguido,
Forte guerreiro com seu
Escudo - o livro.
Semeador de conhecimento,
Sua lida enobrece
O seu caminho e
Rega de bençãos a sua vida.