Tempo Sucesso
Bilhete do Dia!
Reserve um tempo pra você.
Silencie o mundo e ouça a voz do coração.
Se escute mais, sinta mais e se ame mais.
Seja gentil, tolerante e paciente consigo mesmo.
Que todo o seu amor e brilho reflitam para si e para todos.
Feliz Natal!
É tempo de celebrar a vida, a família e os amigos.
Desejo que nesse Natal o amor ilumine você, que a esperança preencha o seu coração, que a união, a paz e harmonia prevaleçam em seu lar.
Que Deus em sua infinita bondade espalhe bênçãos e luz sobre a sua vida.
Algum tempo atrás
Eu perdi o olhar doce
Junto com ele, perdi a capacidade de amar qualquer pessoa a não ser a mim mesma por ter esquecido de mim esse tempo todo.
Ilusão do tempo.
Ocupa-se com o futuro
e esquece do presente.
Coisas boas passaram.
Olhou para trás — perdeu.
O momento é agora.
A estrela apagou,
mas você viu o brilho?
A religião promete futuro após a morte.
A ciência tenta garantir futuro até a morte.
Adiar o fim
ou correr para o paraíso?
O que vivemos é real?
A realidade é amanhã
ou já foi ontem?
Ah… os planos do amanhã.
Por qual razão você está aqui, agora?
Viver para o futuro
é cegar o presente.
Viver no passado
é enganar-se eternamente.
Há segurança no passado fixo, conhecido.
É confortável.
Mas você está no meio do novo,
do desconhecido.
Desconhecido
inerente à existência.
Onde está sua existência
sem a imputação da mente?
Uma mente que ecoa o passado
e se agarra, esperançosa, ao futuro.
Ilusão do tempo.
Memórias?
Expectativas?
Nunca houve.
Nunca há.
Nunca haverá.
Lembrar.
Prever.
E agora?
Agora
eu só queria dormir.
Saudade
Saudade é tempo parado,
um abraço que não vem.
Dói porque foi verdadeiro,
fica porque fez bem.
Estou te doando muito amor e carinho,
Pq são coisas que não são perecíveis, com o tempo eles não acabam só faz aumentar 😍😻 abraço 🤗 bjosss 💋💋
O tempo com amor é lindo demais,😍
Pra amar todo tempo é tempo, 😍
Todo tempo é tempo de amar, ❤️
I love you baby 😉❤️😍 bjosss 💋💋
As vezes caminhos se abrem e decisões precisam ser tomadas com agilidade, pois o tempo não perdoa indecisões.
Reserve a maior parte dos seus frutos para compartilhar com quem passa mais tempo á um milímetro de você, pois há os que fingem proximidade, e os que nem fingem, porém querem parte da colheita e não você.
A premissa "o trabalho dignifica o homem" é, ao mesmo tempo, consolo para quem acordou cedo e o prêmio para quem vai dormir cansado.
Vc sabe o que é o abismo?, fundo, escuro, códex, algo tão profundo, e ao mesmo tempo tão escuro, mergulhar na imensidão do acaso, escolher uma rota a seguir, procurar por algo que vc não encontrará, indo, e indo, cada vez mais fundo neste abismo, sonhos são ilusões, desista deles, porque vc não deve seguir um sonho, e sim seguir provando sua vida a consegui-lo, eu aprendi a muito tempo, e abandonei, ideologias, sonhos, esperança, isso por que: Nada Fazia Sentido.
Se não fazem questão do seu tempo,
faça você mesmo questão;
se não te amam, se ame;
se não te admiram, se admire.
O que você não pode fazer é ficar parado
esperando reconhecimento de quem
nem te enxerga.
Eu sou um paradoxo. Gosto de ser feliz, mas eu penso em coisas tristes o tempo todo. Eu não gosto de mim, mas eu amo a pessoa que eu me tornei. Eu digo que eu não me importo, mas eu me importo muito. Quero atenção, mas eu gosto de me afastar de tudo e de todos. Eu ajudo pessoas, mas eu quebro meu coração tentando concertar o deles. Eu amo ouvi-los, mas eu nunca os digo o que tem dentro de mim.
Melhor é o silencio e o tempo para revelar a verdade; o que fala, insita discussões tolas que tiram sua paz.
Ninguém consegue se esconder por muito tempo...
É debaixo dos panos que muitas coisas acontecem.
Que lixos e pessoas se escondem. Pessoas se escondem e escondem os seus lixos também.
É debaixo dos panos que pessoas manipulam as outras. Que a sujeira fica disfarçada e o ambiente aparentemente limpo, até que não se consegue disfarçar o cheiro e toda a podridão até então camuflada, escondida, disfarçada começa a fazer mal a quem está envolta, até mesmo quem o escondeu. E chega a hora de limpar, de faxinar, de jogar fora. Porque, mentiras, sujeiras, disfarces não se consegue esconder por muito tempo. Uma hora a mascara cai e o lixo apodrece.
O PREÇO DA EVOLUÇÃO
Já faz algum tempo que venho me observando com mais atenção. Nesse processo de autoanálise, aprendi algo valioso: o preço da evolução.
Como se diz popularmente, abri a caixa de Pandora.
A expressão vem do mito grego em que Pandora, a primeira mulher, recebeu uma jarra contendo todos os males da humanidade — como a doença, a guerra e a tristeza — e, por curiosidade, a abriu, liberando-os no mundo. Restou apenas a esperança no fundo da caixa.
É mais ou menos isso.
No grupo do qual faço parte, dizemos que “é olhar os pontos cegos, é acender a luz no quarto escuro”.
Um dos momentos mais reveladores foi entender meu padrão de funcionamento — onde estavam as manias, os repertórios e as marcas deixadas pela infância. Nosso corpo e nossa mente se adaptam da melhor forma possível para sobreviver. Afinal, era (e muitas vezes ainda é) sobre isso: sobreviver, apesar de tudo.
Ao longo desses dois anos, compreendi que todas as circunstâncias estão interligadas por decisões e ações — tomadas ou não.
Passamos a enxergar tudo com outros olhos.
Como costumamos dizer: com os óculos divergentes.
Hoje, perceber os acontecimentos e entendê-los antes que se tornem complexos demais para resolver é simplesmente extraordinário.
Recentemente, identifiquei um ponto cego.
Quando somos crianças, precisamos de proteção, de um ambiente acolhedor e seguro, onde nossa integridade e nosso intelecto possam se desenvolver sem dependências emocionais.
Mas percebi algo doloroso: a pessoa de quem eu esperava proteção eu tinha medo… medo pela minha própria sobrevivência.
E isso é profundamente problemático na formação de uma criança.
Ela quer desesperadamente ser abraçada, acolhida, acalentada — mas teme, porque justamente quem deveria protegê-la é também quem desperta medo.
Então o corpo deseja o toque, o carinho, o amparo… mas a mente reage com defesa.
Sentimentos confusos, bagunçados, onde se ama e se teme a mesma pessoa com a mesma intensidade. E o que acontece na vida adulta? Transferimos esse padrão para nossos relacionamentos.
Quando começamos a nos envolver com alguém, por mais que o corpo queira se entregar, a mente grita:
“Cuidado! Vão te deixar. Vão te trair.”
A entrega, que deveria ser leve, se torna um campo de batalha entre corpo e mente. O corpo diz: “Vai, confia”. A mente responde: “Não vai, não confia.”
Dias atrás, vi uma publicação de um psicanalista que explicava isso cientificamente — e fez todo sentido.
Ele falava sobre a linguagem biológica das emoções.
Quando estamos felizes, nosso corpo produz quatro neurotransmissores principais:
*Endorfina, que alivia dor e estresse.
*Serotonina, que traz satisfação e bem-estar.
*Dopamina, que motiva e gera prazer.
*Oxitocina, o hormônio do amor e do afeto.
Essas substâncias são como mensageiros do corpo e da alma — regulam humor, sono, apetite e emoções.
Mas quando sentimos medo, entra em cena outro sistema:
O corpo libera adrenalina, preparando-nos para lutar ou fugir, e cortisol, o hormônio do estresse.
Curiosamente, também pode haver liberação de oxitocina, para promover conexão em meio ao medo.
E quando sentimos alegria e, no segundo seguinte, medo ou raiva da mesma situação?
Nosso corpo entra em confusão. É uma mistura química intensa — luta, fuga e euforia coexistindo.
Ah… esse tal de autoconhecimento!
É revelador, libertador e, ao mesmo tempo, desafiador.
Como disse no início, é abrir a caixa de Pandora — e ter maturidade para limpar os próprios núcleos emocionais.
É ter as conversas necessárias para recuperar a autonomia de viver uma vida plena, feliz e em progresso. É retirar as travas que nos impedem de seguir.
Costumamos dizer: plano, preço, pagamento e resultado inevitável.
Eu decidi pagar o preço de limpar meus núcleos.
E sei que o resultado será excelente — porque é inevitável.
Afinal, tudo muda quando alguma coisa muda!
Albert Einstein disse:
“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”
Essa frase me toca profundamente. Ela nos lembra que a expansão é irreversível. Ao absorver uma nova perspectiva, nossa mente se transforma — e não há como voltar atrás. Estar aberto ao aprendizado é o que impulsiona o crescimento e a inovação. Cada nova ideia nos convida a ver o mundo por outro ângulo. E, depois disso, nunca mais seremos os mesmos. Agora, com uma nova visão sobre as circunstâncias, só me resta viver conforme dizemos por aqui:
-Vai pra vida. Ela te espera!
Ana Cláudia Oliver-09/10/2025
Déjà Vu
"Vem doce, meu bem
Vem doce que o tempo é nosso".
Seu colo, nêga, me coube.
Dos seus braços, recebi dengo.
Descansei debaixo de tuas sombras, baobá.
Degustei dos teus frutos.
Oh, bá!
Me enrolei na tua juba, leãozinho.
Fui me esconder na barra de tua saia,
Fiquei preso entre tuas pernas.
Se eu tivesse o dom da vida,
Te daria a eternidade de sempre
no mesmo corpo ressuscitar.
Sou cético ao espiritismo,
Mas parece que já te peguei
em outro lugar.
Melhor, vários lugares! (Que ritmo!)
A poesia pra nós, passa pano.
Seria um déjà vu?
An!? Já visto!
É como noutro plano
ouvir Djavan=Caetano.
Mar é tu,
provoco tua ressaca (pompoarismo)
E te aguardo na beira da praia de manhã.
Nas profundezas da tua carne negra, nêga,
Eu me joguei de corpo e alma.
Lábios de jabuticaba,
Não há caba que resista-os.
Provca meu nervo vago.
É o id freudiano.
Você não pode ter cabimento,
Porque derrama pelos lados.
Na maré masna,
atraquei meu barco em ti, Mar.
Minha vela foi guiada pelo teu vento.
Quem vem lá sou eu
À cancela bateu,
Madrugada rompeu
Marinheiro sou eu!
Vem desaguar em mim porque sei mergulhar,
Sou profundo.
"E esqueço que amar é quase uma dor"
A posteriori, tu:
..."é o som,
é a cor, é o suor
É a dose mais forte e lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta".
Maria (Aguenta!)
A vida lhe fez assim:
Doce ou atroz
Mansa ou feroz
Eu, caçador de ti,
Mata Doce (Matar-doce).
Em tu não há curvas,
(mas tem linhas de poesia)
Me escondo na moita.
Cheirosa, Mata Doce, Maria.
Em vossa pessoa tem encanto.
Compõe o cenário, o texto que és:
Minha voz eu-lírica, alegria.
Nós temos um vocabulário próprio,
Um acontecimento veio descrever:
Só cabe a nós conjugar, viver o lexema
Num olhar, no argumentar com os lábios, num abraço, num poema.
Sob a poética de Milton Nascimento:
"Quem sabe isso quer dizer amor
Estrada de fazer o sonho acontecer".
Se tu me permitir:
Quem dera ser um peixe
Para em teu límpido mar mergulhar
Fazer borbulhas de amor pra te encantar
Passar a noite em claro
Dentro de ti.
"Quando acordei estava só
Sem ter ninguém do meu lado,
Era muito mais melhor
Que eu não tivesse sonhado.
Quem já vai no fim da estrada
Levando a carga pesada
De sofrimento sem fim,
Doente, cansado e fraco
Vem um sonho enchendo o saco
Piorar quem já está ruim".
A minha vontade agora é de sair caminhando em uma estrada sem
Saber onde vou chegar, sem tempo pra retornar, sem que ninguém esteja a me esperar.
A minha vontade mesmo era sumir do mapa ate mesmo dos pensamentos das pessoas dos sentimentos, da vida, como se pudesse ser desfeita toda minha história na terra, que eu pudesse voltar de onde eu vim.
A minha vontade no momento era ir pra um lugar que eu nunca fui mais eu sei que eu vim de la, eu nao sei oq tem la mais com certeza é melhor do que o que tem aqui, é um paradoxo sem fim, parece embaraçoso, mais eu sinto saudade do que eu nunca apalpei, como ser ja tivesse vivido intensamente.
A minha vontade mesmo era sair voando pelo espaço vendo coisas novas sem preocupar com o tempo, pq o tempo ja ficou pra traz e nao me governa mais, estarei a cima do jugo do tempo que tanto me aflinge.
Acredito, sim.
Mas acredito também que ainda há tempo.
Tempo de resgatar o que nos foi roubado pela pressa, pela competição inútil, pela máscara que sufoca a essência.
Nos perdemos na vaidade, mas podemos nos reencontrar na humildade.
O orgulho nos afastou, mas a verdade pode nos unir.
Não precisamos de aplausos para existir.
Não precisamos de palco para sorrir.
A vida é feita de chão, de poeira, de mãos dadas sem contrato, de olhares que não cobram nada.
A grandeza está no simples, e o simples é o que nos salva.
Que tenhamos coragem de despir a arrogância,
de abandonar o peso das aparências,
e de voltar a rir como crianças — livres, sem medo de ser o que somos.
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