Tempo Rápido
Toda vez que vejo o tempo assim, me lembro de alguém...
Que adora tomar banho de chuva, pés descalços, sentindo energia da natureza.
Talvez essa água diga coisas que ninguém entenda, mas é benção, amém.
Talvez seja apenas canção, lágrima ou pranto, ainda assim exibe sua beleza.
Vem chuva, alimentar rios, cardumes, plantações, regar nosso espirito de criança.
Até porque depois de chuva, vem tempo bom, após as lágrimas, vem sorriso, esperança.
Talvez um dia eu entenda teu amor, teu mistério, quando estiver na paz do cemitério,
E o meu corpo assim como a chuva, matar sede e fome das rosas!
Depois de muito tempo
Agora eu entendo
Que minha busca por entendimento
Talvez não tenha fim
Ao não ser que eu admita para mim
Que já ouvi muito
Sobre quem somos e porque estamos aqui
Natal é tempo de paz e amor
Não me diga o contrário, por favor!
Nasceu Jesus Cristo, o nosso Salvador,
Num presépio frio, humilde e sem calor!
O Prisioneiro Tecnológico
Num tempo atrás sonhamos em voar.
Voamos em aviões, em foguetes,
Voamos para a terra,
voltamos para a casa.
Neste tempo agora sonhamos em voar
Voaremos em carros voadores,
Voaremos não, pilotaremos.
Pilotaremos robores ou nos teletransportaremos.
Dirigiremos os carros voando,
Pilotaremos robores ou seremos os robores?
Teletransportaremos o corpo mas o eu sempre ficará.
Tecnologicamente evoluímos?
Humanamente evoluímos?
"Se os sonhos voam, hoje eles são pássaros em gaiolas tecnológicas"
Tu que acreditas que o tempo é o herói das mágoas vede bem que ele talvez seja o vilão de todas as coisas. Esperas que tudo se resolva e perdes o pouco que deverias tu agarrar. Lembra: Mesmo o relógio, que dele conta as histórias, se desgasta - Ele nada guarda já que tem o infinito para matar.
Queria ser uma cancão e te pedir desculpa com uma melodia e tom de amor.
Queria ser o tempo e voltar e poder te abracar nesse dia especial.
Queria ser um passaro e poder voar ate você e te dizer olhando nos olhos que é uma pessoa especial em minha vida.
Queria ser o vento e refrescar sua cabeca e lembrar que estou velha e esqueci do seu aniversário.
Quero dizer que te amo e é e sempre sera minha melhor amiga de infância e de toda vida. Feliz Nova primavera.
"Na vida eu aprendi, a não perder tempo, com aquilo que não é meu, que nunca foi meu, e que nunca vai ser meu."
Descobri que o ódio é uma espécie de devoção. Muitas vezes gastamos mais tempo com quem odiamos do que com as pessoas que dizemos amar.
aprendi a usar
meu tempo cuidando
da minha vida
descobri que me dou
tanto trabalho
que não tenho tempo
para cuidar da dos outros
A noite nasce na onda solitária do tempo, mais uma vez chegou essa negra e forte noite de nuvens passageiras, que arrastam em mim os mais diversos pensamento, ela traz consigo o inquietamento da alma. A Lua tem ar suspeito, daqueles de quem sabe algum segredo mas não conta pra ninguém deitar é a única escolha, sonhar é a única liberdade. Essa face oculta e escura mexeu com os meus pensamentos
Como folhas brincando encantadas com o vento eu sigo andando pelas ruas relembrando nossos melhores momentos. Boa noite.
Certo tempo, em outra estação, para os grãos de areia que acompanharam a evolução e a passagem da tempestade de areia no deserto – o eu lírico – andara sem destino nestas terras áridas. A tempestade de areia passou e a estação mudou. As miragens deste deserto me fez lembrar o jardim que eu cultivava, da flor que, por um momento, pensei que fosse a minha rosa, mas, era um girassol que eu regava. Neste jardim de belas flores tinha uma abelha rainha pousada em um girassol a espera do seu tão sonhado zangão, ela estava sentindo o aroma que borrifava em seu rosto através do néctar. Pousei bem entusiasta no girassol, bailando para mostrar os meus talentos de zangão para a pequena abelha rainha. No fim, os nossos pólens não se conectaram, estávamos em estações diferentes, ainda não era tempo de colheita. Talvez esta não conexão viesse para dá mais vida ao zangão, mais momentos para voar. Desse amor, só se troca pólen uma única vez com a abelha rainha, depois disso, somos ceifados para outra estação, morremos. Como zangão, imagino que tive a oportunidade de me reinventar e bater asas para um novo jardim, de ser ceifado em um momento em que a conexão de pólens ocorrerá de forma plena e intensa com o néctar da vida. A estação não chegou, porém tudo mudou quando o zangão voou.
Tempo ao Tempo.
O amanhã.
- o quê virá?
- a história a ser escrita amanhã.
- e a de hoje?
- foi arquivada.
E tudo que um dia foi,
hoje já não é mais,
a brisa de um grande amor
se desfez há um tempo atrás.
E hoje o nos resta
são cinzas de uma lembrança
na minha e na tua vida
já não há mais esperança ,
e o casamento se foi
saudades não deixa mais
foi brisa de um inverno
que ao chegar do verão
já se desfaz, um adeus
vou te dizer, me perdoe muito
mas, já não existe amor então
peço-te por favor
que guarde seu coração do amargo e rancor,
não te deixes vencer do mal
mas vence o mal com amor
segue então a sua jornada nessa grande e longa estrada,
certamente será infeliz antes agora do que nada.
Homens que perderam a sua identidade.
Vivemos em um tempo em que os homens perderam a sua identidade, perderam a postura de homem. São cheios de traumas emocionais presos por correntes de emoções, traumatizados, não conseguem avançar e ficam paralisados com medo dos seus traumas.
Homens fracos, homens medíocres, homens que não são mais dominadores, mas que são dominados por toda espécie de vício: fisiológico, psíquico e emocionai.
São homens que se entregam aos deleites e as emoções maléficas deste mundo que só tem a oferecer-lhes migalhas ao invés de palavras sólidas.
Homens covardes, que não conseguem enfrentar uma batalha, homens afeminados. Homens! Onde estão os homens que vão morrer por seus ideais? Que vão morrer mas, vão deixar seus nomes escritos na galeria dos heróis da fé? Onde estão os homens dessa época? Homens! A terra clama por homens de caráter que não se entregam, que morrem, lutam vencem e não são dominados.
Já foi lançada uma palavra onde o homem seria o dominador sobre todas as coisas na terra e hoje, infelizmente, o que vemos são homens dominados e escravizados, presos sem conseguir avançar e chegar na terra que mana leite e mel. A terra da conquista, a terra dos seus sonhos, famílias abandonadas, traumatizadas porque os homens dessa época não conseguem se colocar no seu lugar que é de dominador, provedor e conquistador.
Onde estão os Pedros, os Paulos, os Tiagos? Onde estão John Wesley, Martinho Lutero, John bunyan? Onde estão aqueles que morrem para que outros possam viver? Onde estão os que entregam seus corpos para serem queimados em favor de outras vidas? homens!
Onde estão os homens que eu não consigo vê-los.?
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