63 frases sobre o tempo para aproveitar cada momento

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“Os falsos profetas deste tempo não negam Deus — eles O usam. Fariseus do tempo moderno, vestem santidade como figurino, citam a Palavra para se blindar e chamam de fé aquilo que na verdade é controle. Não conduzem almas, administram plateias; não servem ao Reino, servem ao próprio ego. O nome de Deus está na boca, mas o coração já escolheu o lucro.”

“O agasalho esquecido ainda guarda a forma… aquecendo um tempo que não existe mais.”

"A nostalgia percorre o tempo como vento silencioso, trazendo à tona ausências que o coração insiste em lembrar.”

“O sorvete derrete no sol — lembrando que até as coisas mais doces têm seu tempo contado.”

“A ansiedade acelera o tempo por dentro — enquanto a depressão o desacelera até que tudo pareça distante demais para sentir.”

“Algumas conexões não são rasas por falta de tempo — são rasas porque nunca tiveram profundidade para existir.”

Por muitos anos, desisti dos campeonatos.
Com o tempo, percebi que troféus e faixas envelhecem e acumulam pó.
Meu verdadeiro objetivo foi provar a mim mesmo que venci o meu próprio ego.

“Quando a existência se orienta pela vocação, o tempo deixa de ser força de desgaste e passa a ser instância de legitimação.”

A mulher da minha vida caiu do céu...
Depois, de algum tempo, encontrei a vassoura quebrada no chão....

Minha amada Carla
Fiquei um tempo sem escrever, mas as nossas histórias continuam transbordando em meu peito e estou voltando agora, pois tenho muita coisa nova para contar. Quero registrar nossa ida mágica a Paquetá, começando por aquele momento na, Praça XV. Você sabe como adoramos aquela feira de antiguidades, ver você pechinchar e escolher aqueles anéis de prata foi um daqueles pequenos detalhes que tornam você a minha protagonista dos sonhos.


Ainda sinto o gosto do acarajé que experimentei pela primeira vez ao seu lado, corremos para a barca com a marmita na mão para não perder a viagem, e o sabor daquela descoberta, misturado à paisagem maravilhosa, foi simplesmente delicioso. Assim que descemos da barca, nossa aventura começou, e claro que não poderia me esquecer, com nossos tênis novos. Caminhamos por ruínas e bosques, nos sentindo em um mundo particular onde o tempo parecia não existir.
Fizemos amizade com os miquinhos que chegaram tão perto que pudemos alimentá-los com biscoitinhos. Andamos tanto que, ao final, você me confessou que nunca tinha andado tanto em toda a sua vida. Cada passo, porém, valeu a pena, pois ao seu lado sinto que estou começando a minha vida agora e que juntos somos invencíveis. Quero que essa lembrança, seja um capítulo essencial do nosso livro de memórias.


DeBrunoParaCarla

CARLA
​Olhe nos olhos dele e deixe o tempo sangrar
Diga ao Bruno que o amor mais verdadeiro não é o que se revela mas o que se imola no silêncio
​CARLA diga que a entrega que ele planeja é um incêndio em campo de vidro
Inocentes não têm pele para esse calor
​O que existe entre vocês o que é real habita esse vazio fértil
É uma anatomia de segredos que nunca precisará de voz
Fazer amor com a realidade é aceitar que o nada é a substância mais densa que existe
​Diga a ele BRUNO seja o frio que preserva
A água que cai não é chuva é a destilação de tudo o que não precisamos dizer para sermos inteiros
​CARLA mostre a ele que a maior prova de existência é a coragem de ser invisível
Nada de mãos dadas com o perigo
Nada de entregas ao abismo
​O mistério é o nosso útero
Se ele nascer agora ele morre
Deixe o submerso
Deixe o sagrado
​Simplesmente permaneça


DeBrunoParaCarla

O tempo secou no fundo do copo e o teu nome virou um pássaro de vidro que voa por dentro das minhas veias.
​O mundo é um quarto vazio onde o teu cheiro ainda tropeça no escuro, procurando o caminho de volta para um lugar que nunca existiu.


DeBrunoParaCarla

O tempo em Itaipuaçu tinha um pacto com a gente e todo dia às 18:18 o universo pedia licença para o desfile começar. O barulho das ondas era a única música que interessava e a escuridão da praia era o nosso cobertor mais quente porque ali nada de ruim nos achava. Carla era o brilho que competia com o céu e a gente ficava ali horas a fio dividindo o vinho e o silêncio enquanto as estrelas cruzavam o alto de um lado para o outro. A luz delas era a única lanterna permitida e o resto do mundo sumia no horizonte como se nunca tivesse existido. Ela era o meu alívio no meio do nada e a salvação de qualquer cansaço porque naquele quadrado de areia o perigo não tinha vez e o amor era a única regra. Sinto o cheiro da fogueira toda vez que fecho os olhos e o 18:18 ainda bate no meu pulso como se o desfile nunca tivesse terminado.


DeBrunoParaCarla

A.Q.N.S.M. é o meu porto seguro, onde o carinho não cabe em nenhuma fita métrica e o tempo parece que resolveu caminhar mais devagar. A.Q.N.S.P. é o segredo que a gente guarda no peito, um amor que é dado de graça, sem cobrar nada em troca, leve como uma brisa de verão. São as nossas marcas na pele, os versos que a alma não cansa de cantar.


DeBrunoParaCarla

"Dinheiro compra tempo; visão trilionária usa o tempo para comprar o futuro."

Tudo acabou…
sem aviso,
sem despedida,
sem tempo de entender.
Helaine Machado

O tempo é um relógio que não para,
mesmo quando a alma pede pausa.
Ele segue, firme, marcando ausências,
levando embora o que não volta mais.
Mas também traz novos começos,
mesmo quando o coração duvida.
Porque o tempo não é só partida—
é, também, a chance de recomeçar.
Helaine Machado

Tempo Moleque
Um menino atrevido, impiedoso, jamais nos espera.
Seu tic-tac corta a vida como lâmina afiada,
um compasso que não retorna,
arrasta dia e noite sem pedir licença,
e ri de nossa impotência.
Brinca de nos surpreender,
adora novidades;
por instantes parece parar —
mas é uma armadilha,
uma ilusão que nos faz acreditar que dominamos.
Segundos e minutos escorrem como areia entre os dedos;
tentamos congelá-lo em uma fotografia,
mas ele escapa, zombando,
e nada jamais será o mesmo.
Passa, passa, e nos deixa vazios,
restando apenas lembranças que ardem.
Esse moleque cruel pinta e borda nossas vidas,
sem medir consequências, sem pedir perdão.
Nada detém o seu riso impiedoso:
o tempo moleque, tirano invisível,
faz de nós simples humanos
seu brinquedo favorito.
Helaine Machado

Entender o que dói parece uma estrada de difícil acesso, interditada há muito tempo. Muitos desviam do caminho, buscando se manter seguros, mas ainda carregam uma curiosidade silenciosa sobre o que existe ali.
É como um monte vazio e, ao mesmo tempo, singular, uma expressão doce e sutil da natureza que confunde e bagunça a mente de quem se aproxima.
A dor invade de forma brusca. Arranca o fôlego, distorce o que parecia normal, sufoca, atinge, paralisa. E, de repente, tudo perde o sentido.

⁠A imagem de
“forte o tempo todo”
só é vendida nas gôndolas da falta de opção.


Essa imagem muitas vezes não nasce da coragem, mas da falta de escolha.


É uma armadura vestida quando não há espaço para fraquejar, quando o mundo exige produtividade, controle e respostas prontas, mesmo em dias em que tudo o que existe é só o cansaço.


Ser forte, nesse contexto, vira sobrevivência — não virtude.


Ninguém é forte o tempo todo.


E nem deveria ser.


A força constante quase sempre desumaniza, silencia dores legítimas e transforma vulnerabilidade em culpa.


Há uma força mais honesta em admitir o peso, em parar, em pedir ajuda, em permitir-se sentir.


Porque a verdadeira resistência não está em nunca cair, mas em reconhecer os próprios limites e ainda assim continuar, um passo de cada vez, do jeito que dá.