63 frases sobre o tempo para aproveitar cada momento

Cerca de 84107 frases e pensamentos: 63 frases sobre o tempo para aproveitar cada momento

O tempo é o escaravelho que, sob asas de falcão, rola a poeira do nada para gerar a luz, provando que o amanhã é a memória de um sol que ainda não raiou.
Reno Fioraso

É estranho pensar que, depois de tanto tempo com o coração fechado, foi você quem conseguiu fazer eu sentir tudo de novo. E dessa vez, do jeito certo.

"Chega uma hora em que é preciso parar de perder tempo com aquilo que não nos leva a lugar nenhum, deixar o passado para trás e ter coragem de recomeçar do zero, construindo um futuro melhor."

Um dia reencontrei ela após tanto tempo pensei que nunca mais iria ver ela.

No tempo, temos o passado, o presente e o futuro. O passado, por definição, é imutável; o futuro, imaginável, e o presente, realizável.

Como o passado é imutável, tudo o que aconteceu não poderá ser alterado.

Como o futuro ainda está por vir, ele somente é imaginável.

O presente, em especial, é o momento em que vivemos.

Como o pessimismo e o otimismo causam o realismo, como poderia o futuro e o passado causar o presente? Simples!

Tendo como base os erros do passado, toda a nossa história e feitos, fortificamos a nossa base no solo. Mas para construirmos o nosso prédio, precisamos da imaginação. E é aí que entra o futuro; onde tudo é possível.

Usamos as possibilidades, as inovações que terão no futuro para imaginarmos, criamos o nosso prédio. Para fazermos o nosso presente.

Se você não entendeu, leia abaixo:

Otimismo = Futuro

Realismo = Presente

Passado = Pessimismo

Como o realismo é nada mais que a união do pessimismo com o otimismo, basta juntarmos os feitos, a história, a imaginação do passado e do futuro para fazermos o que chamamos de Presente.

Tem dias em que tudo dentro da gente quer voltar no tempo. Rever, refazer, sentir de novo. Mas a vida não anda em círculo. Ela segue. E a gente aprende a seguir com ela, mesmo com o coração olhando pra trás.


— Jair F.

DEUS ME DEU VOCÊ


Pedi a Deus o sol...
Mas o tempo passou, e Ele não me deu.


Pedi a lua, tão bela, tão serena .
E o tempo passou, e Deus não me deu.


Então, pedi as estrelas.
Para admirá-las nas noites silenciosas...
Mas os anos se foram., e Deus também não me deu.


Foi então que, num dia comum,
Quando eu já não esperava mais nada,
Você cruzou o meu caminho.


“Quem é essa?” pensei.
Era o Amanhecer.


E uma voz suave sussurrou ao meu coração:
“Vai lá... e vê.”


Naquele instante.
Eu soube:
Era você.


Mais radiante que o sol,
Mais linda que a lua,
Mais admirável que todas as estrelas.


Deus me deu você.


Mais do que pedi,
Mais do que sonhei para mim.


Deus não me deu o sol.
Porque guardava a luz dos teus olhos.
Não me deu a lua.
Porque tua beleza já bastava.
Nem as estrelas.
Porque preparava o brilho da tua alma.


Agradeço a Deus todos os dias.
Por ter você ao meu lado.
Minha amada
Meu amanhecer.
Meu amor eterno.

A paixão encanta os olhos, mas a convivência revela o caráter. O tempo mostra aquilo que o encanto esconde. Se quiser conhecer alguém antes que a vida revele tudo, converse com os pais.

O tempo transforma homens em memória e o silêncio em herança.

O Primevo nunca nasce nem morre. Precede o tempo, sobrevive à memória e permanece indiferente às metamorfoses da identidade. Apenas aguarda o instante em que as máscaras se enfraquecem para recordar ao homem aquilo que jamais deixou de ser.

⁠O tempo não cura: apenas descasca. Cada estação remove uma pele, até que reste o osso nu daquilo que sempre fomos.

O tempo não passa: dissolve-se. E nós, inconscientes, caminhamos sobre suas águas turvas, acreditando navegar. Cada lembrança é um navio naufragado que insiste em surgir na superfície, e cada encontro, um fantasma de nós mesmos que insiste em nos reconhecer.

O tempo observa em silêncio, indiferente às nossas urgências. Cada escolha que acreditamos decisiva é apenas um fio lançado sobre o abismo, e cada desejo não realizado ecoa como sombra de nós mesmos, lembrando que nada nos pertence, nem mesmo a própria esperança.

A lucidez é um veneno lento: ao mesmo tempo que ilumina as frestas da existência, corrói a ingenuidade que nos mantinha respirando; e assim, entre claridade e vertigem, aprende-se que pensar demasiado é também uma forma de morrer em vida.

A eternidade não é o tempo sem fim, mas o instante em que o coração se dissolve na presença; nesse breve clarão, o universo inteiro cabe no sopro de um ser que se reconhece parte da mesma fonte que o criou.

O tempo esmaga com delicadeza cruel: cada memória se desfaz, cada esperança se dobra, e no espaço entre o que fomos e o que seremos, o vazio se revela como o único companheiro fiel.

O tempo não ensina: ele expõe. Apenas amplia aquilo que já estava inscrito no caráter e na coragem. Quem amadurece não é quem viveu muito, mas quem teve a lucidez de se olhar sem indulgência enquanto atravessava os dias.

Há uma maturidade que não se anuncia: ela se reconhece na recusa de provar valor o tempo inteiro. O ser que já se encontrou não disputa lugar, não implora reconhecimento, não se explica em excesso. Caminha com a sobriedade de quem sabe que a própria presença basta — e que toda necessidade de aplauso é apenas fome de confirmação.

O tempo não é apenas dimensão de passagem — é operador de inscrição psíquica. Não escorre fora do sujeito: deposita-se dentro, como sedimento que modifica a estrutura sem que se perceba o processo. Cada experiência deixa rastro que reorganiza, ainda que imperceptivelmente, a economia psíquica. Quando se tenta mensurar o tempo, o que se mede não é ele: é a extensão da transformação que operou sobre a carne e sobre o aparato de percepção. O sujeito que acredita que o tempo passou descobrirá, se interrogar com cuidado, que foi ele quem cedeu ao desenho paciente que o tempo traçou por dentro.

As doenças psíquicas tornaram-se quase ordinárias no nosso tempo porque o sujeito foi lançado num campo que exige resposta contínua: produzir, aparecer, interpretar, escolher, otimizar — sempre mais, sempre agora. Nesse ritmo, foi-lhe negado o intervalo onde a experiência se decanta e ganha forma. Sem pausa, não há assimilação; sem assimilação, não há consistência. E o que não se sustenta por dentro acaba por ruir em silêncio — ainda que, por fora, permaneça funcional.