Tem me Feito Tao bem

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Tem que dançar charmoso, ser irônico, ser calmo, porém macho (ou seja, não explodir por nada, mas também não calar por tudo). Tem que ser meio artista, mas também ter que saber cuidar dos meus problemas burocráticos. Tem que amar tudo o que eu escrevo e me olhar com aquela cara de "essa mulher é única".

Esses prazeres violentos têm fins violentos.

Westworld

Nota: Adaptação de um trecho de "Romeu e Julieta" de Shakespeare.

A verdadeira perfeição tem de ser imperfeita.

Em uma época de mudanças drásticas, são os que têm capacidade de aprender que herdam o futuro. Quanto aos que já aprenderam, estes descobrem-se equipados para viver em um mundo que não existe mais.

Eric Hoffer
Reflections on the human condition

- Às vezes acho que você me prefere como lobo.
- E às vezes prefiro. Provavelmente tem alguma relação com o fato de você não poder falar.
- Não, não acho que seja isso. Acho que é mais fácil para você ficar perto de mim quando não sou humano porque você não precisa fingir que não sente atração por mim.

Dizem que o coração não tem fala e é por isso que ele é mudo. Pois saiba que quando a boca fala, é ele quem diz tudo!

O egoísmo não consiste em viver como cada um de nós acredita que tem de viver, mas exigir aos outros que vivam como nós próprios.

A alma dos diferentes é feita de uma luz além.
A estrela dos diferentes tem moradas deslumbrantes que
eles guardam para os poucos capazes de os sentir e entender.
Nessas moradas estão os maiores tesouros da ternura humana.
De que só os ...diferentes são capazes.
Jamais mexam com o sentimento de um diferente.
Ele é sensível demais para ser conquistado sem
que haja conseqüência com o ato de o conquistar.

Artur da Távola

Nota: Trecho adaptado de um texto do autor.

A Justiça, ninguém ignora, tem a pressa de um cágado manco.

Com tudo mudando tão depressa, não se tem a chance de encontrar a imagem de sua fantasia quando você está pronto para ela.

Andy Warhol
The Philosophy of Andy Warhol: From A to B and Back Again (1975).

O ser humano detesta a dor, mas tem uma fortíssima atração por ela.

Por muito tempo tem sido um dos meus axiomas que as pequenas coisas são infinitamente mais importantes

É fácil falar em nome do povo, ele não tem voz.

É estranho quando as coisas simplesmente têm de terminar. É o estágio onde todos os sentimentos já evoluíram para um nada. É o nada que você optou para parar de sentir dor. No início você briga, chora, faz drama mexicano. Então percebe que é cansativo demais manter esse jeito de levar as coisas. Acostuma-se. Não que pare de doer, mas que cai no seu entendimento que às vezes perdemos algo e não há solução. No fim você coloca um sorriso no rosto e finge que é sincero, até que a vida o faça realmente ser. Talvez os amores eternos sejam amenos e os intensos, passageiros. É isso.

Às vezes a gente tem tanto medo de não conseguir, que a gente acaba nem tentando.

“Aí, você está tão sumido…”, disse a pessoa que tem meu orkut, msn, twitter, telefone fixo, celular e sabe onde eu moro.

O que alguém pode ser para outrem tem limites bastante estreitos; no final, cada um permanece só.

O coração humano tem cordas que é melhor não tocar.

O amor é uma coisa que depende da gente. Um objeto que a gente gosta e não quer que quebre. Tem que cuidar, limpar todo dia.

No cristianismo nem a moral, nem a religião têm qualquer ponto de contado com a realidade. São oferecidas causas puramente imaginárias (‘Deus’, ‘alma’, ‘eu’, ‘espírito’, ‘livre arbítrio’ – ou mesmo o ‘não-livre’) e efeitos puramente imaginários (‘pecado’, ‘salvação’, ‘graça’, ‘punição’, ‘remissão dos pecados’). Um intercurso entre seres imaginários (‘Deus’, ‘espíritos’, ‘almas’); uma história natural imaginária (antropocêntrica; uma negação total do conceito de causas naturais); uma psicologia imaginária (mal-entendidos sobre si, interpretações equivocadas de sentimentos gerais agradáveis ou desagradáveis, por exemplo, os estados do 'nervus sympathicus' com a ajuda da linguagem simbólica da idiossincrasia moral-religiosa – ‘arrependimento’, ‘peso na consciência’, ‘tentação do demônio’, ‘a presença de Deus’); uma teleologia imaginária (o ‘reino de Deus’, ‘o juízo final’, a ‘vida eterna’).