Te quero de novo
Rousseau em seu livro "Do Contrato Social" preamburlamente arremata: "O homem nasceu livre, e em toda parte se encontra sob ferros", nos faz refletir sobre o que de fato está acontecendo com nossa sociedade; afinal, estaríamos caminhando para uma evolução da liberdade consciente e permissiva, onde todos terão o comportamento de entes humanos esclarecidos e fraternos, ou estamos indo direto à barbárie do "homo homini lupus est"?
Por todos os seus fundamentos, esta reflexão imanente do ser pensante, vem desde sempre espreitando o futuro da humanidade. A relação entre liberdade e sociedade continua paradoxal.
E foi exatamente esse esclarecimento que o Christo trouxe a esse mundo: fazer do homem um ser "vivo" e feliz, um ser fraterno, livre dos grilhões da burrice e da estupidez!...
Quando ELe nos dá o caminho a ser seguido, só nos cabe segui-lo, pouco importando o que estará acontecendo...
Segundo disse o novo Papa "...todo despertar exige cruz!"...
Eu sei que todo fardo pesa, e por vezes o caminho parecerá mais fácil sem ele. Já quis por várias vezes só seguir sem peso; porque muitos não me compreendem nem respeitam; mas ao refletir certa vez, tempos atrás, descobri que não dá pra fazer o caminho sem o fardo porque o caminho e o fardo são "um"... Daí...
*- FILHOS DE QUEM???*
Sabe porque os filhos de Satanás, quando acreditam que são deuses, acabam sempre sendo expostos?... Bem, não é porque Satanás é fraco ou estúpido... Primeiro é porque ele se importa sempre, e apenas, com ele mesmo, jamais com os outros. Segundo porque é astuto.
Diferente dos filhos de Deus que sempre são protegidos e amados, os filhos de Satanás são, por Ele, desprezados. Tudo porque Ele se lhes conhece os íntimos, e sabe tudo de cada qual; pois que qualquer deles seria capaz de subtraí-lo, tormar-lhe o poder. Assim, ele os mantem reféns de si mesmos, e dele, no universo da iniquidade fornecida; a cada dia, a cada um. É por isso que os facínoras do poder respondem a ele: anseiam o poder mas comem de suas migalhas. E toda vez que começam a ficar grandes e poderosos, o pai deles os reduz; para que jamais ousem concorrê-lo.
O pai do mal nunca dá nada; silente e esperto, ele apenas vicia seus filhos; os droga, como incautos no imperio dos sentidos; e de tudo faz para que sejam venais; mesquinhos, egoístas, vaidosos, gananciosos e cruéis; sempre muito bem cooptados; seus eternos seguidores; cegos claudicantes que arremedam poder, mas que vivem das migalhas; migalhas de um tempo curto de uma vida; um tempo permitido que não veio dele, mas que ele usurpou do tolo que anseia nas facilidades e nas traições; um tolo que viverá só um tempo, uma vida vã, para ser esquecido por toda a eternidade.
(Victor Antunes)
Viver ou existir é paradoxal. Todavia, duas são as persecuções na vida: objetivos e proposito.
Quem vive por seus objetivos, é como quem vai a igreja como pedinte: interpreta Deus. Daí, vai lá pra angariar uma benção oportunista, que satisfará durante um tempo a sua querela ou queixume;
decerto que os objetivos são coisas que queremos para breve ou que almejamos realizar a certo tempo, e sempre ao sufrágio de alguma "benção" da vida, seja pelo esforço ou "graça"; já o propósito, é aquilo que nos define.
E sendo assim, o propósito é como o ato de ir a igreja para exercer a "gratidão" por sublimação do Divino; uma pauta das convicções que regem a existência; e ante a luz reveladora da perseverança, viver o louvor do reconhecimento e consciência das finitudes materiais; a sapiencia de coisas que a morte não vai jamais mitigar. Eis então que o propósito refoge a alma das coisas deste mundo.
Cuida, pois, vijiarmos as persecuções de perto; e espiar atentos, em qual delas mais nos empenhamos.
(Victor Antunes)
Morrer de amor.
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Quando eu morrer, a única doença que me derrotaria , seria o não ser mais romantico !!
Não existem remédios, antidotos e nem anestesia...
Meu destino é morrer de amor ! ( ou sem ,não sei )
de Gilberto Braga./ 2015
Nunca compare a história de outra pessoa com a sua.
Nunca compare o que aconteceu com outra pessoa com aquilo que você viveu. Um acidente, uma doença, um problema familiar, a fé, o relacionamento com Deus ou as dificuldades no trabalho podem ter resultados completamente diferentes de uma pessoa para outra.
Conheci um rapaz que bateu o carro em um meio-fio e, infelizmente, quebrou o pescoço e faleceu. Também conheci outro que capotou o carro várias vezes e não sofreu sequer um arranhão.
Conheci uma jovem que descobriu um pequeno caroço no braço e, infelizmente, perdeu a vida por causa daquela doença. Também conheci um senhor que enfrentou um câncer agressivo no pulmão e foi completamente curado.
Conheci alguém que nunca demonstrava sinais de depressão. Guardava toda a dor em silêncio, até que um dia tirou a própria vida. Mas também conheci outra pessoa que enfrentava uma depressão profunda e, pela graça de Deus, encontrou tratamento, apoio e hoje vive uma nova história.
Conheci cristãos que pareciam ter uma fé inabalável. Quando oravam em público, eram muitos "aleluias" e "glórias a Deus". Eram admirados e vistos como exemplo. No entanto, infelizmente, alguns caíram pelo caminho. Também conheci pessoas simples, que falavam pouco, pareciam conhecer pouco sobre Deus, mas foram instrumentos de bênção na vida de muitos.
Cada pessoa carrega uma história que nem sempre conhecemos. Cada um enfrenta lutas invisíveis e possui uma missão diferente neste mundo.
Por isso, não sejamos juízes daquilo que não conhecemos profundamente. Não sabemos o que levou alguém a se tornar um morador de rua, um dependente do álcool ou a tomar decisões que parecem incompreensíveis. Nem sempre foi falta de caráter; muitas vezes foi uma fraqueza, uma dor silenciosa, uma sequência de perdas ou a ausência de alguém que estendesse a mão.
Se não conhecemos a realidade de uma pessoa, a nossa atitude deve ser simples: orar por ela, acolhê-la quando possível e evitar julgamentos precipitados. Somente Deus conhece o coração e a história completa de cada ser humano.
Que aprendamos a exercer mais compaixão, menos julgamento e mais amor ao próximo. Assim, acredito, a humanidade caminhará por um caminho melhor.
Texto de autoria de Antonio Rodrigues de Sá Filho.
Bom mesmo são as horas boas e talvez seletas, regadas à música e uma taça de champanhe e um papo aberto sem doses amargas às escondidas que são colocadas à mesa ao som e sorrisos inocentes e ao mesmo tempo sarcasmos servidos com belas porções de bom humor.
Entendo tudo ser muito bonito, com frases, poemas e figuras desenhadas a dedo, apresentadas em belas obras de arte. Mas o que importa é a beleza interior recheada de emoção, razão e fundamentalismo e deixando aquilo que é utópico para segundo plano.
O tempo passa assim como um sonho, bonito ou não, tudo é muito rápido. Não vejo diferença entre o tempo, seja este por anos ou milésimos de segundo. Ser verdadeiro ou falso é uma questão de personalidade e esta é ÚNICA para cada um de nós. Erros e acertos fazem parte da imperfeição na busca de algo perfeito em nossas histórias. Prefiro a proposta da verdade e viver meu tempo com a consciência tranquila e consciente de que meus atos foram, são e sempre serão verídicos e sinceros.
Julgar o coração alheio não é sinônimo de afirmação e sim de encolher a alma e estacionar em seu processo de evolução.
A webdução do mercado é inevitável. Sumirá, quem não se webduzir. Talvez isso se estenda ao ser humano.
Quando a vontade de vencer for maior que os ferrolhos e as trancas invisíveis, nos tornaremos imbatíveis.
A felicidade consiste em trabalhá-la dentro de um molde de modo que ela seja vista, em um processo inerente... assim a felicidade será sentida, a alegria inundará o coração como o céu quando decide chover a cântaros.
Um brinde ao tempo que tudo mostra, um brinde aos erros que tudo ensina, um brinde ao medo que em tudo nos encoraja, um brinde aos meus, aos teus e aos nossos.
Uma sugestão: por que antes de desistir você não tenta ser feliz? Depois você volta e conta como foi. Ou então, se estiver muito bom por lá, nem precisa voltar...
A recíproca da vida
Eu não nasci em uma família tradicional, mas conquistei famílias fidedignas que me encaminharam até as portas da minha adolescência.
Não tive a formatura da escola tampouco dancei a valsa com meu pai. Aprendi a ser coreógrafa na dança da minha própria vida. Quando eu era criança, eu contava uma história para eu dormir. O nome da história era minha própria história. Eu me cobria depois para me proteger dos ventos que vinham através das frestas da janela do quarto.
Nunca fui coitadinha, mas autora iniciante da minha própria história. Na escola, eu só precisava mesmo de um lápis, uma caneta, uma borracha e um caderno. Minha mochila era uma sacola plástica. Nos meus pés, eu calçava um tênis azul, vestia uma camiseta branca e uma saia de preguinha azul, meias brancas nos pés, mas algumas vezes fui para escola de chinelo de dedo. Mas, acreditem, eu era feliz! Porque eu estava buscando algo que ninguém conseguiria tirar de mim futuramente: o conhecimento. Sempre fui muito observadora com tudo, com todos e com todas as coisas ao meu redor. Podia estar em qualquer lugar, lá estava eu aprendendo, copiando tudo, seguindo a cartilha da vida, ''caminhos quase suaves''.
Parei de estudar com quinze nos de idade, mas às vezes volto e retomo de onde eu parei, vou um pouco adiante e paro para uma pausa. Acredito que mais que uma meta é poder agregar pessoas que eu amo.
Às vezes eu me recuo, outras vezes eu saio de cena, mas continuo nos bastidores aprimorando meus conhecimentos. Nessa vida, já fui aluna e também professora, são títulos que a própria vida se encarrega de nos dar, conforme nossas experiências.
Já fui ponte e já fui chão. Fui me adaptando no meu próprio habitat. Todas as pessoas que passaram pelo meu caminho, deixaram flores ou espinhos, mas elas também tiveram de mim as mesmas coisas.
A vida é mesmo uma recíproca.
Tudo passa nessa vida...
Cai a chuva...
Nasce o sol...
A lua ilumina...
As estrelas brilham...
O vento sopra...
Os pássaros voam...
As folhas caem...
As sementes brotam no chão...
O rio corre para o mar...
O fogo que queima...
O frio que arrepia a pele...
A canção que toca a alma...
O breu...
O seu...
O nosso...
Contentamento descontente...
Tudo faz sentido.
Manipulação
Eu só queria saber por que me entreguei a ti sem ao menos me dar valor. Me rasguei e me sujei no teu peito enquando suas atitudes egoístas me fizeram calar por tanto tempo e lembrá-las ainda me dói muito. Eu, tão imatura e apaixonada, cega me fiz para não ver todas as vezes que me apunhalava dentro de um jogo onde eu ia me perdendo pouco a pouco. Lembra do dia em que manchou o meu nome? Foram muitos os desgostos. Chorei por muitos dias antes de tentar contra a minha própria vida. Te conhecer, porém, foi e sempre será um erro. O que você fez comigo? E por que fez? Eu fiz parte de um plano macabro teu, era eu o bem e você o mal. Meu Deus, quanto desprezo eu sinto por você. Eu desejei um dia que alguém fizesse com você o que você fez comigo. Tua postura foi irresponsável. Como pode cometer tantas maldades com alguém que estava apenas precisando de um gesto simples de carinho? Teria sido mais fácil me tirar de sua vida, apagar o meu nome e o meu endereço! Maldito endereço que atravessou a sua, a minha vida, pois era assim que me via. Eu era uma diversão para você, mas eu te recebi como se fosse um presente da vida para mim. Espero, nesse desabafo profundo e intenso, afastar de vez o seu fantasma de mim, pois já te enterrei há muito tempo. Não permito que vagueie dentro de mim em um pesadelo sem fim. A maldade que me fizeste me serviu de escudo contra você. Nunca mais chegarei perto de ti, nem tampouco em vida e também em morte.
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