Te Desejo
Meu prazer é viver em Teu Amor
Me envolver em Ti, Senhor
Meu desejo é Te conhecer
Jesus, abro a Ti meu coração
Os meus medos fugirão
O Teu toque é tudo o que eu quero
Porque o desejo implica uma necessidade, e nada é necessário ao homem sábio.
Tua presença é o que eu mais desejo (...)
Eu quero carregar a Tua Unção (...)
Eu só quero ser cheio (...)
Nunca me senti tão completo
Tua presença é o que eu mais desejo (...)
Eu quero carregar a Tua unção (...)
Nunca me senti tão completo
Os corações dos Cristãos estão satisfeitos com Deus e não são guiados pelo desejo de vingança, autoexaltação, dinheiro ou segurança terrena.
O RITMO QUE ESTA NA VIDA.
Livro: Desejo De Sumir.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
CAPÍTULO II
Quando esse ritmo é respeitado, as defesas naturais voltam a existir porque elas nunca foram destruídas. Apenas foram abafadas pelo excesso.
As defesas naturais do espírito são antigas. Silenciosas. Elegantes. Não gritam. Não endurecem. Elas operam por seleção. Por limite. Por medida. São a capacidade de sentir sem se diluir. De perceber sem absorver. De acolher sem se confundir com aquilo que vem de fora.
Uma dessas defesas é o discernimento espontâneo. Quando o ritmo interior está preservado, a alma reconhece instintivamente o que lhe pertence e o que não lhe cabe carregar. O sofrimento alheio é visto com respeito, mas não se transforma em peso pessoal. A injustiça é percebida, mas não corrói por dentro. O mundo volta a ser observado com lucidez, não suportado com exaustão.
Outra defesa é a estabilidade emocional profunda. Não se trata de indiferença, mas de eixo. O indivíduo já não reage a cada estímulo. Ele responde quando necessário. O que antes invadia agora apenas passa. Há uma serenidade que não depende das circunstâncias, mas da ordem interna restabelecida.
Há também a defesa do silêncio interior. Quando o ritmo humano é respeitado, o pensamento desacelera e a mente deixa de ruminar o que não pode resolver. O silêncio volta a proteger. Ele impede a contaminação psíquica constante. Dá repouso às emoções. Permite que a consciência respire.
Surge ainda a defesa do tempo. O espírito passa a confiar nos processos lentos. Não exige resolução imediata para tudo. Aceita a maturação. Compreende que nem toda dor pede resposta. Algumas pedem apenas passagem. Outras pedem espera.
E há a mais nobre das defesas naturais. A dignidade interior. Aquela que impede o indivíduo de se violentar para caber em um mundo adoecido. Quando o ritmo ancestral é retomado, a alma se recusa a viver contra si mesma. Ela se preserva sem agressividade. Se afasta sem culpa. Retorna quando está inteira.
Essas defesas não são aprendidas. São lembradas. Sempre estiveram ali, aguardando o momento em que o ser humano ousasse desacelerar e voltar a viver como sempre viveu. Com medida. Com profundidade. Com verdade.
"DESEJO DE SUMIR. ESSA VONTADE CANSADA DE TODOS OS DIAS."
"Eles não verão nem ouvirão meus segredos bobos."
Ninguém acorda para mais um dia. Apenas se põe de pé dentro dele, como quem aceita um fardo antigo sem discutir. Não sabemos quem passa por quem. Se somos nós que cruzamos as vidas ou se são elas que nos atravessam, deixando resíduos invisíveis que se acumulam até o cansaço.
O desejo de sumir não nasce do espetáculo. Nasce da repetição. Da fadiga de existir todos os dias sem interrupção. Não é morte o que se quer. É intervalo. É silêncio prolongado. É não precisar sustentar o peso de si mesmo por algumas horas que nunca vêm.
No silêncio inaugural o deserto não boceja. Ele estremece. As notas de piano não caem. Elas sangram num tempo lento, espesso, difícil de atravessar. O contrabaixo pesa como um peito saturado de dias iguais, marcando o passo de quem caminha não porque acredita, mas porque ainda não caiu. O sol não nasce. Ele apenas tolera o mundo. A esperança não é linha no horizonte. É cicatriz que insiste em não fechar.
A melodia cresce como cresce o trauma cotidiano que ninguém percebe. As teclas pretas e brancas não dançam. Elas se enfrentam. O drama não se costura. Ele se rasga em acordes de tensão contínua. Não há repouso nas pausas. A pausa ameaça revelar o vazio. A poeira guarda a história como quem guarda um segredo vergonhoso. O herói e o vilão dividem o mesmo corpo cansado. Ambos querem sumir. Um chama isso de covardia. O outro chama de descanso.
Seguimos de pé por entre o dia. Não o dominamos. O dia nos atravessa com suas exigências mudas. Cada encontro é um choque entre cansaços que não se confessam. Cada rosto esconde um pedido de trégua. Não sabemos quem carrega quem. Apenas seguimos, tropeçando em nós mesmos.
A cadência final não consola. Ela esgota. O último grave não vibra. Ele cai. O movimento não se transforma em silêncio. Transforma-se em suspensão. Não é morte. Não é alívio pleno. É a permanência de uma vontade que não se resolve. A música termina onde a dor aprende a morar sem escândalo. O Oeste adormece porque até o vento se cansa de insistir.
E ainda assim alguém se levanta amanhã. Não por esperança exuberante. Mas porque permanecer, mesmo desejando sumir, é um gesto severo de lucidez. E seguir, cansado e consciente, é a forma mais silenciosa e profunda de coragem.
"Que a ingratidão não mine o seu desejo de continuar amando o seu irmão ingrato, pois o amor é a sua marca!"
Haredita Angel
30.04.24
"Paixão, é uma explosão de desejo incontrolado com tempo para acabar.
-Amor, eterniza-se!"
Haredita Angel
16.01.19
É engraçado
Mas ainda espero você voltar
Meu desejo é surreal
Mas a realidade está presente...
Bem sei.
É Impossível!
Minha Ilusão!
Meu desabafo!
Procuro o choro
E ele vem
Ele é meu amigo.
Amigo que sentindo dó resolve chamar o sono para me ajudar.
Durmo!
Mas depois eu acordo.
Me acalmo
O cansaço me domina com lembranças
Faz-me imaginar você melhor
Muito mais conformado.
Eu até vejo-o sorrir...
Um arrepio cobre o meu corpo.
Sinto você aqui e nos meus lábios um sorriso surge.
Desculpe-me.
Mas eu escrevo timidamente
Pra minha vida fazer um sentindo.
Envolvo-me com minhas palavras
Sinto-as quando escrevo
Mesmo traçando rabiscos do que sinto.
Paro e me calo
Continuo sentindo o que sinto
Que desatino
Fico triste, sinto saudade.
Mas não dá para parar de pensar em você
Hoje um ano em dias completou
Fico triste, sinto saudade.
Mas não dá para parar de pensar em você
E hoje vou beber aquela bebida
Você ainda lembra?
Aquela nossa preferida
Para lembrar nitidamente o gosto gelado
Dos seus lábios e da sua boca louca!
Hoje um ano em dias completou meu Tuca.
Você se foi, moço do sorriso largo.
Minha linda e eterna paixão!
Às vezes, sinto um desejo profundo de escapar deste mundo. A revolta surge diante da maldade, injustiça e ingratidão que observo. Contudo, ao ponderar sobre tudo isso, reflito intensamente. As lágrimas fluem, e nelas reside certeza e sinceridade. Então, retorno ao meu âmago e compreendo que Deus nos presenteou com a vida para zelarmos dela. Ele também nos envia provações para promover nosso crescimento e evolução, uma lição que absorvi ao olhar para trás. É inegável: diante das provações, devemos aceitar e enfrentar, sem lamentações ou queixas. Sinto-me expandir internamente, reconhecendo a existência da evolução. E recordo que a vida nos é concedida uma única vez, apenas uma vez.
"Desejo um fim de semana lindo, com
afagos na alma, sorrisos inesperados,
encontros ao acaso, chuva de rosas
e aroma de felicidade.
Olhares que encantam a Alma,
que seu fim de semana seja de
Paz, e que esta Paz esteja em você.
Um ótimo dia. Colorido e florido."
❝ ...Para hoje desejo a mansidão de
um dia calmo e sereno. Desejo que
a paz reine em seu coração. Desejo
que haja mais perdão, tolerância, leveza
e humildade. Hoje quero transbordar
felicidade... ❞
A cruz em Seus ombros a pesar
Não limitou Seu desejo de nos salvar
O sangue que jorrava, não se compara com o orgulho que ao Pai dava
Cada lágrima que derramou, demonstrava o quanto nos amou
A dor que suportou, foi até por quem O rejeitou
Ele pensou em desistir, mas tinha um plano a cumprir
A redenção estava em Suas mãos, por isso tinha que insistir na missão
A coroa não era de quem reinava, pois Sua cabeça perfurava
Com os Seus pés e mãos furadas, colocava fim na morte que nos assolava
Venceu com muito dor e cumpriu o plano perfeito do amor.
