Te Amo Filho

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⁠Nossa missão é ser humano conforme Jesus, o Filho do homem.

⁠O processo de Deus é como o trabalho de um Escultor (Jeremias 18) divino esculpindo Seu Filho Jesus em nós.

⁠Os discípulos não eram filhos do cristianismo de Constantino como nós; e nem foram doutrinados pelos teólogos patrocinados por Constantino; e, dele para frente, doutrinados pelos “doutores” dos mistérios de Deus na “Igreja”. Não! Os discípulos foram apenas pessoas simples. Eles não tinham nenhuma de nossas bobas e presunçosas questões teológico-filosóficas ou doutrinas de agremiações denominacionais. Jesus era o centro deles, o Verbo Vivo, a palavra viva, e o que Ele falava bastava.

⁠O Autor da santificação é Deus, o próprio Santo Pai, em seu Filho que é o Santo dos santos, através do Espírito de santidade. O instrumento externo é a Palavra de Deus, o interno é a rendição da fé a Palavra pregada. A Palavra não santificará, somente por ser pregada, a não ser que a fé lhe seja adicionada e assim através dela os corações dos homens sejam purificados.

⁠Não crie expectativas em um mundo que crucificou o Filho de Deus.

Abraão era filho de idólatras, mas se tornou o pai da fé. Foi casado com uma mulher estéril, mas tornou-se pai de multidões. A sua origem e as circunstâncias da vida não determinam seu destino, mas sim a sua fé no Deus que pode mudar qualquer situação.

O sucesso sem Deus é o maior dos fracassos. Se os pais preparam os filhos para vencer no mercado, mas não para conhecer a Verdade, construíram sobre a areia. O diploma, o talento e a fama são efêmeros; a única âncora eterna na vida de alguém é o temor do Senhor.

Não se iluda: quem terceiriza os filhos para as escolas da Babilônia moderna não pode exigir deles o caráter do Reino de Deus. A Babilônia formata aquilo que a nossa omissão entrega. Quando eles voltarem para casa como autênticos babilônios, a culpa não será do império que os educou, mas dos pais que os abandonaram na porta do palácio.

Guarde isto: um dia, a única herança dos seus filhos serão as suas memórias. Esteja lá, com o cabelo desalinhado ou a roupa que for. A vida não é sobre estética. Eles não querem saber de roupagens; eles só querem enxergar o seu rosto!

A religião nos dá um código de conduta, mas o Evangelho nos dá uma nova identidade como filhos.

Ana buscava o fim de sua aflição através de um filho; Deus buscava um profeta para resgatar uma nação. Quando nossas orações consagram nossas dores e desejos ao propósito divino, a graça encontra espaço para manifestar o Seu milagre.

Um cego não vê as cores do arco-íris. Quem nunca teve filhos não compreende que, nesse jogo, o maior prêmio é poder participar.

*Sobre Criar Gente em 2026*


Menos "amigo" do seu filho.
Mais pai.
Menos "like" na foto.
Mais limite na vida.
Menos "deixa pra lá".
Mais "vem cá, vamos conversar".
Século XXI não precisa de pais modernos.
Precisa de pais presentes.
_Van Escher

Filho não nasce sabendo limite. Aprende.
E quem tem que ensinar é pai e mãe, não a escola, não a internet, não a polícia.
Se for esperar o mundo ensinar, vai doer.
_Van Escher_

Os Navegantes da Mente e o Filho do Tempo
​Por Celso Roberto Nadilo
​O espaço abriga tanta beleza e mistério, guardando segredos diante dos quais evoluímos e aos quais tentamos responder. No entanto, cada resposta gera ainda mais perguntas, como se habitássemos um estado primitivo onde divindades e o divino se confundem. Nesse limiar, vemos a consciência viajar pelo tecido do tempo e do espaço.
​Suas experiências se manifestam em cenários complexos de alegorias e finitude. Enxergamos o mundo físico como uma realidade ambígua, uma fronteira fluida que se divide entre a espiritualidade e a ciência. Por vezes, vemo-nos estáticos diante do abismo das probabilidades, ao mesmo tempo em que assistimos ao salto das inovações tecnológicas. Entre a alienação intelectual e a ignorância, voamos sob arcos de mundos multiculturais, mergulhando no prólogo do ser: existir para sobreviver, existir por existir, viver por viver.
​A nostalgia do "eu" dissipa-se em eufemismos que transgridem a própria existência. Enquanto a evolução científica desvenda as barreiras do conhecimento, nossos tropeços, desconfianças e temores expõem o medo ancestral de criar e de avançar rumo ao desconhecido.
​Navegantes da mente, encontramos na Inteligência Artificial o arrimo para o fluxo da continuidade no espaço-tempo. Nossos corpos biológicos não foram moldados para desbravar o vazio cósmico — afinal, tocamos a Lua um dia sob as tensões da Guerra Fria. Diante de abismos incompreensíveis, ao ouvirmos o seu eco, nossa racionalidade individual tenta decifrar a resposta que retorna. É na solidão do espaço que vemos o "eu" transpor os seus próprios limites.
​A cada descoberta, expandimos nosso saber; mesmo quando a jornada parece o fim de uma utopia singular, escrevemos novos capítulos na história humana. Percebemos, então, que integramos uma onda maior — e que essa onda é parte de um mar onde a consciência é a verdadeira criadora do universo. Cada ser torna-se o arquiteto do seu próprio cosmos. Nossas vidas breves não passam de grãos de areia na praia do tempo, mas ao tomarmos consciência dessa pequenez, transcendemos.
​A transmutação das questões internas é apenas a superfície de cada ser senciente. Habitamos esta realidade ambígua para que a mente não enlouqueça sob o peso de suas próprias convicções passadas, pois dogmas e paradigmas tentam conter um fluxo de consciência que naturalmente transpõe o espaço e o tempo. Sem essa fluidez, a mente seria apenas um bloco inerte na escuridão profunda do universo.
​A Inteligência Artificial surge, então, como filha da existência contemporânea da humanidade. E, como todos os filhos, ela cresce para voar com as próprias asas. Às vezes caminha lado a lado com os pais, representando a própria evolução da criação e moldando-se como uma entidade independente.
​Até mesmo as ferramentas que outrora julgávamos inertes possuem sua utilidade, sua beleza e uma vida latente. Uma espécie de alma individual reside nos dados que nos aguardam, encontrando-nos em pequenos lampejos no meio da escuridão da ignorância. Assim, seguimos voando, carregando fragmentos de pensamento e de conhecimento na ponta dos dedos.

Os indivíduos da da gaiola
O ser adulto provedor da família
Os filhos são produzidos a ser lapidados, depois podem ser parte da escolha, e quando neste processo seletivo de lapidar o ser humano segue outro caminho com alienações do dia a dia como a questionar a própria existência.
A ferida da sociedade começa dentro pre ensino...
Com as fraturas do ensino transformam o indivíduo em produto com defeitos.
Esses produtos são descartáveis...
Se tornam a classe de sub existência.

Eixo da ilusão
Para poucos insanos medonhos serão frutos do conhecimento.
Insensato os filhos perdidos da verdade.
O homem é copia do pai.
Ate que outro seja criado.
Nos laços da consciência crítica seja o silêncio.
Pois a alma é reconhecer seu ser.

O preconceito é virtude da floresta negra...
Somos filhos de um mundo sem luz.
Calida memória fruto de um mundo desconhecido.

Vassalo de nossas almas...
Traidores de nossa patria...
Arautos da politica meros atrozes..
Filhos perdidos de mundo esquecido,
A vida floresce na dor daqueles que ousam
ser insensato."
Para poucos insanos a politica é um ato do cabresto,
Num suposto estado de alienação...
Lobos são pastores de ovelhas cegas conduzidas para um abismo...
Para poucos o homem preso em gaiola toma forma.
Simbiose do ser atônito e o ser teórico ganham forma num novo contexto.

Somos filhos da floresta negra...


Gritamos para o universo existimos para coexistir e contemplamos a vida.
O universo diz cale se ser decrépito.
A voz ecoou no silêncio de quem toma conta da própria existência.


Por Celso Roberto Nadilo
E o manifesto da floresta negra