Te Adoro Professora

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Dizem que eu adoro cantar, mentira, eu canto para adorar...

Adoro fazer dieta, mas amo fazer gordice! :3

Adoro esta história de voltar ao estado bruto e fazer o novo! Não tenho medo de recomeços!

Adoro as fofocas sobre mim, fico sabendo de coisas que nem eu sabia que eu tinha feito...

Eu adoro o pôr do sol,
Pois ele me prepara para outros fins.

Adoro tua amizade em mim!
Quando Deus nos criou, não foi com a intenção de crescermos isolados e egoístas. O Senhor nos fez para vivermos para outras pessoas, isolados não aprenderemos o sentido do amor e do perdão. Quem vai descobrir nossos talentos? E como vamos elogiar e apoiar os dons dos outros? Como vamos compartilhar nossas dores e alegrias? Sozinho, é impossível caminhar, nós precisamos de Deus e das pessoas, não somos auto-suficientes. A força da juventude acaba e a beleza também...Tudo aqui é efêmero. Tudo aquilo que une sofre atritos e nas amizades não é diferente e quando somos amigos verdadeiros temos a graxa do carinho para colocar nesse atrito. Adoro Tua amizade em mim! Elias Torres

Ideal

Aquela que eu adoro não é feita
de lírios nem de rosas purpurinas,
não tem as formas lânguidas, divinas,
da antiga Vênus de cintura estreita.

Não é a Circe, cuja mão suspeita
compõe filtros mortais entre ruínas,
nem a Amazona, que se agarra às crinas
dum corcel e combate satisfeita.

A mim mesmo pergunto, e não atino
com o nome que dê a essa visão
que ora amostra ora esconde o meu destino.

É como uma miragem que entrevejo
Ideal, que nasceu na solidão,
Nuvem, sonho impalpável do Desejo...

Adoro a forma como a Natureza acaricia os meus sentidos. Atinge-se um elevado estado de paz: a Vida e os lugares reencarnam em mim.

(...) Sou atenciosa com todos em minha volta,
sou amiga para qualquer momento,
adoro beijos abraços, sou prestativa, falante,
mas também não quero ser o centro das atenções,
meus amigos são para mim uma família. Sempre fui
assim de amar demais.

"Sou mais ou menos como está naquele poema do Poetinha: 'Adoro Rostinhos Bonitos... As Outras que me desculpem!'"


TextoMeu 1263
👱🧏🙆

Eu adoro o sorriso dela, adoro o cabelo dela, adoro os joelhos dela, adoro a marca de nascença em forma de coração no pescoço dela, adoro o jeito que às vezes ela lambe os lábios antes de falar. Adoro o som da risada dela, adoro a aparência dela quando ela dorme, adoro ouvir essa música toda vez que penso nela. Adoro o jeito que ela faz eu me sentir, como se tudo fosse possível… Ou como sei lá, como se a vida valesse a pena.

Se você quer aparecer então vai aparecer na direção!

" O meu conhecimento vai até a próxima pergunta..."

"As crianças que amadurecem cedo, apodrecem cedo."

"Não brinque de ser Deus com o poder que Ele lhe deu, use-o para ajudar a transformar a vida das pessoas melhor".

Não espere leadade das pessoas que estão ao seu lado somente por interesse, no momento que você perder o poder, elas não estarão mais ao seu lado!

“Gelo” — Análise de um poema de Priscila Mancussi

Poema de Priscila Mancussi
*“Imenso, perturbador e inquietante
Silêncio instigante
Provoca medo
Revela segredos

Intenta os pensamentos
Com o som do nada
Apenas o vulcão de dentro
E as próprias conclusões

Frio, sobe pela espinha
Arde o gelo desse silêncio
Mudo, distante e cruel
Deixa o fel

Amargo e doce
Dói mas responde
Sábio e perspicaz
Silêncio voraz.”*

Sobre mim


Oi, sou a Valkíria, professora, pesquisadora e escritora. Hoje trago a análise de um poema de Priscila Mancussi, em que o silêncio é protagonista e se revela como força paradoxal.

Agora minha análise


No poema “Gelo”, Priscila Mancussi transforma o silêncio em personagem denso e multifacetado. Ele não é apenas ausência de som, mas presença inquietante que instiga, assusta e obriga à reflexão. O verso “Apenas o vulcão de dentro” mostra como o silêncio externo abre espaço para erupções internas, conduzindo o sujeito às próprias conclusões.

O frio que “sobe pela espinha” e “arde o gelo desse silêncio” reforça a dualidade: o silêncio é ao mesmo tempo doloroso e revelador, cruel e sábio, fel e doçura. É um silêncio que corrói, mas também ensina.

A força do poema está em reconhecer que o silêncio, ainda que perturbador, pode ser mestre. Ele desnuda, obriga a olhar para dentro e, por isso, se torna “sábio e perspicaz, silêncio voraz.”

Priscila Mancussi, nesse texto, nos lembra que muitas vezes não é o ruído do mundo que mais pesa, mas o silêncio que nos confronta com nós mesmos.

A Arquitetura é o oco

Inserida por ghsqueiroz

Aquele que vê o ato desrespeitoso e não faz nada comete um crime contra a humanidade e contra ele mesmo

Inserida por alinecostaprofessora

Pessoas rasas com tantas certezas e pessoas profundas com tantas dúvidas.
Quem é você nesse caso ?

Inserida por moni_barros