Tag urbana

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Fico pensando: O que seria "do" Legião Urbana nos dias de hoje? Faroeste Caboclo, por exemplo, teria que ser cantada assim:
"E João não conseguiu o que queria
Quando veio pra Brasília, com o diabo ter
Ele queria era falar pra "presidentA"
Pra ajudar toda essa "gentA" que só faz... Sofrer..."

Inserida por jeffcamargo

Enquanto a JUSTIÇA Permanece fraca, a VIOLÊNCIA se fortalece.

Inserida por soniabrittolima

Aonde prevalece a injustiça.
Não há lugar para a paz

Inserida por soniabrittolima

"Não existe nenhum ser humano justo, logo qualquer ato de violência em nome de "JUSTIÇA" é mera maldade impulsionada pela vingança e covardia".
Boa Noite!!!!!

Inserida por soniabrittolima

Entrei numa floricultura e vi muitas folhas caídas, hastes mutiladas, pétalas descartadas, tesouras e alicates por todo o lado. Na verdade, aquele lugar era um açougue de rosas.

Inserida por EuHoje

[...]Quando tudo é traição o que venho encontrar é a virtude em outras mãos.[...]

Inserida por vacaman

Nas mãos tenho o tremor
Nas unhas o cimento da parede
Na cabeça tenho sede
Na cabeça tenho dor
Tenho arte e lirismo
Tenho o que for.

Inserida por Robert77

Nós vivemos em diversos universos, somos aqueles seres perversos, estamos cobertos de destruição, ilusão e mutação, a raça humana não é nada além de cobaia urbana, mais podre que aquela banana, estragada a muito tempo na bananeira, daquele bacana, que uma hora vai em cana, por não ajudar a manter o plano, de aprisionar e manipular, todo ser que anda, esse garoto escrevendo isso está viajando, eu to detestando, as coisas que ele escreve como se fosse a mando de algum ser de outro plano....
O garoto acordou sua palavra não honrou, jurou lealdade aos monstros covardes, e agora em toda parte, escreve coisas sobre o abate, que acontecerá no combate, entre o bem e o mal onde todo ser humano faz parte.
Porém não muito longe ou talvez no além, exista um ser capaz de deter, ou repreender, fazer o dia escurecer, para termos um glorioso amanhecer, e ai sim obedecer, aquele ser que nos criou deu forma, e não aqueles seres, coisas horrorosas, que se alimentam do desespero dos hipócritas, que logo mais serão lançados, e humilhados no lago que queima, e ninguém terá pena, não vou tentar ajudar, aqueles que vieram para desestabilizar, nossa fé abalar, e nosso mundo perfeito afundar, olha que espetacular, os seres perversos agora estão imersos nos seus próprios pecados, agora é certo viveram para sempre no deserto, nunca aliviaram seu tormento, até que o julgamento seja feito, pelo criador que talvez ainda tenha amor, isso tudo que você leu é ilusão, pensamento de um bobão, que não consegue fazer nada pra sair da escuridão.

Inserida por gabriel_barbosa_7

"Beleza é algo assim como localidades geográficas...Tem as Urbanas, as do Litoral, e as do interior...Cada pessoa tem a sua, e com alguma delas nos identificamos."

Inserida por CCF

⁠"Vai ser difícil sem você
Porque você está comigo o tempo todo
E quando vejo o mar
Existe algo que diz
Que a vida continua e se entregar é uma bobagem"

Inserida por rayan_carvalho

⁠A única coisa que afeta minha paz é a injustiça, principalmente quando nasce de minhas atitudes.

Inserida por Netrax

⁠Não use a Palavra de Deus como vestes para esconder sua vergonha  pois são as primeiras que caem ao chão na hora de nossos pecados

Inserida por Netrax

⁠Mulheres são livros e homens são filmes e as vezes apenas curta metragens

Inserida por Netrax

⁠E não celébro mortes seja de quem for
 Eu celébro  Ressurreições

Inserida por Netrax

⁠Antes só do que juntar sua Alma a uma alma tenebrosa

Inserida por Netrax

Na atual conjuntura em que
Nós vivemos não precisamos
Fazer testes de sobrevivência,
A Cada dia sobrevivemos
Aos perigos expostos Pelos
Labirintos desta selva de Pedra.

Inserida por JoaquimGomesAlves

⁠É incontestável a onipresença do graffiti nos ambientes urbanos das grandes metrópoles. Mais do que uma demarcação de território ou uma expressão juvenil inconsequente - o que alguns críticos chamariam de síndrome de Peter Pan - o graffiti é um elemento que revela as feridas da cidade e a dissimulação social, transitando entre o público/privado, o subversivo/serviçal, o legal/ilegal de maneira bravia e admirável. 

Inserida por titosenna

⁠Não há como separar o graffiti das ações anti-graffiti.

Inserida por titosenna

⁠Como é bonita a cidade que me abriga, muito verde entre os cruzamentos das cidades satélites, quadras projetadas por grandes artistas da arquitetura e paisagismo... Um ar que soa cultural. Ipês floridos na temporada, enfeitando esquinas, trajetos, florestas e lindos campos.
Uma capelinha na pracinha, uma rua gastronômica que preserva a arte, é um quadradinho cheios de mitos, daqui saíram algumas lendas do rock nacional. Aqui é um museu a céu aberto, e por falar em céu, o grande Mar, é o mais belo. Do norte ao sul das asas, tem um lago verde, o Paranoá, que reflete toda essa riqueza azul em suas ondas arrasar.
Como é bonita nossa cidade, tão pequenina mas encanta a quem visitar, então venha cá, um tour apreciar, em cada esquina desse lugar, você vai poetizar.

Inserida por marciabispo

Minha poesia é para poetas, o restante são apenas pessoas que acham que enxergam tentando ler em braille!⁠

Inserida por Netrax

⁠Contrastópolis (poesia)

A cidade que me adoece e cura.
Que me machuca e afaga.
Me afugenta e acolhe.
Me odeia e ama.
Me corrompe e educa.
Me toma e dá.
Me endurece e sensibiliza.
Me rouba e enriquece.
Me desumaniza e empodera.
Me amaldiçoa e bendiz.
Sem ressentimentos.
São Paulo é o Templo Divino dos Contrastes e entre seus altares quero morrer e viver.

Inserida por felippepimenta

⁠Com um único tiro 
a cabeça de João parou de pensar
e agora sua mãe chora
seu filho único não está mais lá.

Maria se foi também
após dizer um não…
Parece que seu namorado 
não suportou a dor da rejeição.

Depois de tanta discussão na boate
José não está mais aqui
porque depois de beber e brigar
ninguém mais o que queria ouvir

De tanta imprudência
Marias, Joãos e Josés ficaram sem voz
então eu uso a minha, em protesto!
Para acabar com a violência entre nós.

Inserida por IretiAyo

⁠A POLIFONIA DAS GRANDES REVOLUÇÕES TECNOLÓGICAS
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“Algo interessante de observarmos, quando avaliamos as grandes revoluções tecnológicas, é que uma revolução não costuma cancelar as conquistas das revoluções precedentes, mas se sobrepõe a elas e as incorpora. Assim, o mundo humano após a Revolução Urbana, demarcada por cidades que começavam a mudar mais uma vez a face do planeta, não eliminou o mundo trazido pela Revolução Agrícola, mas o incorporou. As sociedades humanas prosseguiram sendo sociedades agrícolas, embora agora também fossem – em pontos importantes do espaço habitado – sociedades urbanas. Na verdade, a Revolução Urbana não teria sido possível sem a Revolução Agrícola. Podemos entender a sucessão e coexistência das duas a partir de uma imagem musical: Contrapondo-se ao mundo nômade do paleolítico, a Revolução Agrícola do neolítico introduz uma nova forma de organização social – baseada em aldeias sedentárias, exigidas para a prática da agricultura, como se fosse uma melodia que começa a soar na história humana por volta de 10.000 a.C e dali se estende para o futuro. Mas entre 4.000 e 3.000 a.C surge uma nova melodia que a esta se sobrepõe – a melodia introduzida pela Revolução Urbana – e que passa a compor com a sociedade que já existia antes uma nova música”
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[BARROS, José D’Assunção (org.). História Digital. Petrópolis: Editora Vozes, 2022. p.17-18].

Inserida por joseassun

⁠AS NOVAS ERAS TECNOLÓGICAS INTRODUZEM NOVOS PADRÕES COGNITIVOS E NOVAS FORMAS DE SOCIABILIDADE
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“Uma nova era tecnológica, como a das sociedades agrícolas do Neolítico, não é obviamente caracterizada apenas pela concretude dos instrumentos materiais, mas por toda uma tecnologia igualmente abstrata, por toda uma capacidade cognitiva que é introduzida e da qual os instrumentos são apenas a face mais visível. Os humanos neolíticos não são apenas construtores de instrumentos afiados e precisos de pedra polida e de vasilhames aptos a guardar os grãos produzidos pela prática agrícola. Eles desenvolvem novas capacidades, como a de compreender os processos cíclicos e naturais e, a partir daí, tornam-se aptos a aplicar uma nova capacidade de planejamento que envolve a semeadura, o cultivo e a colheita. Os humanos da sociedade agrícola são dotados de novas virtudes que se tornam imprescindíveis para a mobilização dos novos recursos tecnológicos que foram desenvolvidos, como a virtude da paciência de aguardar e respeitar os ciclos da natureza, e a empatia necessária para transformar lobos em cães.
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De maneira análoga, os humanos que teriam a incumbência histórica de criar as primeiras civilizações urbanizadas precisarão estar aptos à divisão de trabalho, a uma multiespecialização que incluía funções diversas a serem desempenhadas por diferentes grupos como os dos guerreiros, comerciantes, artesãos, sem contar a permanência daqueles que seguiriam desempenhando as tarefas agrícolas típicas da era anterior. Era ademais um mundo que exigia grandes aglomerações e impunha trabalhos coletivos, muitas vezes obtidos de forma compulsória com a introdução do sistema escravocrata. Viver em cidades, ademais, traz novas implicações, e um contraste possível entre a cidade e o campo. As moradias distanciadas do campo passam a ser confrontadas por um novo padrão de sociabilidade instituído por habitações urbanas próximas umas das outras. Ter um vizinho de porta requer outras habilidades sociais e estratégias de bem-viver que, como os camponeses, residir a léguas da família vizinha. Ademais, os espaços mais abertos dos campos passam a ser contrastados com os muros que se tornam necessários nesta nova forma de sociedade tipificada pelas cidades. A própria cidade, aliás, precisa ser alimentada pelo campo e estimula neste último a produção de excedentes agrícolas, de modo que podemos ver como se retroalimentam as duas melodias, a que canta as singularidades de um antigo mundo agrícola já estabilizado na era anterior, e a que faz ressoar os novos acordes das civilizações urbanizadas da Antiguidade. Por fim, há muitas práticas que fazem a ligação entre as duas eras: o uso dos metais – primeiro o cobre, depois o bronze e por fim o ferro – é introduzido ao final do Neolítico, mas se tornará realmente imprescindível para as civilizações urbanizadas”
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[BARROS, José D’Assunção (org.). História Digital. Petrópolis: Editora Vozes, 2022. p.19-20].

Inserida por joseassun

⁠A POLIFONIA DAS REVOLUÇÕES TECNOLÓGICAS
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“Até aqui, a polifonia de revoluções vai se completando e se entrelaçando de maneira a integrar estes três ambientes – o rural, o urbano e o industrial – ao mesmo tempo em que adentramos decisivamente esta que ficou conhecida como Era Industrial. Por outro lado, sempre é preciso se ter em vista que a introdução de uma nova revolução no cenário do desenvolvimento tecnológico humano não cancela de forma alguma as revoluções anteriores. Ao contrário, uma nova revolução transversal até costuma impulsionar as linhas relacionadas às revoluções anteriores em novas direções. Assim, os desenvolvimentos da revolução industrial no século XIX renovaram em novas bases a velha revolução agrícola, pois trouxeram a mecanização ao campo – tanto sob a forma de invenção de novas máquinas, como os tratores (1890), como através da produção de novos insumos e materiais, como os fertilizantes, sem contar a dinamização do comércio e abastecimento agrícola que se tornou possível a partir dos novos meios de transporte proporcionados pelo desenvolvimento industrial. Da mesma forma, os efeitos da violência imposta pelas transformações da revolução agrícola são reeditados em novas bases pela agricultura mecanizada das sociedades industriais, incidindo sobre suas mais tradicionais vítimas: os animais.
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Enquanto isso, esta mesma revolução industrial também permitiria que a revolução urbana se reeditasse em novas bases. As cidades se redefinem no mundo industrial: tornam-se extraordinariamente populosas, ampliam-se até o limite das conurbações. Concentradoras de gentes – e particularmente de trabalhadores – elas interagem muito apropriadamente com o emergente mundo das indústrias. Os trabalhadores são convidados a habitar as áreas periféricas menos valorizadas ou os guetos de todos os tipos; as fábricas encontram seu espaço no centro, na periferia ou no espaço de intermediação com o campo, de acordo com o que produzem e com suas demandas específicas de matéria prima e de trabalho humano. A violência da revolução urbana se redesenha: as cidades industriais abrigam agora multidões de trabalhadores vivendo em condições ainda mais questionáveis do que nas cidades antigas, medievais ou da primeira modernidade.”
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[BARROS, José D’Assunção (org.). História Digital. Petrópolis: Editora Vozes, 2022. p.24-25].

Inserida por joseassun