Tag reflexão
Hoje estou no controle porque quero estar. Eu tenho meus dedos no interruptor, mas vivi uma vida inteira ignorando o controle que tenho sobre meu próprio mundo. Hoje é diferente.
Como espécie, todas as coisas que fazemos são únicas e também são observadas em todo o mundo natural.
O amor é uma faca de dois gumes, se você não souber controlar pode se cortar e se afogar em mentiras e traições.
Uma das grandes coisas que impedem, muitas vezes, de se fazer coisas brilhantes é o medo e a busca excessiva de segurança.
'O que realmente importa são as coisas simples da vida e como eslas podem mudar por completo nossa existência.'
Ninguém é de ninguém ao mesmo tempo que todos nós somos responsáveis por todos.
Quero a cada dia errar menos e se isso não for possível, decepcionar somente a mim mesmo.
O tempo impõe posses e eu não as quero, desejo apenas passar, tocar, aprender e seguir... Quero apenas um compromisso: a filosofia que me liberta de meus próprios espelhos que me prendem.
Não quero fazer ninguém sofrer, ainda mais as entidades que em mim alicerçam vidas, para que eu não as decepcione.
E nesse negreiro pensamento aprendamos a nos libertar de nós mesmos.
Quão terrivelmente triste é que as pessoas sejam feitas de maneira a se acostumarem a algo tão extraordinário quanto viver.
Hoje não vai ser igual ao dia de ontem, muito menos ao de amanhã, porque cada dia tem seu nome, seu número, seus acontecimentos e sua magia, cabe à nós lhe dar com cada dia. Nada melhor do que um dia, após o outro!
A teoria sem a atitude e consequentemente sem a prática, é semelhante a oração sem a ação, se torna vã!
Tudo o que eu quero dizer para os jovens é que vocês não serão ninguém na vida a menos que aprendam a se comprometer com um objetivo. Você tem que procurar no mais fundo de si mesmo se está disposto a fazer sacrifícios.
A elite não odeia os pobres, ela tem uma indiferença blasé, quer o dinheiro dela e pronto. Mas uma parte da classe média tem, sim, uma relação de ódio com o pobre.
A vida é muitas vezes simples, mas você não percebe até ela ficar incrivelmente complicada, assim como você nunca se sente grato por estar bem até ficar doente ou como nunca aprecia sua gaveta de meias até rasgar um par e não ter outro.
Os batalhadores, em sua esmagadora maioria, precisam começar a trabalhar cedo e estudam em escolas públicas de baixa qualidade. Eles compensam a falta do capital cultural e econômico com esforço pessoal, dupla jornada e aceitação de todo tipo de superexploração da mão de obra.
Você tem um bom coração. Às vezes isso já salva a pessoa, seja lá onde ela estiver. Mas a maior parte das vezes, não.
Parece que os índios se comovem muito mais com as verdades consoladoras do que com as verdades ameaçadoras da Palavra de Deus.
