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Eu não aceito menos do que te dei, seja você quem for. Só serei hóspede quando convidada e com uma condição, se tiver a "suíte presidencial do seu coração". Enquanto você insistir em me disponibilizar apenas o "quartinho dos fundos", eu estou fora da sua vida!
É fundamental entender qual é o lugar que ocupamos na vida de alguém para que possamos ser recíprocos.
Quando você sente algo por alguém que não é recíproco, não há nada que possa ser dito que te conforte.
Quando não há reciprocidade, o interesse pelo outro tem um limite. Quando o silêncio grita: "acostume-se com a minha ausência", só nos resta obedecê-lo. Acostumar-se com a ausência, com a incerteza é o desafio desta vida.
O amor puro reside na ingenuidade de uma criança, mas a criança desenvolve e o amor pode se tornar condicional.
Se alguém desiste de lutar pelo papel que exerce na vida do outro, ele pode deixar de existir para esse outro.
No início de um relacionamento um tratará o outro como gostaria de ser tratado, com o tempo tratará o outro como é tratado.
Não cobre ninguém a fazer nada por você. Tipo: postar fotos juntos, presentear, se abrir, compartilhar, conversar, dedicar tempo, atenção e etc. A pessoa que realmente te considera, vai fazer de forma espontânea sem precisar ser chamada a atenção. É importante observar se o que você está recebendo de alguém tem a ver com o que você está emitindo.
Quando você sente algo por alguém que não é correspondido, não há nada que possa ser dito para confortá-lo.
Ser gentil é uma coisa, ser incapaz de traçar limites é outra coisa. Cobrir uma pessoa oportunista de amor, carinho e gentilezas não garante reciprocidade. Não é possível ser amado(a) por quem está apenas te usando. Amor é troca.
A sua capacidade de estar presente, pode ajudar a minha capacidade de me juntar a você e vice versa.
É frustrante quando você fala pra alguém que está triste ou preocupado (a) e esse alguém ao invés de te ajudar começa a falar de si mesmo e ignora o seu problema.
Infelizmente o mundo está repleto de pessoas que desconsidera os interesses alheios, que tem dificuldade em perceber o outro e só tenta entender o próprio ego. No discurso destas pessoas ouvimos muito o pronome eu, bem como frases de posse como: meu trabalho, minha dor, minha decepção, meu problema, minha frustração, minha conquista, minha ideia, minha época, minha família, etc. Não permita que estas pessoas tomem espaço em sua vida. Nem as deixe alterar seus desejos. Manifeste-se! Pois, uma relação (seja ela qual for) deve ser uma via de mão dupla, onde deve haver acesso e movimento entre as duas vias.
