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Saiba, existe um alvará de soltura para as memórias que te aprisionam ao seu passado.
Faça análise!!!
No dia em que a gente conseguir rir das nossas mentiras e chorar com nossas verdades, teremos aprendido algo de valor.
O inconsciente sempre criará oposição a tudo o que tentar acessá-lo, como uma espécie de “antivírus” que utilizamos no nosso computador, a resistência será essa primeira resposta de que algo está tentando “penetrar” em seus “arquivos”. Toda manifestação de oposição é entendida como resistência e precisa de uma atenção especial, pois não foi por acaso que nosso inconsciente “gritou” ante aquela “invasão”
Cuidado com as “autoajudas”! Às vezes, é necessário desistir de muita coisa: relacionamentos abusivos e/ou fadados ao fracasso, amizades que te estagnam, compromissos que te afastam do seu propósito maior etc.
A máxima de que “vencedor nunca desiste” não se aplica para tudo.
Se eu preciso me esforçar em demasia para defender uma convicção diante do contraditório, talvez necessite rever o quanto acredito de fato.
Os verdadeiros amigos, não são aqueles que dizem amém a tudo o que fazemos, esses são geralmente os hipócritas.
Para vencer o medo usamos a prova da realidade, através de experimentações ou testes e da observação direta ou indireta dos fenômenos envolvidos, sempre nos perguntando: O que os provocou? Por que está acontecendo ou aconteceu assim?
A angústia surge quando a pessoa desliga-se da sua própria existência. É uma espécie de alienação do eu. Não há outro caminho para lidar com a angústia, senão através do autoconhecimento.
A jornada da perda é uma oportunidade para explorar a dualidade da existência humana, lembrando-nos de que somos seres complexos, em constante luta entre o desejo de viver e a tendência à autodestruição.
Lilian M Dutra Pugliese
