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O imperialismo de crer que a política salva é tão equivocada quanto crer que Hitler foi uma boa pessoa.
Cada um vê os mesmos fatos à sua maneira. Alguns possuem antolhos que só lhes permitem enchergar sob um prisma de doutrinação.
Muitas vezes viver de ilusão, utopia e relativismo, é a melhor maneira para não encarar a realidade como ela é.
A política, que deveria ser uma ferramenta de transformação social, tornou-se um dos setores mais desacreditados pela população brasileira. O desvirtuamento de sua função original, aliado a escândalos de corrupção, nepotismo e promessas não cumpridas, contribuiu para a percepção negativa da classe política. Defende-se a necessidade de uma reforma política estrutural, com a criação de um sistema de serviço público voluntário para cargos eletivos, sem remuneração, aposentadoria ou privilégios. A atividade política deve ser encarada como um serviço temporário prestado à sociedade, exigindo dos candidatos uma fonte de renda própria e independente da política.
Pensar por si mesmo é doloroso, exige coragem, mas é o único caminho para se libertar da ilusão de pertencimento a grupos que moldam sua mente sem que você perceba.
No tocante à esfera política, tanto a orientação de direita quanto a de esquerda revelam-se permeadas por uma miríade de equívocos. Optar por não se vincular a qualquer dessas correntes ideológicas é uma atitude prudente, permitindo uma abordagem mais imparcial e discernente de cada questão.
O capitalismo te dá a liberdade de construir o próprio caminho; o comunismo, a obrigação de seguir o caminho que o Estado escolheu por você.
Muitas vezes, mesmo desenhando, devido a inabilidade cognitiva, alguns ainda não conseguem entender o óbvio !
Este livro não é sobre política no sentido tradicional; trata-se de um livro sobre poder – sobre como ele é conquistado, exercido e mantido por aqueles que compreendem as regras invisíveis que governam a mente coletiva.
Mortaza, J. (2025). O Algoritmo das Massas: Decifrando os movimentos políticos. Porto Alegre: UICLAP.
Houve um tempo em que a lei da bala, do punhal e da ignorância pesava mais que a própria letra da lei — dissonante, injusta e opressora. Feita não para os pobres, mas para perpetuar, justificar e sustentar, imoral e descaradamente, os privilégios das elites dominantes. Sem mesuras, sem compaixão, sem respeito pelo ser humano — e, por conseguinte, sem qualquer temor pelo Deus dos humildes e dos oprimidos.
Uma geração acomodada, acovardada e sem identidade, é fadada ao esquecimento e a lamentação, e será um peso para sua nação. Um jovem que não sente desejo de luta por um mundo melhor, nunca foi jovem.
Quando um país tem uma população majoritariamente religiosa, qualquer pessoa que use o nome de Deus como chancela convence o povo.
Sem pensamento crítico, sem crivo, o púlpito e o palanque são os mesmos: plataformas para manipular em nome de Deus.
Púlpito ou palanque, a diferença é nula quando quem escuta não questiona quem fala em nome de Deus.
