Tag pergunto
Dizem que há dois tipos de idiotas
O que fala pelas costas e o que se olha no espelho
E eu pergunto aos céus se um dia algum deles se atreverá
Se tem tanto medo de mim, agora me temam de verdade
Sóbrio eu pergunto
O Campo relvado
Está a encantar
O sol elevado
Está a brilhar
O solo escalvado
Só pode rachar
Caminho silvado
Só pode afrouxar
Vida sem cortejo
É triste de ver
Amor sem pelejo
Talvez deva ter
Brandura na terra
Raridade nos atos
Candura na fera
Brevidade nos gatos
Talvez deva ter
Um homem feliz
E esse deva ser
A força motriz
Talvez seja um Deus
Um homem distinto
Presente, com seus:
Os filhos extintos
Virarei defunto
E Assim morrerei
E sóbrio eu pergunto:
Para aonde irei?
Tenho tanto para falar que chega a ser sufocante o silêncio nos meus dedos.
Expressão essas que não decifrei em letras, a mente pensa os sonhos navegam em pensamento.
Estes mesmo que ainda não decifro nas linhas estendidas sobre o papel este mesmo que já traz sã lembrança.
Da floresta a onde os arbustos ao longe vêm uma florada que ainda não sei distinguir.
Que flores e essa entre cores amarelas e laranjada com um pouco de lilas as folhas verdes dando um destaque a mais!
Olhando para o céu que me faz reflexo do mar no horizonte profundo me recordando da minha infância que tão perto, vem me trazendo uma breve lembrança.
Dos meus desejos que não realizei, me pergunto porque, mais como devo agir nestes universos de anseio e desejo que me faz refletir.
Vem o silêncio entre o barulho trazendo o conforto de que um dia, só mais um dia para agir!
E eu me pergunto o que teria acontecido
Se estivéssemos juntos
Ainda apaixonados
Pergunto
Será que a criatividade caminha com pernas de palavras ou voa com penas e tintas?
Será que nos galhos e folhas de papel ainda resta esta criatividade?
Ou será mera cusriosidade?
Se você perder o tempo a pensar nisso como um adulto, você não entenderá a pergunta e muito menos saberá responder
Se você entendeu a pergunta de uma cirança curiosa, talvez vire denovo criança curiosa como eu.
