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O Homem pode viver em harmonia com o Meio Ambiente respeitando os limites e usufruindo de tudo o quê ele proporciona de forma judiciosa para que as riquezas naturais não se esgotem.
Aqui no Ocidente "o fim do amor romântico" virou pasta de Governos para deixar as sociedades sem sonho e desnorteada. Quase nenhum intelectual, formador de opinião ou líder espiritual tem se dedicado a ensinar as pessoas a encantar, permanecerem encantadas e construir relações.
Judicialização da solidariedade é censura. Não podemos ser reprimidos por sermos solidários nas redes sociais. Se a pessoa mentiu a pessoa deve responder duplamente como manda a lei e em dobro por abusar da boa fé alheia, mas a solidariedade nunca!
Processar pessoas solidárias porque usaram as redes sociais é contribuir para a barbárie fazer morada na nossa sociedade.
Ninguém tem o direito de maltratar as nossas emoções, o nosso país precisa de tranquilidade para prosperar.
O inferno particular e público dos nossos líderes só nos interessam quando impactam a nossa qualidade de vida. Não sejamos reprodutores de loucura política. Sem nossa a paz interior e sem harmonia social não iremos a lugar nenhum nessa vida.
A cultura, as datas cívicas e as emoções da nossa gente devem estar acima da política, porque a política passa e a sociedade fica. Medo e sensação de sobressalto não são sentimentos positivos a ser oferecidos por líderes reais, porque são sentimentos capazes de provocar estragos profundos no funcionamento social.
Esmola é aturar com gentileza gente chata. Ajudar quem precisa nunca será esmola, e sim solidariedade. Enquanto houver gente em dificuldades é sinal que alguma falha houve na cobertura de assistência social na vida de uma região ou país.
Um lugar que não se aprecia a Natureza, não se aplaude um artista, se cala um poeta e não se reconhece a caridade por razões óbvias é um lugar sem futuro.
Convergir em prol da vida onde quer que ela se encontre é ser herói de si mesmo. O mundo dá voltas.
Quanto maior for a polarização política num país é o aceno que as lideranças são fracas e artificiais, que não houve investimento suficiente em Lazer, Educação e Cultura e que o povo está sem direção espiritual.
Com o advento das redes sociais aprendi a deixar o meu excesso de sociabilidade de lado a minha brandura e maciez para lidar com gente metida a esperta e que tenta se apropriar daquilo que não pertence ou quer escrever uma nova História.
Nos últimos 20 anos, o Brasil não saiu do topo dos países mais perigosos para uma mulher viver, as minhas prezadas colegas feministas se sentem agredidas quando defendo o resgate do romantismo e os machistas inveterados o ignoram
como um caminho de pacificação desta guerra dos sexos que não está levando ninguém a lugar nenhum.
No romantismo muito diferentemente do machismo e do feminismo, não há apenas um lado, mas sim dois lados comprometidos com a satisfação de uma relação.
Estamos em plena pandemia e vejo pelas redes algumas adeptas ao feminismo e adeptos ao machismo investindo numa carga desnecessária num momento que homens e mulheres deveriam estar sendo motivados a buscar o fortalecimento do envolvimento e dos laços afetivos.
Neste momento muito ruim é que temos que buscar os mais altos valores morais para fortalecer os nossos sonhos, pois um Brasil mais respirável começa por nós.
Quando desvalorizarem nós mulheres brasileiras, tenham em mente o seguinte:
não conheço nenhum país do mundo que tenha tido na História uma heroína de dois mundos.
Se não te conhecem, se apresente. Se não te dão valor, faça história.
A beleza em si não precisa de legenda, mas para alguns é preciso ser mostrada.
