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Para toda dor, há cura e amor. Para todo mal, um bem em dobro. Depois de toda queda, levante-se e siga em frente, enfrente seus medos e problemas. Para toda lágrima, há uma porção de risos e alegria. Para todo peso, um ombro a te auxiliar e amparar. Para solidão, um coração, uma mão, um Deus! Para a tristeza, há uma felicidade que se multiplica e uma fé inabalável. Para o desânimo e o esgotamento, uma fonte inesgotável e, renovável de forças e esperança. Todo fim, te possibilita um novo início, mais doce e, leve e puro.
Sempre teve uma quedinha por ele. Quase sempre caía, se machucava, doia e, entre idas e vindas e, algumas recaídas, se tornou refém de um amor doentio. Deixa morrer. Deixa! De nada adianta, dar sobrevida a um amor que inexiste no futuro. O que se separam são os corpos e almas, o amor esse, sobrevive ao tempo, aos distanciamentos e quase morte. O amor, esse é eterno! Somente muda de endereço, enredo e história. The end!
Não são os fins, nem as repetições e, nem os erros, que nos transformaram. Mas sim, as constantes infiltrações nascidas das ilusões, desilusões, contos e histórias inacabadas. Das rachaduras, das dores das feridas e dos amores mal curados.
Tinha uma enorme leveza no olhar, no andar, no riso e, uma beleza e requinte únicos. Era doce, extremamente doce. Mas, carregava seus pesos e fardos e vivia fugindo dos seus medos e monstros interiores.
Eu te amei! Como eu te amei! Amei teus silêncios, teus sorrisos, teus abraços, teus beijos, teus sonos, nossos sonhos, tua essência, teus suspiros e ressacas amorosas. Amei tuas chegadas e saídas e, te esperava, era doce, tinha gosto e cheiro de felicidade. Amei aquela primeira vez, aquele: Eu te amo! Nossas aventuras e desventuras. Nunca fui metade sua. Sempre fui começo, meio e fim.
Dentro dessa gritante solidão e desse aparente silêncio, no fundo, bem lá no fundo, há um coração que se pré-ocupa demais, com um alguém que está longe de receber todos os carinhos e afetos do mundo.
Sempre fui meio doce, meio meiga, meio boba, meio menininha, daquelas que acredita e vive seus contos e histórias inacabadas. Sempre Fui metade. A outra, essa rezo para que nunca precise ser, nem viver. Me recuso a ser meio azeda, meio amarga, meio vazia de amor, meio vazia de sentimentos, ou meio feliz. Ou é tudo, ou nada. Sem meios, nem metades!
Não foi a primeira, nem a última. E continua fazendo tudo para me perder. Não se perca, não perca, meu bem. Posso não voltar, ainda que isso doa, que me doa, você será só mais um ponto final.
E espero, te espero. Espero uma ligação, um email, uma mensagem, o abrir da porta, teus passos, teu olhar, teu abraço, teus beijos, o entrelaçar entre corpos, o fim de noite entre almas se cruzando. É uma espera que quase nunca passa!
Meu grande medo, nunca foi viver apanhando do amor, mas sim, embrutecer, endurecer e me recolher dentro desse escudo-solidão.
Sinto falta de você! Como pode sentir falta de algo que nunca existiu? A verdade é que nunca cheguei a ser inteiramente sua, nem você completamente meu. Aliás, será que algo em nós, chegou a ser alguma coisa em algum momento?
Por incrível que parece meu maior erro, também foi meu grande acerto. E te amaria mil vezes mais, mesmo que nosso futuro fosse incerto, mesmo do outro lado do mundo. Admito! Você foi o lado mais doce e bonito dessa linda história escrita sobre linhas tortas.
E tudo que eu vinha achando, se perdia, me perdia, ou deixava de ser. E, que ironia, você acabou sendo a minha maior perda!
Tudo que eu vinha sendo e vivendo, não deixou de ser. Apenas mudei! Deixei de ser casulo e virei borboleta! É que uma hora as coisas mudam. Prioridades mudam, pensamentos, sentimentos e, emoções se perdem e o amor deixa de ser. Simples assim!
De vez em quando penso ter passado o tempo, ter perdido tempo demais.Ter parado em algum lugar no tempo, ter amadurecido demais, ou ainda estar vivendo essa tal imaturidade. Às vezes penso ser cedo demais para amar, em outras tarde demais para reaprender a amar.
Alimente seus monstros e sua fé se torna um grão de areia. Alimente sua fé e seus medos morrem de fome.
A primeira vez sempre dói, mas dói uma vez só. O amor é assim, ter, fazer, ser, amar, ser amado, amante, ficante e, principalmente viver essa doce e prazerosa rotina entre metamorfoses.
Seria diário de uma paixão, amor sem fim, como se fosse a primeira vez, mas não passou de um amor para recordar. A culpa é das estrelas!
Com tanta comédia, romance, ação e suspense por ai, tinha que ser logo drama? Entre um amor e um filme, escolho o filme, pois sempre existe a possibilidade da troca ou devolução. Sem dor, sem ganho!
Foi rotina, monotonia, marasmo, mas sabia me fazer feliz. Foi o meu passado mais bonito, o meu lado mais doce e, entre amores o que me fez sentir inteira, completa e plena. Foi amor, o meu amor. Entende?
Que Junho te traga uma porção de risos, boas vibrações, leveza na alma e paz no coração. E um amor seria bom para atravessar o inverno. Na ausência de um, invente outro. Simples assim!
E quem tem Deus no coração, sabe que sempre haverá um sol ao amanhecer e uma constelação de estrelas trazendo luz e brilho ao anoitecer. Que a calmaria sempre vem depois de uma tempestade. Que não te falte nem força, nem esperança e nem fé em Deus. Que se multiplique a felicidade, o amor se perpetue no seu coração e a paz faça morada em sua vida.
Esquece essa coisa de pessoa certa! O amor não vem sob medida, não tem a tua altura, nem calça o teu número. Não se julga um livro pela capa. Aparências enganam, a essência, essa reside lá no fundo. A verdade é que existe a pessoa ideal, aquela que vai te fazer feliz nos mínimos detalhes. Na simplicidade de um olhar, no aperto de um abraço, na doçura de um beijo. Amo doces. Aliás, que tudo seja doce em você!
Porque a vida é assim, você se doa, ama, cuida, cultiva e vê o amor morrer no fim. Não ame por carência, nem conveniência. quem ama, faz sempre o melhor, da o melhor de si ao outro sem reservas. Quem ama cuida, protege. O amor não é ter, nem pertencer, mas ser, viver plenamente o amor a dois. O amor não é um sentimento descartável, que se usa, abusa e joga fora.
Como são felizes aqueles que têm suas transgressões perdoadas, cujos pecados são apagados.
Romanos 4:7
