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Quer melhorar o Mengão muda de esquema esqueça o esquema do Vanderlei Luxemburgo, esse 4-3-3 com o plantel que o Flamengo tem não da, Voltamos para o simples o 4-4-2 e só um Volante com 3 meias Alan Patrick, Arthur maia e Almir pois o time ficará mais inteligente no meio. 2 atacantes Emerson e Eduardo.
Às vezes o sol não aparece, mas sabemos que é dia, tem dias que não falo nada, mas sabemos em quem estou pensando.
Esse seu jeito, toda desengonçada
é o que te difere de muitas,
que se preocupam em serem perfeitas demais
e esquecem que no mundo todos apresentamos defeitos.
Vida de adolescente
Quando acordo desanimo
Quando vejo estou na escola
Observo uns amigos
Na quadra jogando bola
Todo dia o dia inteiro
Num desanimo estou eu
É Romeu sem Julieta
Julieta sem Romeu
Esse mundo é assim mesmo
Nele escorre o preconceito
É zoação com o próximo
É a falta de respeito
Más um dia vai mudar
Sei que vão me contestar
Más não vou me preocupar
O amor tem a magia para o mundo transformar.
DEUS é uma palavra(nome) muito forte,
Muitos reclamam, desabafam, pedem... mas
esquecem de agradecer.
Quem nunca já se pegou imaginando coisas que sabiam que jamais aconteceria, e no final! ADIVINHA?
Acontecia!
Pensei que éramos só nós (eu e você),
Mas decidiu colocar "ele" em primeiros planos (problemas)
E eu automaticamente fiz parte dele..
Escrever me alivia de algumas dores,
uma delas é a de não te ter aqui comigo agora,
de não ter ninguém à compartilha-las,
Me ajudar dando conselhos bobos, ao em vez
de lágrimas.
As vezes gosto de pensar que tudo isso (A VIDA)
Não passa de uma ilusão, acaba, a humanidade muda de plano, e por fim o que conta são nossas virtudes.
E não é que é isso mesmo?
Mas muitos não ligam, e preferem trocar uma eternidade inteira feliz, por momentos de luxo em um mundo onde
a matéria não passa de um empréstimo que Deus nos proporciona.
Final feliz só em livros de romance e filmes,
e mesmo assim,
os personagens sofrem um bocado até a história ter terminado.
O RELACIONAMENTO NÃO E UM ACIDENTE,E UMA DECISÃO,UMA ESCOLHA SE NÃO ESTA FELIZ COM A DECISÃO,QUE TOMOU ISSO SE CHAMA ERRO
A felicidade e a tristeza,
São estações que florescem
E morrem, entre primaveras
E outonos que se sucedem
Ininterruptamente dentro
De mim. Vivo meus verões
E invernos, sinto frio, calor
Falta de amor. Sou fera
Indomável na ânsia de
Suprir carências e vazios
Irremediáveis. Diria que
A tristeza é um acidente de
Percurso. E a felicidade, a
Volta, o retorno da vida
Ao seu curso. Me recuso
A ser, viver infeliz nesse
Mundo, nessa vida!
Sobre nós, respondo: O tempo cura dores e cicatriza feridas. O tempo não apaga o passado, mas nos oferta e acena com o presente.
Meu presente, meu passado,
Já foi doce e amargo.
Mistura de sabores.
Plantei amor e colhi dor.
Da dor fiz-me força e
Perseverança.
Com as pedras no caminho,
Edifiquei meus sonhos,
Fortaleci minha fé.
Esse riso, um dia já foi triste,
Já foi festa e funeral.
Hoje é brisa leve.
O mundo é da cor que você molda e pinta.
O mundo é essa tevê preta e branca,
Que você vai colorindo e assistindo
Com pausas. Zapeando sem parar
Em busca da felicidade em slow motion.
O mundo é isso, um grande quadro,
Que vai ganhando vida lentamente.
O mundo, o seu mundo, mundos
Diferentes, o que se vê pela janela
E o que se vive andando, correndo,
Procurando incansavelmente um
Lugar ao sol. O mundo dos sonhos, utópico,
A ilusão da perfeição. Ah! Quem dera
O mundo fosse perfeitinho! Seria
Um tédio total, sem a correria de
Cada amanhecer, o congestionamento
De cada entardecer. Viver é isso,
Correr riscos, vencer medos, burlar
As ciladas, ludibriar os pensamentos
E se aventurar nesse mundo de meu Deus!
Sempre tive um humor minúsculo para pessoas sem noção, sem amor no coração. Pessoas brutas, duras, sem aquela coisinha que a gente chama de doçura na alma. Essas que amam por conveniência e que fazem fila na sala de espera. Próximoooooo!
Eu sei, ele é o maior idiota que você já conheceu,
Mas você o ama. Você está ai sentindo
A maior saudade, pensando nele,
Em como teria sido, se não fossem os erros.
Ouvindo aquela música, que te faz lembrar
O cheiro da pele dele e desejando ser
Mais que um sonho, um breve devaneio.
Ai dentro está à maior novela, aliás,
Quando será o próximo Capítulo dessa história?
Eu sei, aquele perfume o lembra, aquela
Foto tem vestígios dele, o pensamento
Voa até ele. Ele é o centro do universo,
Das suas atenções, do seu pequeno
Mundo encantando. Ele é o teu príncipe.
É por ele que você espera, é com ele
Que você sonha todas as noites. Eu sei,
A carne é fraca, mas reage menina. Acorda,
Aqui vai um balde de água na cara, aliás,
Um conselho: Vive! Porque ele está vivendo,
Independente do seu amo e seus delírios
De principiante. Amores de primeira viajem
Sempre são mais complicados. Mas é coisa
Que passa e trespassa!
Tanta gente desperdiçando amor por ai, enquanto outros vivem essa eterna falta, carência de todos os carinhos e afetos do mundo.
O ASSASSINO TEM QUE DAR SEU TEMPO SE QUER FICAR
O tempo para quem sofre e o tempo para quem causa o padecimento são sempre distintos. A urgência é do primeiro, o sufoco e o desespero. Não deixe que o segundo inverta os papéis.
O tempo para quem sofre passa empacado no remoer e esperar, pausado na história que pingou o sangue, mesmo que passeando por outras. O tempo para quem tomou um escorregão é sempre o tempo do precisar. Precisa de muita coisa do mundo que antes que não havia tamanha necessidade. Precisa de muito mais testes antes de dar uma nota, de muito mais labirintos antes de abrir uma porta, de muito mais evidências, de muito mais tempo. Precisa que até aqueles nos quais confia, deem uma nova amostra de que podem ser confiáveis. Precisa de um universo de comprovações, porque seus olhos não cansam de catar qualquer peça do hemisfério que possa causar um novo hematoma. Precisa que o criminoso faça algo para diminuir aquele impacto ou, no mínimo, precisa que alguém o ajude a fazer o tempo ser tempo de novo. Quem está nesse tempo é quem pode exigir, quem está nesse tempo é quem pode reclamar e indagar.
O tempo para o destruidor passa, mesmo que sentindo a culpa, mais brando. O matador não precisa de hospital, de remédio ou de explicação. Ele navega saudável pelas retas inclinadas. Não o pertence a falta de ar. Ele não tem direito ao protesto, não tem permissão honrosa para dar queixas. Ele tem um tempo que passa, um tempo que não o enche de dúvidas e itens que trituram seu relógio com o passado fazendo ecos inescapáveis. O tempo da revolta não o pertence, a sua obrigação é apenas a de afagar o tempo do sofredor ou de ir embora, não de se fazer de ferido também. Porque ele tem o tempo, para ele a vida anda, ele não precisa estancar o buraco.
Para quem sofre, um dia emenda no outro e a cama não significa uma pausa para um novo nascer do sol, é somente um descanso entre abrir o corte mais uma vez. Para quem sofre, o tema foco é sempre o mesmo, ainda que não seja citado. Para quem sofre sempre há o incômodo de tentar entender como pode o cruel continuar a dirigir. É sempre preciso parar no ponto que machucou e reler, é preciso que o malvado releia também. Não há uma paz total até que o vilão pare o seu tempo e volte para a injúria ou até que o tempo passe o suficiente para que aquele que sofre, já não seja mais sofredor. Mas ainda assim, mesmo depois de anos, mesmo após o tempo aprender a passar de novo, só quem pode fazer reivindicações sobre o tempo em que houve a mágoa, é quem parou seu tempo por estar debilitado, por estar doendo. Nunca, jamais, o assassino pode fazer requerimentos enquanto o espírito da sua vítima fala.
Quem tem que ter paciência não é o sofredor. Ele pode gritar o quanto quiser. O seu relógio está pausado no roxo da sua garganta. O sofredor é quem necessita. Ele não tem que esperar por nada, ele pode querer agora, ele pode querer com velocidade, é tudo emergência para quem tem a faca cravada em si.
Quem tem que ter paciência é quem feriu. Paciência para provar que pode continuar ali e para não dar um "ai" de objeção enquanto tenta se redimir. Paciência para ouvir as inúmeras vezes sobre o seu erro saindo da boca do golpeado, sem poder tentar se justificar por meio de deslizes alheios. Paciência para entender que o tempo de quem foi sofredor sempre fica um pouco parado e retrocedido. Paciência sem exigir, jamais, que o maltratado tenha paciência. Paciência para sempre ter tempo de ter paciência. E se o violento não tiver a paciência, é simples, tem que correr para a segunda e única outra opção: a de se mandar. E deixar, de longe, bem longe, que o tempo do ferido possa aprender a dar seus tic-tacs gradual e novamente, sem nunca voltar com algum grito de guerra sobre o tiro que cometeu.
O esfaqueador tem que dar seu tempo se quer ficar, se quer misericórdia. Tem que doar com gosto seus ponteiros para o ensanguentado, porque das horas do atingido ele já tirou uma parte.
O tempo para quem sofre e o tempo para quem causa o padecimento são sempre distintos. A urgência é do primeiro, o sufoco e o desespero. O machucado não deve permitir que quem não sabe entender seu alarme prossiga em seu tempo.
