Tag julgamento
Acreditar em Deus para algumas pessoas se torna difícil, porque não conseguem vê-lo com os olhos. Então, porquê essas mesmas pessoas acreditam severamente no invisível e desconhecido JULGAMENTO ao próximo e a si mesmo?
Reflita...
Quem me julga é porque conhece as minhas características aparente, a alma é uma leitura complexa, não é para qualquer leitor.
O julgamento precipitado sempre foi o suicídio da verdade. Deixa marca irreparável, traz insegurança no convívio e pode sacramentar uma despedida.
Me diz, se ao menos hoje já pensou em alguém que não fosse você?
Então se sente confiante o suficiente pra julgar os males do mundo?
Reflita: qual porcentagem dos seus pensamentos durante o dia incluem Deus, toda a humanidade ou ao menos a criação?
MATURIDADE E EDUCAÇÃO
Aristóteles insiste muito numa coisa chamada maturidade. Maturidade não no sentido fisiológico, mas no sentido intelectual. O homem maduro é o homem que teve certas experiências e aprendeu com elas. Quando Aristóteles enfatiza que somente o homem maduro pode guiar a comunidade, está se referindo aos homens que conseguiram absorver um certo número de experiências decisivas que colocaram a sua alma um pouquinho acima do nível de consciência de sua comunidade. Esse homem maduro não precisa ser santo, profeta ou herói, mas simplesmente é alguém que tem uma alma um pouco mais ampla porque chegou a ter certas experiências significativas.
A finalidade da educação, tal como eu a entendo e tal como foi entendida nos tempos antigos, é a maturidade. O que o homem maduro fará com aquilo que eu lhe ensinei é problema exclusivamente dele, pois a maturidade que ele irá exercer será a dele, não a minha. Quando ele se deparar com determinado problema, a sua circunstância será outra diferente da minha, os dados serão outros e não há nenhuma possibilidade do professor antever tudo isso. Isso significa que uma vez conquistada a maturidade, a finalidade da educação está terminada, e o educador deve ir embora para casa. E o homem maduro, uma vez formado, pode se transformar ele mesmo num educador, se quiser, ou irá fazer outra coisa, já que não é só na educação que homens maduros são necessários.
É fundamental entender que educação liberal é a preparação da alma para a maturidade. O homem maduro é o único que está capacitado para fazer o bem ao meio em que vive. O bem deve ser conhecido. Mas o discernimento entre o bem e o mal não é imediato. Não adianta ter um formulário, os Dez Mandamentos ou o código civil e penal. O discernimento entre o bem e o mal é uma questão de percepção que tem de ser refinada para cada nova situação que você venha a viver, porque ambos costumam aparecer mesclados. Jesus disse: na verdade amais o que deveríeis odiar, e odiais o que deveríeis amar. Este é todo o problema da educação: desenvolver no indivíduo, mediante experiências culturais acumuladas, a capacidade de discernimento para que ele saiba em cada momento o que deve amar e o que deve odiar. Ninguém pode dar essa fórmula de antemão, mas a possibilidade do conhecimento existe e está consolidada em milhares de obras. Uma educação bem conduzida pode levar o indivíduo à maturidade e ao verdadeiro julgamento autônomo.
Pessoas que proferem enfaticamente que se não fossem suas crenças em deus(es) seriam más e sem escrúpulos, fazem 'cosplay' de santos mas assumem publicamente (sem perceber) que são naturalmente imorais. Julgam as outras pessoas que não compactuam de suas crendices usando como parâmetro o seu próprio caráter duvidoso.
Viva as Diferenças
Cheguei,
e o que sou você não sabe
não pela minha aparência
não pelo meu sorriso ou pela ausência
Cheguei! Mas não me julguem pelo que veem
Conheça-me e direis quem eu sou
Pelos meus atos de amor
Não pela cor da minha pele que se diz diferente
Não pelo tamanho e jeito do meu cabelo
Cheguei, entrei, mostrei
Que sou muito mais do que que sua imaginação observou e pré julgou.
Sou o brilho dos teus olhos.
(Paulo Seixas)
Não se julga o ser humano apenas pelo que se compreende do que é certo ou errado, deve se levar em consideração também seus instintos e desejos.
Encontrar alguém capaz de fazer um julgamento justo sobre as qualidades dos outros é uma das jóias mais raras de achar.
Não deixar que nossas vivências dirijam nossas vidas a ponto de abandonarmos a ponderação antes de julgar alguém e suas intenções. Esse é um dos grandes desafios das relações humanas.
Os Julgados e criticados.
Rapidamente um dedo é apontado!
A pessoa que julgou não avaliou bem o contexto, saiu dizendo o que achava, duas ou 3 pessoas ficaram criticando, e rapidamente o boato se espalhou.
A pessoa apontada carregava um grande sofrimento, estava sobrecarregada, mal podia com o seu fardo.
O mais grave é que metade do bairro já estava com raiva daquela pessoa e seu fardo.
Todos resolveram virar as costas e continuar criticando, em pouco tempo... uma multidão odiava aquela pessoa em sofrimento.
Um belo dia, na água veio uma energia forte de grande transformação .
Ninguém sabia o que aconteceria.
Pois bem... a partir daquele dia, quem bebeu daquela água, passou a ao apontar dedos e criticar os outros sem saber, passou a ficar na pele da pessoa criticada, se o criticado estivesse doente o apontador de dedos ficava doente também!
Se o criticado estivesse em dificuldades, o apontador de dedos ficava em dificuldades também.
Se o criticado estivesse só, abandonado, estigmatizado no ostracismo, renegado o apontador de dedos ficava assim também.
Se o criticado estivesse sofrendo racismo, o apontador de dedos mudaria de etnia e sofreria racismo também!
Se discriminassem gays, pobres, mulheres, obesos, idosos, negros, deficientes, bolivianos, indigenas de um modo geral... se tornava igual.
E assim... a água contaminada por senso de justiça, fez cada um naquela pequena cidade, se transformar naquilo que eles mais criticavam.
Deste modo, a cidade toda, passou a ser mais cautelosa uns com os outros... esta agua existe na espiiritualidade e se chama lei do retorno.
Autora: Cleide Regina Scarmelotto
Na verdade, quem mais julga os outros são aqueles que não admitem serem julgados ou que tem muito a esconder ,porque vivem uma vida paralela à vida que costumam mostrar e acham que ninguém sabe.
Sempre a tempo de mudar ,corrigir os erros .
Já julguei , já fui julgado , mas nunca tive outra vida que não fosse a que mostro e também nunca traí ninguém seja em qualquer sentido, mas já defendi pessoas na qual achei que fossem amigos e depois vi que era verdade..... , "precisei ver com meus próprios olhos".
Porque traição dói demais ....Seja na amizade ou no relacionamento .
Desconhecido.
Quando passamos muito tempo olhando para a vida do próximo, esquecemos de ver como está seguindo a nossa e por isso não conseguimos enxergar que podemos ser injustos em nossos julgamentos.
Eu prefiro que me vejam sem rótulos, que não olhem para mim e tirem uma conclusão. E há vários rótulos que inventaram a meu respeito. Mas eu não me guio por rótulos que criam sobre ninguém. Eu presto atenção na pessoa. O rótulo é chato, o rótulo já determina por baixo.
Veja as pessoas por quem elas se tornaram, não pelo que foram julgadas e absolvidas. Habitue-se a não usar o passado de ninguém contra eles. Quando alguém trabalha muito para crescer e se transformar em uma pessoa melhor, permita que isso aconteça. Não julgue a história de vida, a luta e os feitos de ninguém baseando-se em notícias falsas, plantadas propositalmente para denegrir imagens e destruir reputações.
Muitas vezes nos prendemos à situações, porque achamos que não conseguiremos viver sem ou porque nos fazem crer nisso.
Mas eu já estive nesse lugar e num ato de desespero, joguei tudo para o alto e coloquei tudo para fora sem pensar
No primeiro momento achei que me arrependeria, mas veio a noite e tudo que eu consegui sentir foi paz
Não tinha barulho, não tinha julgamento, não tinha apontamento de nada
Amanheceu e a liberdade de fazer tudo que eu queria, sem hora marcada
Sem a obrigação de que tudo saísse na hora certa para que não houvessem brigas
Outra noite, outro dia
Outras noites e outros dias
Então me dei conta que tudo que eu havia expulsado da minha vida eram:
Exigências, depressão, autoritarismo, pânico, medo, humilhação e o apontamento dos meus erros e falhas
Nunca o reconhecimento das virtudes.
Talvez você esteja fazendo essa mesma confusão, se prendendo a infelicidade achando que é feliz.
O medo de ser julgado paralisa. O medo de fracassar congela. Então seguimos no caminho morno, que é o caminho seguro, por temermos a temperatura da água quente. Mas, muitas vezes, a transformação que você precisa está no risco que você não corre. No mergulho que você não dá, pelo simples medo de se queimar, de se afogar, de se ridicularizar.
