Tag henrique
A humanidade está mais aflita em desvendar os enigmas do Universo; do que entender e conhecer a si próprio!
Durante sua passeata pelos caminhos da vida, trate de pisar assente e mantenha-se de olhos hiantes. Escolha bem o solo em que pisa e o sapato que usa. Sapatos são como amigos; alguns machucam e criam calos. Faça desígnios delicados e saiba antes quais são os riscos que eles te ajeitam. Mude sempre seu rumo para caminhos menos labirínticos. Deixe seu espólio bem apostilado, porque depois que você morrer é somente isso que lhe distinguirá de um andarilho aloprado; e um guerreiro conquistador!
Liberdade é a prova mais altiva do conceito humano, todavia, tê-la constitui haver a recíproca do mesmo conceito...
La pluma eres el mejor diseño. Eras como la poesia, la más hermosa prosa de mi vida. Eres como la lluvia que sin ella no existiría el arco-íris, donde al final, siempre hay felicidad. Eres como las flores, que sin ellas yo no tendría la vida. Eres com me humilde poesía, porque em ella nunca faltarás!
A mão de Deus está em cada sinal de benignidade irrefutável; e qualquer outra obra, por mais significante que seja, não pertence a Deus!
Todo homem tem o direito de esparzir sua fé. Seja cristão, mulçumano, judeu, ou pertencente a qualquer outra religião; cabe a nós, respeitar qualquer doutrina religiosa difundida. De igual forma, devemos acoimar e advertir, quando pérfidos ministros abusam da necedade presente nos acéfalos.
Se um dia eu tiver a desventura que escolher entre o vozear e a oscilação de minhas mãos, escolho minhas mãos. Com elas eu impetro a altivez da caligrafia, exatamente aquilo que indubitavelmente todos leem! O que se fala pode ser instável; e pelo logro de precários trovadores o que se ouve, nem sempre é o que se quer dizer!
O mais triste do envelhecimento é o pensamento, pois na essência de um bom pensamento é que podemos dizer que somos eternamente jovens!
Que trinfa e range os dentes, faminta, me olhando a par das mandíbulas ferozes, que me atroz um grito soberbo, e perante um grito, gemido, que me tenha calado. Junto ao pé do holofote cenográfico, sou um ator.
E hoje choro lágrimas de confete, assim como a maquiagem no riso do palhaço, assim como a graxa que faz lustrar e rodopiar os asfaltos.
Experimento a vida como uma experiência repleta de experiências a serem experimentadas, e, nas experiências adquiridas experencia-se as experiências, experiência a experiência, ou experimentos, nada abaixo nem além.
Eu, experimento da vida experimentada.
Assim que o tédio assola meticulosamente o espírito do homem, suavemente encaixando sua tromba notável na majestosa mente humana, o sábio espírito percebe que uma hora ou outra terá que discorrer sobre este fato inevitável. Dias tediosos são como a perda de olfato. Por mais que se tente mastigar o alimento, e além das tentativas de salgar ou disfarçar o gosto…não existe qualquer gosto e um certo nada participa da ação que vai automaticamente paralisando-se até o cuspe rude e terminal. Perde-se o sentido…não há razão lógica para encher o estômago sem tracejar o gosto. Resignado, o espírito em estado de tédio, cambaleia de um lado para o outro tentando assimilar tamanha inércia, e neste processo irreverente percebe que o enfrentamento é a forma de adquirir compreensão ante esta abocanhada da vida.
Durante noites em claro, criei monólogos
Para que minha loucura se esquivasse
Dos paradigmas e prepotências ainda vivas em mim
E fizessem um acordo com as letras sem nexo,
De algumas folhas em branco.
Desculpe a todos os amigos
que decepcionei.
Sou distante mesmo,
procuro meu lugar no mundo pra ficar...
e não se sentir um calço
que segura a porta pra não se fechar.
