Tag felicidade
A felicidade não é algo que se encontre,
por isso não faz sentido procurá-la,
temos que agir em prol de ações pessoais
que possam contribuir para a sua
constante construção,
pois ela é passageira
como todo o resto.
Viver feliz é buscar ser indiferente
com a certeza que nega a sua felicidade.
É fazer do seu caminhar
uma jornada aceitando a falsa ideia
de que seus passos o guiarão
para o eterno que é improvável.
É aceitar os seus limites como fronteira
de suas ações.
O verdadeiro sentido da felicidade
é conseguirmos enxergar
o indispensável na simplicidade do viver,
para sentimos o prazer em algo,
cuja sensação sentida,
não deixa espaço para outros desejos.
Sabemos que a alegria produz a endorfina que é o principal hormônio da felicidade e do bem-estar. Acredito, portanto, que o processo de ensino e aprendizagem significativo reside nas oportunidades alegres do viver.
O homem solitário vive uma felicidade
construida pela sua imaginação que
funciona como mecanismo de defesa
com o propósito de mostrar o quanto
ele é infeliz.
Se a felicidade é uma questão de estar e não de ser, portanto, não há necessidade procurá-la, mas de cultiva-la.
A felicidade é algo que não podemos dizer como alcançá-la,
não podemos traçar modelos para que outros a alcance,
porque ela é relativa, pelo fato de ser pessoal, logo,
o caminho que pode me conduzir a um estar feliz,
pode não ter o mesmo destino que outros possa encontrar.
Felicidade não tem uma fórmula ou caminho que nos conduza até ela, pois o estar feliz é pessoal, você pode se sentir feliz com algo que para outros não signifique nada.
A felicidade não é algo que se possa adquirir,
ou de buscar para encontrá-la,
porque ela não é um objeto de posse.
A mesma é um sentimento momentâneo,
porque somos inconstantes e estamos
sempre sendo influenciado por ações
que são externas ao nosso ser.
Não uma fórmula ou conjunto de procedimentos padronizadas que possa nos conduzir a uma vida feliz, pois o estar feliz é relativo e efêmero como o próprio ser da felicidade.
A felicidade não é algo que se encontre em algum lugar, e sim, nos permitirmos vivê-la, pois ela permea as nossas vidas e muitas vezes, deixamos de aproveitá-la porque estamos ocupados, procurando-a.
Se existisse uma receita de felicidade, não haveria infelicidade, por isso, não acredite que você possa ser feliz, porque isso é uma ilusão, pois não é uma questão de ser, e sim, de vivermos momentos distintos, ora felizes, ora não, porque a dinâmica da vida não nos permte vivermos apenas um tipo de sentimento, do contrário, ela seria um verdadeiro tédio.
Felicidade é apenas uma ideia que se concretiza por intermédio da realização de desejos, logo ela é efêmera e não eterna, então, não podemos dizer que somos felizes, mas que estamos ou não felizes.
A felicidade no mundo globalizado é uma ideia construída na comparação entre uma forma ou outra de viver. Sendo assim, quem é mais feliz? Uma pessoa que vive submersa às diversidades sufocantes de uma metrópole ou outra que encara as limitações de um lugarejo, sem perspectivas de progresso? A dificuldade em responder a referida pergunta está na complexidade em definir felicidade, pois sendo um sentimento, logo é singular, portanto, imaginá-lo dentro de um padrão é um erro e esse erro aumenta quando teorizamos a possibilidade de alguém ser feliz, porque isso é impossível, justamente, por sermos portadores de uma falibilidade que não nos permite sermos perfeitos, pois somente com a perfeição poderíamos dizer: somos felizes.
Imaginar a felicidade como algo a ser conquistado é assumir uma visão positivista de encarar a vida.
A felicidade numa visão histórico-crítica é relativa, não absoluta, logo, não é algo que pode ser conquistado e sim vivido, portanto, há um erro quando se diz: "eu sou feliz".
Hoje vivemos uma vida compartilhada,
onde a dor e a felicidade não são apenas suas, pois há uma necessidade de compartilhar para legitimar.
Procure desfazer dos entulhos da vida, que contribuem apenas para lhe tirar as finitas oportunidades de felicidade. Somente na finitude da vida que conseguimos enxergar o quão desperdiçamos tempo com coisas insignificantes, porque afinal, no final, nada significa, além do que fizemos de bom, e o tempo não permite acrescentarmos mais nada.
Estar em constantes momentos de festividades e ou lazeres
não é garantia de felicidade, estes podem ser apenas momentos
de busca por algo que você ainda não encontrou.
Estar rodeado de pessoas
não assegura que uma pessoa esteja feliz,
porque a verdadeira felicidade
só é percebida no silêncio da solidão.
A verdadeira felicidade é aquela cujo o sorriso brota do coração e não dá necessidade de mostrar que está feliz.
