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Não importa o quanto tentem me atingir, tenho um grande escudo: a minha fé!Não importa o quanto tentem me derrubar, eu estou subindo as escadas da vida degrau por degrau, sem ansiedade de chegar ao topo!Não importa o quanto queiram me ver triste, a felicidade não está nas estrelas, mas sim dentro de mim.Não importa se querem me ver só, eu tenho muitas pessoas caminhando lado a lado comigo.Não importa quanto me caluniem, pois a inveja corrói a mente das pessoas.Não importa se me dediquei à pessoas que não merecem, pois tudo fiz de coração aberto e alma limpa.Enfim, tudo o que acontece na minha vida não me derruba, mas sim me fortalece!
Tolo é aquele que me vê e acha que me conhece. Não é porque fui agradável que eu sou de fácil convívio. Eu ter quebrado a cara não significa que sou idiota. E principalmente, o fato de eu estar sorrindo não quer dizer que eu sou feliz. Mas eu sou. Talvez nesse ponto você tenha acertado, é que no meio de tantos sentimentos e atitudes confusas que existem em mim, a felicidade é a única que eu me apego, que eu não deixo ninguém tirar, às vezes até empresto, mas em pequenas doses pra não viciar e a quererem de vez, pois já me levaram tanto e isso é o que me resta, mas me contento, afinal tenho em mim o que tantos procuram nos outros.
Por acaso
E como se, sozinho, pudesse mudar o mundo! Pudesse deixá-lo melhor, ou pelo menos próximo do ideal. E como que por instrumentos pudesse navegar pelos céus, legislando em causa própria, sendo prepotente, arrogante, egoísta - como nunca fui, como pensei que talvez nunca viesse a ser. E como se de mim dependessem os mais fracos, e fraco, eu não correspondesse às expectativas.
E a véspera do ano novo titubeasse, feito um bêbado as margens da via observando o fluxo do trânsito - como se previsse um acidente. Mas tudo não passa de um grande incidente... Minha presença neste lugar, tais pretensões, tal ausência. Puro acaso!
Em meio a tudo isso, imerso em meu próprio mundo - mesmo que sem intenção - tive a impressão de que o lugar estava ficando menor, diminuindo, diminuindo-me - não de tamanho. De humanidade talvez! Não sei explicar.
E era como se eu esperasse, só esperasse, sem a pretensão da chegada de alguém, as margens da via, da vida - esperasse. Só esperasse. Assim como quem nada espera, só espreita – arguto amiúde, solitário em uma mesa de bar. E como se esperasse a morte, e só a vida se fizesse presente - nas buzinas efusivas dos carros no fluxo fluido da via, e no Tissss... do gás escapando apressado de dentro das garrafas de cerveja, abertas quase todo tempo.
E como se negasse tal ausência... Insólita, visceral, sobre-humana – meu corpo fosse se desfazendo de sua altivez, fosse perdendo sua rigidez; e meus olhos fossem esmaecendo, perdendo o brilho, se apagando; e suas cores fossem se desbotando, se descolorindo, deixando de ser. E ainda sozinho no bar, eu ouvisse cadeiras sendo arrastadas abruptamente, e ouvisse barulho de vidro tinindo no chão e se partindo em mil pedaços, em pedaços tão minúsculos quanto eu naquele momento. E as vésperas do ano novo, semi-anunciado no céu pelos fogos apressados de alguns e pelas milhares de pessoas bêbadas que surgidas do nada, agora me faziam companhia, abraçando-me, oferecendo-me champanhe e celebrando em voz alta enquanto diziam umas as outras, incessantemente: FELIZ ANO NOVO!
E como em todo fim... Felicidade ou tristeza, prazer ou dor, sorrisos ou choro – com ou sem lágrimas. E assim como em todo fim um reinício, uma nova oportunidade de ser o que se quiser ser – diferente de antes, melhor que ontem! De fazer algo por si mesmo, ou de fazer o mundo pequeno diante de teus mais agudos anseios de mudança. E depois de tudo isso... As pessoas ao redor, desconhecidas entre si (em sua maioria) agora se abraçavam, se curtiam, e pareciam felizes de verdade! Se talvez já fosse ano novo... Mas nada era novo ainda! Nem o ano, nem as pessoas, nada. Eu não entendia o porque de tanta inquietação. Era véspera de ano novo! Véspera.
Há um tempo em nossas vidas para a gente entender a felicidade.
Não um tempo cronológico,
de data e idade marcadas,
cada pessoa tem seu tempo de entender.
É um entender mais que conhecer.
Afinal a felicidade não se define,
não se teoriza.
Simplesmente acontece.
Precisamos entendê-la para senti-la,
senão ela vai embora
e nem notamos.
Esse tempo é tão inconstante.
Tão traiçoeiro.
Precisamos estar atentos ou não estar atentos,
... e a felicidade chega.
Muitas coisas acontecem em minha vida que não tenho porque expor, mas fazem a diferença e me deixam muito feliz, isso me basta!
"Quando você fica plugado no passado, deixa de viver "O Agora", "O Aqui", "Este Momento", onde a felicidade faz refugio, tão perto de você e tão longe ao mesmo tempo, dependendo da sua pré disponibilidade em viver o hoje, nos detalhes, sentindo, vendo e tocando "Este Instante."
“ Eu aprendi que você não deveria se comparar em ser melhor que os outros mas sim fazer melhor por você…”
Temos medo de abandonar uma trajetória percorrida até agora por estarmos familiarizados com ela, porque achamos mais fácil nos prender a uma “felicidade” trazida por um milhão de coisinhas passageiras e superficiais do que buscar uma felicidade profunda e plena.
... não somente pelos bons momentos que te amo. Amo te pela pessoa que é e pela sinceridade que transparece. Pessoas com sua personalidade são ímpares e em pouquíssimo número nesse mundão. Desejo construir minha vida ao seu lado, passando pelos obstáculos naturais e desfrutando a felicidade.
Me perguntaram:
- cadê você?
Respondi:
- estou aqui.
Voltaram a inquerir:
- fazendo o quê?
Falo:
- vivendo.
Disseram:
- mas você sumiu!
Sorri e disse:
- é que a felicidade precisa de espaço.
De tanto se importar com detalhes
esqueceu que lá na frente,
onde os raios do sol acariciam
a noite enluarada,
onde o braço do abraço mais aconchegante
entrelaça a alma,
onde o sorriso desabrocha da espera...
Lá, onde tudo pode acontecer,
e de tanto se importar com detalhes,
esqueceu de visitar a felicidade e viver.
Melhor é não ficarmos apegados a coisas que não nos trazem alegrias; melhor é procurar sempre pelo que nos proporcione paz e felicidade... Observar, silenciar, contemplar mais...
O grito das mulher é por amor, pela felicidade eterna. Se lhes dar um amor e felicidade eterna, elas jamais cairão as flores. E o grito dum homem é lutar para ter amor duma mulher, lhe cuidar e fazer lhe sentir a mais feliz do mundo (DANIEL PERATO FURUCUTO 2015).
''Felicidade,felicidade queremos todos nós ser feliz,onde vais felicidade?.....onde estás felicidade?procuro-te nos altos mar,mas não te encontro,as vezis eu choro quando poder alcançar a felecidade viverei feliz para sempre no meu coração
Muitos passam a maior parte do tempo na compra da felicidade,quando descobre o segredo dela ja não têm tempo suficiente de vive-la
A felicidade eu só encontrei, quando aceitei Jesus como meu rei. E hoje canto, sou muito feliz. Para ter felicidade, faça como eu fiz.
A vida é assim. É como viajar pedindo carona. Você até pode saber para onde vai, mas não sabe quantas paradas terá que fazer.
Viva com a certeza de que tudo terminará bem,
que o amor não é milagre,
que as lágrimas enriquecem a alma,
que a felicidade não mora nas linhas dos poemas...
Acredite, ela entra e permanece nas moradas de portas e janelas abertas. Ela vem...
Ergue a cabeça e recomeça
Pois tentar ser feliz assim
É como sentir calor no frio
Ou caminhar com quem tem pressa
