Tag educação
São problemas da humanidade aceitar a mistura sem respeito ao puro, coletivo sem respeito ao indivíduo, o científico sem respeito a fé, amor a Deus sem respeito ao homem, Criador sem apresso à sua criação, respeitar a criação sem respeito ao Criador;
A educação transcende a mera diversão. Assim sendo, torna-se necessário reavaliar os paradigmas educacionais, bem como o propósito subjacente à cultura, aos empreendimentos e à esfera econômica. Recorrer à sedução como meio de aprimorar nossa interação com esses domínios é uma estratégia que atualmente demonstra inadequações em sua eficácia.
É imperativo que orientemos as gerações vindouras em direção a metas que sejam socialmente, ecologicamente, culturalmente, artisticamente e moralmente dignas.
O conceito equivocado de que todas as atividades podem proporcionar constante entretenimento é frequentemente alimentado pela cultura contemporânea.
Nossos ideais contemporâneos frequentemente incluem aspirações como viajar, comprar produtos de marcas renomadas e buscar distrações constantemente.
No entanto, é imprescindível fornecer alternativas na educação que não se baseiem exclusivamente na sedução consumista.
A escola deve promover valores culturais, pensamento crítico e apreciação artística, incentivando as crianças a buscar significados na vida para além das tentações comerciais.
É essencial resgatar o significado do esforço, do trabalho árduo e da busca pela inovação na formação da inteligência. Não podemos depositar todas as expectativas na sedução como fonte primária de realização.
É fundamental demonstrar que através do trabalho diligente e da dedicação, as pessoas são capazes de alcançar conquistas que proporcionam verdadeira satisfação e realização pessoal.
Existe uma fragilização evidente na esfera da vida individual, na qual os pais se encontram diante de uma incerteza quanto à melhor abordagem na educação de seus filhos.
Na busca por esclarecimentos, empreendem uma investigação de informações e imergem na literatura especializada, questionando incessantemente a eficácia de seus métodos educacionais.
A incerteza permeia igualmente o domínio da alimentação, onde a avaliação contínua acerca do que se revela benéfico ou prejudicial à saúde se torna uma realidade inescapável.
Para agravar a angústia no seio da sociedade contemporânea, com sua sedutora oferta de maior autonomia individual, surge ainda um ônus considerável: a fragilidade emocional.
Esta vulnerabilidade, resultante direta da liberdade ampliada, exige uma meticulosa análise dos custos inerentes.
O ser humano, intrinsecamente social, requer uma educação transformadora que abarque uma base científica robusta para lidar com a realidade, promova a solidariedade social em prol da igualdade e dignidade, e fomente a formação da cidadania através da participação ativa na sociedade.
Os pais e responsáveis pela educação têm que saber que nenhuma criança nasce odiando outra pessoa pelo seu jeito diferente, pela cor de sua pele, origem ou ainda por sua religião e opção. Para odiar e discriminar as pessoas, elas precisam aprender. Se elas aprenderam a odiar e discriminar, elas também podem ser ensinadas desde cedo a amar, respeitar e considerar.
Pense nisso; boa educação começa em casa, é o primeiro método excelente para mudar o mundo.
Nossa geração está criando e educando as crianças e adolescentes como se esses jamais fossem se tornar pessoas adultas, sair do mundo de fantasias e enfrentar a dura realidade da vida.
No Brasil, quanto mais se discute e reforma a educação, menos eficiente ela se torna. A sociedade, as famílias devem discutir educação. Os legisladores devem discutir formação e instrução. Discutir educação tendo a política e a economia como referências induz ao caos.
Quando se idealiza uma educação mediadora na construção de futuros homens críticos e conscientes do seu papel social, capazes de transformarem a realidade em que vive, em prol de uma sociedade mais justa e igualitária, a escola assume a árdua tarefa de criar todas as condições favoráveis para que esse propósito seja obtido, entretanto, não temos constatado, ao longo da história de nosso país, algo pelo menos parecido.
Quando penso em educação não posso abster da realidade em que a mesma está inserida, muito menos seus agentes, pois os resultados de todo o processo de ensino e aprendizagem, dependem diretamente da forma como a mesma foi idealizada em seus propósitos.
Certa vez no oceano alguns pais estavam com seus filhotes; Os tubarões, os peixes palhaços e os polvos.
A família dos tubarões deixou seus filhotes sozinhos, vendo isso, uma raia malandra enganou-os, fazendo com que entrasse em sua boca, devorando-os.
A família dos peixe-palhaço não ensinava seus filhotes bem, gostavam de zombar de outros. Então, eles encontraram a raia e zombaram dela, a mesma devorou-os.
Já a família dos polvos cuidavam muito bem de seus filhotes, cuidavam deles desde quando eram ovos, vendo a raia isso, nem tentou satisfazer-se novamente, pois sabia que nada poderia fazer.
De acordo com a Convenção de Bruxelas de 1978, é dever da educação ensinar às pessoas desde a infância a respeitar os direitos dos animais e aprender a amá-los.
Os professores são os responsáveis pelo futuro do nosso país, como grande jardineiros, diariamente cultivam, regam e podam as pequenas rosas (os alunos)
Podem queimar todos os meus livros e sumirão todos. Mas o que aprendi com eles jamais sumirá, ainda que me queimem.
Educação é a arte de sentir, ver e ouvir coisas desagradáveis e elegantemente colocar um sorriso na boca e fingir que não sentiu, não viu e não ouviu.
Declaro admiração aos professores
Apesar do sentimento, não trago flores.
Vim questionar direitos e valores
Ensinaram-me a questionar
Diferente não faria
educadores disseram que isso é
Ci-da-da-ni-a...
É normal dizerem que o professor
É a profissão que forma toda profissão
Já eu, acho que o professor
É o que forma todo cidadão
Não dê flores aos professores
Elas vão murchar
E nada irá mudar
Merecem estima e máxima honra
Pois seu valor é inestimável
É pouco todo o tesouro em uma conta
Porque o mundo sem esses é miserável!
"Atualmente o significado de educação está tão conceitual que, a maioria das pessoas confundem educação com etiqueta social. Está que é um conjunto de boas práticas em determinada sociedade que incluí valores morais e costumes distintos, aliada da ética. A educação é o desenvolvimento intelectual, obtenção de conhecimentos e formação. Ter etiqueta é sinal de ter educação, já ter educação, não caracteriza ter boas maneiras."
Thiago da Silva Oliveira (1986 a)
A filosofia é um excelente instrumento de temperança, mansidão, parcimônia e longanimidade. Não existe outro caminho que leve ao progresso intelectual, moral e ético, que não seja através do amor. Não o amor superficial, banal, egoísta e momentâneo, sentido pelos ignóbeis, os quais, confundem amor com paixão. Todavia, falo do amor que transcende a própria existência do ser, que perdura como legado. O fascinante e prazeroso amor a sabedoria.
Thiago Silva Oliveira (1986 a)
