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O diabo continua incorporando-se nos cristãos mal-educados, usando a língua deles para ofenderem o próximo e regredindo a sua salvação à medida que não deixam de praticar a verdade em qualquer situação.
O diabo não interessa pelo poder de Deus, porque ele se dedica à destruição e à morte dos homens, convocando a presença de demônios para os tornarem inoperantes, infelizes e incapazes.
O diabo oferece bebidas nos bares e nas rodinhas familiares e depois manda o crente para a igreja para convidar outros irmãos para uma festa em particular.
O diabo tem sequestrado muitos cristãos da igreja, oferecendo-lhes a liberdade pessoal
na prática seus pecados.
O último espírito de morto a ser consultado pelos seus simpatizantes foi o diabo, que continua enganando a mesa dos mortos.
O diabo conhece a Bíblia e adora fazer o mal: os inoperantes na fé não têm obras do bem e praticam a mesma coisa.
O diabo reconhece que, se destruir a família, consegue a decadência da nação, do estado, da sociedade e da igreja.
Que os homens saibam o quanto são escravos dos seus próprios desejos, se ignorarem a voz do diabo que surra no consciente e atropela o insconciente, se opondo à direção do boa índole, da alegria em servir com gratidão, da obediência à voz divina, para viverem uma vida abençoada, bem-sucedida e feliz.
Conhecer as fortalezas, os desígnios e as ciladas do diabo possível é pela sabedoria divina; mas, pela inteligência humana a maioria se torna escrava de suas propostas e tentações.
Há duas maneiras de saber se Deus ou o Diabo está por perto das pessoas: quando alguém fala mal dos outros ou quando ela fala de Deus para todos melhorarem a sua vida.
