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O raciocínio dedutivo é assim: "Todos os seres humanos sentem no íntimo que existe um Criador. Eu sou um ser humano. Portanto, existe um Criador." A conclusão ( "existe um Criador") é derivada das duas premissas ( "Todos os seres humanos sentem no íntimo que existe um Criador e Eu sou um ser humano"), a lei da lógica de predicados chamada instanciação aplicando universal.
No raciocínio indutivo, o papel das premissas é fornecer um forte apoio à conclusão, mas a verdade da conclusão não é garantida, porque este tipo de raciocínio não usa leis universais (tais como as leis da lógica) para chegar à conclusão. O seguinte trecho é exemplo de raciocínio indutivo: "Eu sinto no íntimo que exite um criador e todos os seres humanos nascem com inclinações para crer em Deus. Portanto, todas as pessoas são teístas." Neste caso, o raciocínio é correto porque a premissa apoia a conclusão, mas a conclusão é falsa, uma vez que existem pessoas ateístas.
Deus não existe no conceito vocabular, mas no conceito metafísico, uma vez que Ele é em essência sendo imune a coação externa! Ele é quem origina a ideia de existência. Enfim, nunca irão provar sua “existência” no mundo físico, pois o mesmo é hermético, insondável e incompreensível para mentes finitas e limitadas.
Deus de fato existe?
Seria mais lógico, coerente e congruente dizer que Deus é do que dizer que Ele existe, pois o campo semântico etimológico do verbo “existir” não comporta o real sentido transcendental da perspectiva de existência do Divino.
Provar a existência de Deus?
Nunca irão provar sua “existência” no mundo físico, pois o mesmo é hermético, insondável e incompreensível para mentes finitas e limitadas
Deus é incrível? Não e sim! Partindo do pressuposto etimológico não, e do secundário sim! Pois Deus é transcendental e fora do comum, da realidade limitada humana; portanto, ele é extraordinário. Ou seja, ‘incrível’.
É um pouco complicado percebermos que o conceito primário ou etimológico de “existir” se distancie radicalmente do conceito que temos sobre Deus. [Ele é incriável!]
Pois segundo a definição do linguista e lexicógrafo José Pedro Machado em seu ‘Dicionário Etimológico’ “existir” é: Do latim: ex(s)istere, 'sair de, elevar-se de; nascer, provir de, manifestar-se e mostrar-se'. Já que a palavra existir é composta de dois termos “ex e sistere”. O termo “ex” é uma preposição que significa “a partir de”, ou trazer algo para fora. O verbo “sistere” significa colocar de pé ou firmar alguma coisa.
Assim, tal termo significa literalmente “surgir a partir de algo firme”. E em seu sentido secundário seria: “ser real ou revelar sua verdadeira essência, natureza ou suas intenções ou opiniões”.
Partindo do pressuposto etimológico Deus não existe, no secundário existe sim!
Tudo é uma questão de pura
perspectiva!
O que sou, faço ou tento fazer ainda é mínimo para o quanto Deus já fez, tem feito e fará em minha vida e família.
Foi no deserto que a fé de Abraão foi testada; foi no deserto que Moisés presenciou a sarça ardente; foi no deserto que o povo hebreu, após serem libertos da escravidão de 400 anos, passou 40 anos sendo capacitados; foi no deserto que Elias recuperou sua fé; foi no deserto que João Batista preparou o caminho do Senhor e foi no deserto da Judeia que o Filho de Deus iniciou seu ministério messiânico terreno onde seria testado, mas não seria poupado. Assim, a filiação divina de Cristo foi testada e aprovada no deserto. Somente depois disto é que Ele estaria apto para realizar a obra de Deus.
Os escândalos vêm do escandalizado, se não vem de mim então não há porque se escandalizar, uma vez que a justiça de Deus cairá em quem se escandalizou!
É no deserto que conhecemos mais profundo nosso Deus, como disse o profeta Oseias: “Eu te conheci no deserto, em terra muito seca”. (Os 13.5). Será se isso estaria implicitamente nos dizendo que é no deserto que aprendemos a [nos calar para] ouvirmos a voz do nosso Criador?
Existe uma distinção teológica entre tentação e provação. Sabemos que ambas as expressões vêm de um único termo grego: /peirasmos/ (πειρασμός).
Contudo, as tentações provêm “do diabo, da carne e do mundo” e as provações vêm “de Deus”!
Se Jesus é o logos, o logos é pensamento ou ideia.
Logo, Jesus é a filosofia de Deus trazida para terra.
Santidade não é fanatismo, modismo ou dogmatismo, mas separação e renúncia do que é mau, impuro, profano e injusto, com base na doutrina teológica das Escrituras e por meio de uma vida aplicada à devoção e consagrada a Deus.
Você pode desejar ser quem você quiser ser, mas é melhor ser o que Deus determinou você ser. Gn 1.26-27; Rm 12.1-2;
