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Dizer que a nossa paz foi roubada, que o amor não existe mais e a união desfeita, é muita pretensão. Se roubaram é porque não existia, nem a paz, nem a união e nem o amor. Tudo não passava de mera ilusão. A paz, a união e o amor são atributos internos. Se o cultivarmos, jamais morrerão. Nada externo derruba se o interno for consistente.
O amor é um atributo e quase não percebemos. Ele vive dentro de nós quietinho. Não o sentimos porque o amor não faz sofrer, não desconfia, não deixa dúvidas. O amor verdadeiro é sutil, ao ponto de não revelar a sua verdadeira identidade. Por ele ser assim, não conseguimos a maioria das vezes encontrá-lo.
Descobri que a vida me dá o que realmente necessito. Que nada faz sentido se eu não me importar com o que está acontecendo ao meu redor. Que a justiça se faz necessária no nosso dia a dia. Descobri que o amor é a ponte para a nossa felicidade. Que nada externo, é eterno, apenas passageiro. São tantas descobertas, que seria injusto não acatá-las. Que viver, é isto, descobrir que o inevitável bate na nossa porta a cada segundo.
É preciso dar amor, para que este retorne em grandes proporções. É preciso que a coragem se intensifique de várias formas, para que a vida se aloje dentro de nós. É preciso viver de forma correta para que o universo nos dê o que merecemos.
Gosto de pessoas sensíveis e de corações grandiosos. De pessoas que se importam com os outros. A nossa estrada é cheia de tropeços, porém se encontrarmos pessoas de alma boa, de corações leves e sensíveis, o trajeto será muito mais fácil de ser cumprido. Sejamos doares de amor e de emoções.
No amor, não há dor. Apenas a leveza de entender que ele é a parte mais sensível de toda a história.
Quando entendermos que o amor é uma luz que nos envolve como um véu invisível, estaremos prontos para vivê-lo intensamente.
Quando falarmos de amor, tenhamos a capacidade de saber a diferença entre o verdadeiro e a vontade de querer o que nos atrai.
Passamos trabalho, necessidades, angústias, raivas, porém há dentro de nós amor, saudades, sonhos, que preenchem todo esse vazio que criamos sem necessidade.
