Tag amor
Geralmente, as pessoas que mais choram nos velórios, são as que esqueceram de amar e às vezes, ajudaram a matar.
Quem “ama loucamente” não passa de um apaixonado, pois o amor verdadeiro é lúcido, frio e calculista.
O amor de pai para filho,
não é apenas amor,
é devoção,
é entrega,
é anulação,
é amar com verdadeira animação,
de quem ama com veneração.
No relacionamento de amor,
o que importa para a sua manutenção
não é o que fazemos,
mas o que deixamos de fazer,
pois o feito é o que se espera,
o que não foi feito é o que frustra
e a decepção vai enfraquecendo,
dia a dia, a relação.
O amor não exige, aceita sem se anular.
O amor não critica, dialoga para melhorar.
O amor não é incompreensível, procura exercer a empatia para melhor compreender.
O amor não é fruto de um querer,
mas o nascer de uma relação
que tudo só faz sentido na
manutenção do seu viver.
O que é o amor?
Se me perguntarem isso, eu agiria como um idiota, conforme a concepção de "seu Madruga" que disse ser idiota aquele que responde a uma pergunta com outra pergunta, pois perguntaria:
De que amor você quer que eu defina? Acredito que o amar possui diversas facetas e cada uma delas trás consigo particularidades que as distingue uma das outras, portanto, não há uma forma única de amar e muito menos de definir. Quando penso no amor e relaciono ao sentimento que atribuo aos meus filhos, as palavras que inevitavelmente busco para definí-lo é carinho, dedicação, doação, entrega e principalmente gratidão por ter filhos maravilhosos.
Amar é agir sem pensar
no que pode conseguir
com o ato.
É pensar como pode agir
conseguindo atuar
amando tudo que faz
para quem dedica o seu amor.
O amor que une uma família não é algo que se deva ser conquistado, mas inato. Quando ele é real, não há barreiras que não seja possível a união.
Uma dor deixa de ser sentida em duas situações:
Quando o tempo atua sobre a mesma sanando-a, ou quando outra dor maior surge concomitantemente.
De forma análoga, a dor de um amor perdido se extingue de duas maneiras: Ou sofrendo até que o tempo reduza esse sofrimento a nada ou substituíndo o amor pedido por um novo amor.
Contemplar a beleza da Lua
quando ela está cheia,
repleta de esplendor,
te dar a certeza
do verdadeiro amor
que há no céu do nosso senhor.
Não preciso! ...Necessito!
Não preciso dizer quem sou.
Não preciso divulgar o meu amor, muito menos, aonde vou.
Não preciso postar o que me amargou, nem tão pouco, a minha dor.
Mas...
Necessito viver o que sou.
Necessito compartilhar o amor.
Necessito enfrentar o que me incomodou e aprender com a dor.
Porque...
Não preciso ser o que não sou, mas reconhecer como estou, para poder conquistar o esplendor de me ver como realizador de um sonho que me renovou.
No verdadeiro amor, não há domínio, pois o que une os amados não deixa espaço no coração, que possa permitir que a Semente de outro sentimento se instale para brotar um conflito.
O verdadeiro educador é aquele que faz de sua práxis um ato de amor, pois acredita que o resultado de suas ações pode ser interpretado com apenas um sorriso de satisfação daquele com quem mediou conhecimentos para vencer obstáculos, que antes eram impossíveis de serem ultrapassados.
O professor não é um trabalhador;
O professor não é um colaborador;
O professor não é um mediador;
O professor não é um facilitador;
O professor não é um educador,
ele é o que a situação de sala exije que ele seja, portanto, ele é tudo isso e mais amor.
Procure fazer o melhor, mesmo nas coisas mais simples,
pois o feito por você é o que o caracteriza como o ser no amor, no trabalho, na amizade, na família, no estudo, na vida.
O que pode ser o amor?
Amar sem limites, não é amor! É aceitação!
Amar não respeitando, não é amor! É enganação!
Amar com posse, não é amor! É anulação!
Amar sem cumplicidade, não é amor!
É individualidade!
A verdadeira conquista não é o prêmio, a medalha, a honraria, a vitória ou o pódio quando nos desafiamos em conseguir algo, mas a fortaleza que agregamos a cada experiência de vida que, paulatinamente, vai nos fortalecendo para metas maiores. O importante é enxergarmos a nossa volta durante cada desafio, para não perdermos as oportunidades que estes momentos nos disponibilizam e que muitos não conseguem perceber, porque estão focados apenas na concretização do seu desejo, mas ele será sempre superado por outros vindouros, enquanto as oportunidades de podermos crescer como profissional e, principalmente, como ser humano requer sensibilidade e coração aberto para a reciprocidade, o amor, empatia, honestidade e o nosso limite.
O verdadeiro amor
não usa de instrumentos para significar
a distância que permeia a relação,
como justificativa do seu enfraquecimento,
pois a solidez do sentimento,
não se abala com a separação momentânea.
Não preciso dizer o que sou
Não preciso divulgar o meu amor
Não preciso falar o que me amargou
Muito menos, postar a minha dor
Mas...
Necessito viver o que sou
Necessito compartilhar amor
Necessito enfrentar o que amargou
Apenas aprender com a dor
Porque...
Não preciso ser o que não sou, mas reconhecer como estou
Para poder conquistar o esplendor
De me ver realizador
De um sonho que me renovou.
Sou uma árvore centenária, que brota em um corpo de menino. Minha alma é um livro antigo, cheio de histórias, cheio de sabedoria. Meus olhos são dois poços de água profunda, onde o tempo se reflete, onde a eternidade habita.
Sou um homem que já viveu mil vidas, e ainda assim, sou um menino que brinca com o universo. Minha presença é um silêncio que fala, um vazio que está cheio de significado. Eu sou o resultado de todas as minhas vidas, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo.
Eu sou um enigma, um labirinto, onde a verdade se esconde e a mentira se revela. Mas eu não tenho medo do desconhecido, porque eu sei que sou o guardião de meu próprio destino.
Eu sou um rio que flui sem parar, mas que ainda assim, é profundo e tranquilo. Minha superfície é lisa e brilhante, mas minhas águas são turbulentas, cheias de correntes e redemoinhos. Eu sou um vulcão que dorme, mas que pode acordar a qualquer momento.
Minha vida é um tapete ricamente tecido, com fios de alegria e tristeza. Eu sou um poeta que escreve com o coração, e que canta com a alma. Eu sou um homem que ama profundamente, e que pode detestar com a mesma intensidade. Eu sou um ser humano, com todas as minhas contradições, e ainda assim, sou um mistério para mim mesmo. Mas eu não tenho medo de mim, porque eu sei que sou um ser em evolução.
Eu sou um rio que flui, um vulcão que dorme, um poeta que escreve, um homem que ama. E eu continuo a fluir, a dormir, a escrever, a amar, a viver. E quando eu finalmente chegar ao fim do meu caminho, eu saberei que vivi, que amei, que escrevi. E que deixei um pedaço de mim mesmo, no coração de todos que conheci. E assim, eu me tornarei imortal, um eco que permanecerá para sempre. Um eco de amor, de poesia, de vida. E eu serei feliz, porque vivi.
(“O velho jovem de mil vidas”, de Douglas Duarte de Almeida)
