Tag amor
A estrela da noite escureceu,
quando sua beleza brilhou,
o meu sorriso apareceu,
quando você chegou!
Quando você libera esse sorriso,
tudo fica lindo.
Transforma qualquer lugar em paraíso
e faz de mim um menino!
Muitos foram chamados,
mas poucos foram escolhidos,
porque têm corações para as coisas do mundo
e não para o amor de Cristo.
Temos amado DEUS acima de tudo e todas as coisas
e ao nosso próximo como a nós mesmos?
Se não fizermos isso, e se Cristo volta agora,
não adianta estar na igreja e muito menos
carregarmos o título de crente:
simplesmente perdemos a salvação!
Eu Amo a DEUS acima de tudo e todas as coisas,
amo o meu próximo,
mas agora preciso amar um pouco mais,
a mim mesmo!
Amor é coisa estranha, não é? A gente passa a vida inteira aprendendo a lidar com ele, como se fosse uma fórmula complicada que só os gênios entendem. Mas a verdade é que o amor, esse danado, é simples. Quem complica somos nós, com nossos medos, inseguranças e aquelas histórias que a gente conta pra si mesmo, acreditando que estamos protegidos.
Sabe, eu já fui de acreditar que certas coisas não eram pra mim. O amor era uma delas. Porque o amor, meu amigo, machuca. Ele tem o poder de pegar nossas partes mais frágeis e expô-las ao mundo, como se dissesse: “Olha só, aqui está você, despido de toda a sua coragem, pronto para ser ferido”. E assim, começamos a construir muros, achando que, com o tempo, a dor vai passar e que, quem sabe, um dia, alguém vai aparecer com um passe de mágica para derrubá-los.
Só que esses muros não protegem. Eles isolam. Eles transformam a dor de um momento em uma constante, um eco que reverbera nas paredes que nós mesmos criamos. Você acha que está seguro, mas na verdade está apenas sozinho, e a solidão, meu caro, é um veneno que a gente bebe todos os dias, na esperança de que, por não sentir dor, estamos imunes ao sofrimento.
Mas a verdade é que nenhum de nós está além de ser amado. Não importa o quão destroçado, o quão cínico você tenha se tornado. Todos nós merecemos amor, mesmo que a gente tenha acreditado por muito tempo que não. O amor não é uma recompensa para os perfeitos, porque, convenhamos, perfeição é uma farsa. O amor é um direito, uma parte essencial do que significa ser humano.
E sabe de uma coisa? Às vezes, a gente precisa se lembrar disso. Precisamos parar de acreditar naquelas histórias que contaram pra gente ou que a gente inventou. Precisamos deixar uma fresta aberta, mesmo que mínima, porque é por ali que o amor entra. É por ali que a vida mostra que, apesar de tudo, ainda vale a pena acreditar.
Então, se você anda por aí com o coração blindado, achando que está protegido, eu te digo: baixe a guarda. Nem que seja só um pouquinho. Permita-se sentir, permita-se ser vulnerável, porque é na vulnerabilidade que o amor floresce, e é nela que a gente descobre que, no final das contas, sempre vale a pena tentar de novo.
Amor não é só aquilo que damos; é aquilo que merecemos, mesmo quando acreditamos que não. Lembre-se disso, e se dê uma chance. Deixe o amor chegar, mesmo que aos poucos, porque ele sempre encontra o caminho. E quando ele chegar, você vai entender que, por mais que tenha doído, o amor nunca foi o problema. Os muros que a gente constrói é que são.
Às vezes, as coisas boas estão ali, na esquina, esperando para te encontrar, mas a gente nem percebe. Fica tão focado no que deu errado antes, no que não saiu como o planejado, que esquece de deixar espaço para o inesperado. Mas deixa eu te contar uma coisa: as melhores coisas - e as vezes as mais bonitas - estão no que a gente não espera. Espero que você, quando estiver prestes a se sabotar, lembre-se de que a felicidade também é feita dos tropeços, das falhas, dos erros. Não deixe que o medo do passado apague as oportunidades do presente. Quando o sol decidir brilhar sobre você, que você se permita sentir. Afinal, se a vida não espera, imagine as coisas boas…
A grande questão não é voltar a ser o que éramos antes do tombo. Não. A sacada é entender quem a gente pode se tornar agora, depois de carregar as cicatrizes e passar pelos naufrágios. Olhar no espelho e não lamentar o que foi perdido, mas enxergar o que ainda dá pra construir. E quer saber? O sol volta. Sempre volta. A dor passa, o peso some e, sem perceber, você está rindo de novo, sentindo de novo, vivendo de novo. Porque é assim que funciona, meu caro: a gente cai, quebra, esfarela. Mas, no fim, levanta. E segue. Trincado ou remendado, mas segue.
Defende teu sonho com a garra de quem sabe
que o mundo é feito de muros,
mas o coração, de pontes.
Então, vai lá, se afasta do caos,
deixa a lista de "tenho que" pra lá por um tempo.
Viver é alinhar o teu mundo de dentro
com o mundo que você cria lá fora.
