Tag amor
Que tristeza sinto em meu peito,
É ruim estar insatisfeito,
Quando você enxerga que nada é perfeito,
E seu corpo entra em rejeito.
Há pessoas que te encanta,
No fundo do poço te levanta,
Nos seus braços lhe sustenta,
Fazem da sua vida sua ferramenta,
E quando enjoam,
Desistem à toa.
Ainda quero acreditar,
Em um amor que me faz acordar,
Que de mim faça o seu lar,
E que possamos se somente se amar.
Que tristeza sinto em meu peito,
Quando vejo pessoas de todo jeito,
Que pelos sentimentos do outro não há respeito,
Brincam com eles e tiram proveito.
Que tristeza sinto em meu peito,
Por pessoas sem conceito,
Sujeitos,
Imperfeitos,
Cheios de defeitos.
Se aceitar ser moradia de alguém,
Não deixe que ninguém,
Tire o sossego,
Que vem do seu peito.
E tem que ser recíproco,
Correspondente,
Bilateral,
Mutual,
Retribuído.
As vezes as falhas estão comigo,
Não sei,
É uma dúvida constante carregar a culpa de algo que vejo que não é construído somente comigo,
Uma hora, bem menos, estamos bem.
As outras horas, quase sempre estamos em campos de guerra/batalha.
As guerras/batalhas que travamos saímos vivos,
Mas a alma fica desgastada.
E, não está sobrando tempo para cicatrizá-la.
A todo momento um "Adeus",
E esse "Adeus", aos poucos nos distancia.
E,
Não sei como ficarei depois,
Não sei como viverei depois,
Não sei como sobreviverei depois,
Não sei como serão minhas noites,
Não sei como serão meus dias,
Não sei como será a vida,
Não sei como será lidar com a saudade,
Não sei, não sei de nada.
Sei que irá passar,
Mas sei que, talvez não seria o que desejaria para o hoje..
A dúvida se existe amor entre a gente,
Como saber? Como ter certeza? Como não ter medo de ir?
São cascas de ovos,
São discursos pesados,
São caras fechadas,
São corações acelerados.
Em momentos...
São gritos ecoados,
São dedos apontados,
São discursos vazados,,
Em momentos...
É um amor que as vezes se esvazia, mas as vezes preenche,
É um amor que as vezes entristece, mas as vezes alegra,
É um amor que as vezes dói, mas as vezes cura.
Em momentos...
É um amor que nos condena,
A querer seguir separados,
Mesmo muitas vezes,
Não querendo.
FORÇA DE MAE
Mãe,
Tu não me deu só a vida.
me deu coragem pra vivê-la
Tua luta virou minha armadura,
teu amor, meu escudo de guerra.
Se hoje eu não desisto,
é porque herdei tua força.
DESSE SENTIDO
Ser mãe é nascer de novo sem morrer, é sorrir com os olhos cansados, é ser o lar mesmo sem paredes, é amar sem medida e entender que o sentido da vida cabe inteiro no colo.
Vive falando que não existe amor em São Paulo, mas não olha nem pro lado! As vezes o seu grande amor pode estar bem atrás de você"
Faça o bem, se dedique a alguém. Ajude e não seja mais rude. Plante, cante, sorria, viva. Faça o que for, mas lembre-se de fazer o bem
Curta o seu amor hoje. Dessa forma,
se acontecer de perder,
o máximo que conseguirá, é guardar no seu coração.
Em um relacionamento, quando há amor de verdade, mais importante do que ter razão é fazer o sentimento prevalecer.
O romantismo quebrado, a solidão embriagada e uma estética suja e bonita de quem já viu o amor morrer dentro de um quarto de hotel e ainda assim tentou escrever poesia com o corpo todo doendo.
Onde o amor vira um tipo de salvação torta, e o respirar depende de alguém que já não sabe mais ficar. É poesia em combustão lenta. Dor com delay. E esperança mesmo quando tudo parece irrecuperável.
Aqui é onde a desistência encontra redenção, onde a poesia nasce do fracasso e onde ser honesto dói, mas cura.
Amar de verdade, às vezes, é saber deixar ir, com a dignidade de quem sentiu tudo, mas não precisa mais provar nada pra ninguém.
Abraçar a sua sombra é parar de fugir do espelho. É olhar pra dentro e dizer “eu sei o que você fez" “e mesmo assim, ainda te amo” “porque você é tudo o que me sobrou e tudo o que me trouxe até aqui.”
Ninguém é inteiro sem seus pedaços escuros.
Ninguém é forte sem suas quedas.
Ninguém é livre sem primeiro encarar o cárcere da própria mente.
O amor é como um espelho quebrado que você se vê em partes e percebe que tentou colar o impossível. Que amar sozinho é como construir uma casa em areia movediça.
A ausência deixa espaço. E é nesse espaço que mora a dor. A memória do que já foi e talvez nunca tenha sido do jeito que a gente lembra.
Aqui a tempestade ficou engarrafada e o sentimento não resolvido é transformado em memórias que a gente não queima porque o cheiro da fumaça lembra casa.
Você diz que vai embora.
Eu digo “vai”, mas minha voz treme.
Você diz que me odeia.
E eu rio. Porque sei que no fundo você só não sabe mais amar.
Nem eu.
A gente se estraga melhor do que se ama.
Mas tem alguma coisa nesse caos que parece casa.
Alguma coisa doente, instável, mas familiar.
