Tag amor
"O segredo da evolução está na disciplina silenciosa. Quem conhece o templo interior, conhece o caminho da verdadeira prosperidade."
"O amor verdadeiro é tão perfeito, que ele chega a ser uma forma de transferência de consciência de forma natural e simples."
A distância não possibilita que eu fale olhando nos seus olhos o que eu quero te dizer. Mas sinto que não posso aguardar mais! Preciso te dizer o quanto você é importante para mim e como você mudou tudo desde que apareceu na minha vida. Eu estou completamente apaixonado por você! Quer namorar comigo? Sou muito fiel o último o que vc me diz tenho a certeza que N sou perfeito mais, posso te fazer a menina mais feliz do universo tudo, sou verdadeiro,puro fiel a vc faz dias, que eu tô olhando, pra vc e nem sei o que escrever as palavras falar mais alto do que sinto as letras até erra de tão apaixonado que eu estou por vc, com todo coração,vc aceita a namorar comigo?
O frio não existe... Nada mais é do que a ausência do calor.
O mesmo posso afirmar que o ódio não existe, nada mais é do que a ausência do amor de Deus nos corações dos homens.
O verdadeiro significado da véspera de Natal é a espera do nascimento do mais puro amor que andou sobre a Terra.
Entre as sombras do adeus, o coração é um poço de melancolia,
Onde ecoam ecos de um amor que partiu, mas ainda se aninha.
No teatro da vida, a cortina caiu sobre o palco do afeto,
E a dor da separação se insinua como um frio inverno repleto.
Oh, homem de coração trespassado, teu peito é um relicário,
Guardando lembranças de um passado que se desfaz no calendário.
A mulher que partiu deixou rastros de saudade e desespero,
E o que resta são memórias que ardem, como brasas no fogueiro.
Ainda paira no ar o perfume da pele que um dia foi tua,
Mas agora, na solidão, a cama é um deserto que insinua
Que o calor humano se dissipou, deixando apenas o frio,
E o eco dos risos passados ressoa como um lamento sombrio.
As lágrimas, silenciosas testemunhas da tua dor,
Deslizam pela face, buscando alívio para a alma que chora.
A cada suspiro, ecoa a melodia triste da desilusão,
Enquanto o coração insiste em bater ao ritmo da solidão.
Mesmo assim, o amor persiste, como uma chama teimosa,
Que se recusa a extinguir-se, apesar da tempestade furiosa.
A mulher ainda vive nos recantos da tua mente,
Como uma sombra que te acompanha, constante e insistente.
Na escuridão da noite, o vazio se torna mais profundo,
E o eco do silêncio é a trilha sonora desse mundo.
Mas, oh homem que ainda ama e sofre na escuridão,
Lembre-se, o amanhã pode trazer consigo a luz da redenção.
Que o tempo cure as feridas e console tua alma aflita,
E que o amor renasça das cinzas, como a fênix bendita.
Pois, mesmo na dor da separação, há a promessa de um novo dia,
Onde o coração poderá encontrar a cura e a alegria.
Nas entranhas da saudade, o coração geme em agonia,
Ecos de uma separação que cravam fundo, como espinhos na via.
O homem, marcado pela sombra da ausência querida,
Ama na distância, sofre na carência da alma ferida.
Em cada pedaço da noite, murmúrios do passado ressoam,
A mulher que partiu deixou um vazio que seus sonhos devoram.
Ainda o amor persiste, como um farol em noite escura,
Guiando a esperança, enquanto a dor perdura.
Cada toque, cada beijo, permanecem tatuados na pele,
Como promessas que o tempo não consegue apagar, nem cancelar.
Enquanto o homem sonha, acordado, com reencontros possíveis,
O coração se recusa a desistir, alimentando esperanças incríveis.
No ballet da vida, outras bailarinas tentam sua dança,
Mas ele, na teimosia do amor, recusa a oferta, recusa a mudança.
Pois a mulher que ama, mesmo distante, é seu farol,
E qualquer sombra de felicidade parece pálida, sem calor.
Recusa-se a aceitar o consolo de outros braços,
Pois neles não encontra a magia, nem os laços,
Que o uniam àquela que ainda é dona dos seus suspiros,
Mesmo que o tempo teima em ser o senhor dos retiros.
Oh, homem que ama com a chama da eternidade,
Ainda há esperança na alvorada da felicidade.
Que o destino, fiandeiro dos fios do coração,
Teça um reencontro com a mulher da tua canção.
Que a dor da separação seja um prelúdio,
Para um capítulo onde o amor é o núcleo.
E nos braços dela, encontre a paz merecida,
Na sinfonia da vida, uma harmonia restabelecida.
Na separação, o amor se transforma em memórias que aquecem o coração, enquanto o ódio se torna o frio silêncio que preenche o vazio deixado pela partida.
Na dança das emoções, um triste giro,
Transformei amor em ódio, suspiro.
Cruel destino, caminho incerto,
Enterrar o afeto, num túmulo deserto.
No coração, flores murchas de um passado,
O amor que vivia, agora sepultado.
Despertei o ódio para libertar,
A dor que sufocava, era hora de acabar.
Cortar os laços, desfazer a trama,
Doce amor agora na lama.
Sepultei sonhos, enterrei o querer,
Para renascer, preciso esquecer.
No solo do adeus, planto a saudade,
Memórias desfeitas, na escuridão da verdade.
Ódio, um veneno que liberta a prisão,
Do amor que se foi, na última estação.
Em um instante de reflexão, um novo capítulo surge,
Um convite à mudança, onde a vida converge.
É hora de partir, deixar o passado para trás,
Abrir as asas, voar rumo ao que jamais se desfaz.
Uma nova vida desponta, como aurora no horizonte,
O sol da renovação brilha intensamente, forte.
Novos desafios se apresentam, como montanhas a escalar,
Mas com coragem e fé, prontos para superar.
A liberdade é a trilha que se estende à nossa frente,
Caminhando com passos firmes, sem receio, somente.
Se amar, se gostar, se valorizar no presente,
Descobrindo o poder de uma autoestima envolvente.
É tempo de se dar oportunidade, abrir o coração,
Deixar florescer a esperança, a mais doce sensação.
Levantar da poeira do ontem, como a fênix renascer,
Seguir em frente, sem olhar para trás, sem se deter.
Na solitude, encontrar a paz que mora dentro de si,
Explorar os recantos da alma, descobrir o que ali há para ser.
É a oportunidade de se encontrar, de se conhecer,
Um mergulho profundo no próprio ser, um renascer.
A vida é um poema em constante evolução,
Cada verso escrito com as escolhas do coração.
Então, sigamos adiante, com coragem e gratidão,
Em busca da plenitude, dessa nova vida em expansão.
A verdadeira liberdade reside na capacidade de seguir nossos desejos, amar ou não, conquistar sonhos e sermos nós mesmos, sem medo de sorrir, brincar, amar e ser amado. É caminhar livre pelo mundo, olhar nos olhos e escolher com sinceridade nossas respostas, sabendo dizer não quando necessário, sendo honestos sem magoar, e vivendo na plenitude da verdade, sem mentiras.
Sentir é o poema que nos envolve,
O sabor que nos embriaga e envolve,
Aroma que nos sussurra e resolve,
Toque que nos acende e dissolve.
Pele que é tela em que me perco,
Perfume que nos inebria e adormece,
Prazer que nos guia, sem berço,
Contorno que em sonhos me aquece.
Beijo que é promessa e desvario,
Mel que me afoga em seu alento,
Loucuras a dois, em nosso rio,
Cabelos que enredam nosso momento.
Olhar que é labirinto e abrigo,
Voz que sussurra segredos sem pudor,
Enlouquecer é o nosso castigo,
Perfume do desejo, nosso amor.
No doce bailado do sentir,
Em cada sabor, em cada aroma,
Nas pontas dos dedos, no toque a fluir,
Na pele macia, sedosa, com a minha soma.
No perfume que emana, tão singular,
No prazer que nos guia, sem fim,
Seguir o contorno, sem hesitar,
Beijar a boca, em desatino e assim.
Afogar-me no mel que é seu,
Loucuras partilhadas, a dois,
Emaranhar cabelos, num doce breu,
Perder-me no olhar, em meus anseios.
Enlouquecer com a voz que sussurra,
O desejo no ar, palpável e quente,
Numa dança de almas, em loucura,
Sentir o amor, intensamente.
No crepúsculo dos desejos,
Nasce a paixão em seu olhar,
Um obsceno fogo que arde,
Entre o amor e o encantar.
Encontro de almas perdidas,
Que buscam viver e reviver,
Curar as feridas antigas,
Num abraço que vem do querer.
Despedida é só um momento,
Orgulho que se esvai na ilusão,
Esquecer é um ato lento,
Desamar é a duração.
Consolar é a luz da aurora,
Que apaga a sombra do medo,
Acender o fogo que chora,
Em cada passo, em cada enredo.
No palco dessa vida incerta,
Há o desejo de caminhar,
Entre o crepúsculo e a aurora,
No eterno ciclo de amar.
Por amor... Vou...
Na vastidão do meu peito, arde um fogo incansável,
A chama que não se apaga, meu amor inabalável.
Persisto, insisto, em cada gesto, em cada olhar,
Mesmo quando o mundo insiste em nos separar.
Mas há um ponto, um limite, onde a dor se torna mestra,
E o amor, tão profundo, encontra a sua aresta.
Não é desistir, não é fraqueza, é um ato de proteção,
Prefiro sofrer só, a ver teu coração em aflição.
Pois amar não é só insistir, é saber a hora de parar,
É ter a coragem de, às vezes, soltar.
Não por falta de vontade, mas por puro amor,
Para que tu não conheças o peso da minha dor.
Então, nesta despedida, não vejas abandono ou fraqueza,
Mas o mais puro gesto de quem te ama com grandeza.
Se sofro sozinho, é por amor, não por fraqueza ou desdém,
Porque te amo tanto que prefiro ver-te bem.
Cassia, Meu Orgulho, Meu Amor
Cassia, filha minha, um dos meus maiores tesouros,
Nos teus olhos vejo o brilho do meus futuros,
Cada passo teu é uma vitória que celebro,
Cada conquista tua, um sonho que realizo.
Tu és a obra-prima que o tempo esculpiu,
Com a força de um coração que nunca desistiu,
Nos teus gestos vejo a bondade que semeei,
E no teu sorriso, o amor que sempre te dei.
Minha filha, és a razão do meu caminhar,
O orgulho que carrego no peito sem cessar,
Cada desafio que enfrentas com coragem,
Reafirma o amor que sinto, sem margem.
Cassia, teu nome é melodia que acalma,
És o fruto mais doce da minha alma,
E quando olho para tudo que já conquistaste,
Vejo em ti a grandeza que sempre sonhei.
Meu amor por ti é infinito como o céu,
E o orgulho que sinto é o meu maior troféu,
Cassia, minha filha, minha vida, meu sol,
Te amo além das palavras, com todo o meu calor.
Teu Pai...
Fotografar é...
Fotografar é capturar o instante,
O efêmero momento que passa voando,
E prender no papel, num gesto constante,
A memória que o tempo vai desfiando.
Fotografar é ver além do óbvio,
É espiar a alma que vive escondida,
Transformar luz e sombra em alívio,
Na imagem que guarda o sopro da vida.
É mirar o mundo com olhos atentos,
Desvendar a beleza que muitos não veem,
Revelar os segredos guardados nos ventos,
Os detalhes sutis que poucos retêm.
É fazer da lente um portal do tempo,
Eternizar o riso, a lágrima, o olhar,
Transformar cada clique num monumento
Do instante que insiste em se eternizar.
É dar voz à cena que em silêncio grita,
Ouvir a paisagem que ninguém escuta,
Captar o caos e também a harmonia
De um mundo repleto de luta e ternura.
Fotografar é tocar o invisível,
Sentir na pele o que está além,
É tornar visível o intangível,
Descobrir o que o olhar comum não tem.
É roubar um pedaço de eternidade,
Guardar o agora, para sempre, talvez,
E ao revermos a imagem, em outra idade,
Reviver o passado, a infância, o que já fez.
É um ato de amor e também de coragem,
Desnudar a alma em cada registro,
Contar a verdade, mesmo que a imagem
Nos mostre as rugas, as marcas, o visto.
Fotografar é uma dança de luz e sombra,
Uma busca constante, quase um ritual,
É deixar que o coração assombre
Cada imagem, tornada essencial.
Pois fotografar é, no fim das contas,
Sentir a vida em sua impermanência,
E, com um clique, manter as pontas
Entre o fugaz e a persistência.
É ver o mundo como um milagre raro,
Guardar na lembrança o que é difícil segurar,
E perceber, por um instante tão claro,
Que a vida é breve — mas vale eternizar.
Toda história de amor é uma história de sofrimento em potencial. Se não a princípio, então depois. Se não para um, então para o outro. Às vezes, para ambos.
