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Um dia me perguntaram o que era o amor.
Numa reflexão rápida, quis me limitar a dizer que o amor é uma coisa só... Pensei em uma pessoa que amo muito e afirmei, com convicção, que amor é admiração — como se um "eu te amo" fosse, na verdade, um "eu te admiro", só que com mais intensidade.
Mas então me veio à mente outra pessoa que também amo, e percebi que o sentimento era outro.
Vieram, então, palavras como cuidado, compromisso, afeto, liberdade — e todas elas também fizeram sentido.
Entendi que o amor se fragmenta nas relações pessoais e singulares (romântico, materno, fraterno, amizade...), assumindo maior ou menor importância na vida de cada um, conforme suas vivências.
Sigo sem saber a resposta exata — e às vezes falho ao reconhecer o amor por algo ou alguém, fruto das minhas próprias expectativas. Um erro. Porque, embora o amor me apareça como um emaranhado de sensações, acredito que ele só existe a partir da verdade.
Eu dependo dos outros para me sentir feliz. É como se eu não tivesse luz própria. Preciso de gente. De gente que me escute, me admire, que goste de olhar para mim.
Eu a amei muito antes de ter consciência do que era o amor. Eu a quis muito antes de saber o que era querer. Eu a admirei ainda infante. Na minha ingenuidade infantil talvez eu já tivesse reconhecido nela o meu grande amor, a minha mestra, a minha amiga, a minha doce companhia, a minha musa, a minha obra de arte favorita.
O amor, em sua essência, é um organismo vivo, em constante mutação e adaptação. Não se trata apenas da paixão inicial, daquele turbilhão de emoções que nos arrebata. É muito mais. É a construção diária, a dedicação, a paciência, o companheirismo e a cumplicidade que se estabelecem ao longo do tempo.
O amor próprio não é egoísmo, mas sim uma forma de autoconhecimento e autoaceitação que nos permite ser mais autênticos e vulneráveis em nossos relacionamentos. Quando nos sentimos seguros e confiantes em nós mesmos, somos capazes de abrir nossos corações e construir conexões mais profundas com os outros.
“Perdoar é abrir a cela onde você mesmo se aprisionou, não para libertar o outro, mas para reencontrar a chave da sua própria paz.”
Amor é a nossa união
Hoje, dia 12 de junho, usarei o meu coração,
No dia mais especial de nossas vidas,
Vamos comemorar o amor da nossa atração,
Entre abraços e beijos de mil carícias floridas.
Eu te amo entre todas as constelações do céu,
Juntos podemos agrupar todas as estrelas,
No único beijo festivo como um grande troféu,
Assim, você sempre será minha cinderela.
Amar tem um sentido e eu vou lutar para não te perder,
A princesa de minhas emoções, minha bela donzela,
Vou crer para obter no dia dos namorados acontecer.
A chama da meiguice em uma formosa rosa vermelha,
Eu vou beijar com cafunés a magia e encanto do amor,
A namorada com ardor que parece uma flor de groselha.
ESPERA
Quando o amor se depara
Com um pedido de espera
Ele suspira
E se evapora
Numa aura pura;
E se incorpora
No que aspira
E para a espera
Então se prepara.
E na espera incessante,
Triste o amor se ressente;
Pelo acinte,
Pelo afronte,
Qual transeunte
Que numa ponte
Atende ao pedinte,
Porém presente
À sua frente, um assaltante!
Quieto como chegara,
Suave como regera,
Ele se gira
Parte agora
Sem amargura.
E se avigora
Pois lhe insurgira
Que a espera que elegera
Por qual vergara, enfim, agora, subjugara!
"Deus me ensinou o amor, a cordialidade, a paz, o perdão e a paciência, mas as pessoas me ensinaram a reciprocidade."
Tantos olhares por aí...
janelas da alma, sem fim.
Alguns curiosos, a espreitar,
outros cansados, a sonhar.
Há o brilho breve do que passa,
e o pesar mudo que se disfarça.
Olhares que julgam sem conhecer,
e os que acolhem, sem querer.
Em cada um, um mundo se encerra,
histórias contadas sem guerra.
Tantas vidas em um piscar,
tantas verdades a nos guiar.
E no meio de tanto ver,
o meu olhar, tentando entender.
O Luar
Em uma noite fria, o luar aceso, tua pele a minha, um desejo.
Em um abraço que aperta, o tempo que para, em cada beijo que incendeia a alma rara.
Sobre o brilho prateado que nos cerca, nossa paixão se entrega.
Um amor que arde intenso e sem fim, presente eterno não só pra mim.
No abraço que nos funde, sem freio e sem pudor, sinto a brasa acesa do nosso amor.
Nossos lábios se entregam em beijos vorazes, desvendando desejos, em chamas e em fases.
Que o mundo se esqueça, que o tempo se perca.
Nessa dança que seduz, somos fogo e desejo sobre a Luz
Reflexão
O silêncio não é apenas a ausência de som, mas sim a presença de um espaço para a introspecção e a conexão. Ao cultivarmos, podemos descobrir uma fonte inesgotável de paz, clareza e autoconhecimento para refletir e escrever, tornando-se uma forma poderosa de processar emoções, organizar pensamentos e obter clareza.
Ao caminhar em um parque, sentar ao lado de um lago ou simplesmente observar o céu, sentiremos que a natureza tem imensa capacidade de acalmar a mente e promover uma conexão.
Façamos então, pausas conscientes das telas, das redes sociais e das notícias. Permitindo-se ficar offline por um período para se reconectar com o mundo real e consigo mesmo.
Vi os olhos mais lindos do mundo, e eles me viram.
Aqueles olhos me viram antes mesmo de eu ver eles.
E quando eu os finalmente vi, me apaixonei.
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
E sobre o tempo de amar,
O tempo é muito lento para os que esperam
Muito rápido para os que o teme
Muito longo para os que lamentam
Muito curto para os que escolhem festejar
Mas, para os que verdadeiramente se amam, o tempo é eterno.
amor é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda rancor.
O princípio do Amor é amar
Amar é a liberdade de querer estar em algum lugar ou com alguém por livre e espontânea decisão, afeto e amor.
Que sejamos livres para amar e receber do amor, sem as amarras desarmoniosas geradas na vaidade e criadas no egoísmo.
No amar, não existem regras ou certezas; existe o sentir incondicional e a vontade do querer. Querer ser mais para si e para o outro. Assim, a liberdade cresce e o amor evolui.
Amar a si mesmo é o solo fértil onde as flores da alma desabrocham, nutrindo a essência da nossa existência.
Mas como encontrar nossa essência?
O amor é a luz quando você precisa.
É a pessoa para quem você corre quando tudo parece desabar.
O amor é tolerância, especialmente naqueles dias em que nem você consegue se suportar,mas aquela pessoa consegue.
É dar flores sem data marcada, presentes sem propósito ou culpa.
É estar presente acima de tudo,nos dias bons e ruins, e não só de corpo, mas com atenção verdadeira.
É a paixão do primeiro encontro,
do primeiro beijo,
da primeira troca de olhares,
do primeiro amor com conexão.
Tudo isso é real.
É a companhia diária, o afeto,
os dias que passam tão rápido.
Os anos podem mudar,mas essa companhia tem que permanecer.
Vocês precisam se encontrar e, assim, se complementar.
É a pessoa com quem você sonha em ter filhos,
porque sabe que ela seria uma excelente mãe ou um excelente pai,
e não uma decepção total,apenas o(a) filho(a) da própria mãe.
É quem te defende do mundo quando ninguém te compreende,
mas também te repreende, só vocês dois,quando há erro.
É a pessoa em quem você confia,
que faria o seu trabalho por você no cansaço,
sem que você precise pedir,
porque ele é seu companheiro.
Amor é fechar os olhos e dormir em paz,
sabendo que a pessoa ao seu lado é incapaz de te trair
e nunca te deu motivo para duvidar disso.
Não vou te dizer que tudo serão flores,
mas quem planta, colhe.
E quem escolhe a pessoa que permanece ao seu lado é você.
Até o tempo que dura…é escolha sua.
Ame. Mesmo que doa, faça.
O arrependimento também dói.
By Priscilla Reis
Você me intriga, Júlia Alves. Confesso que sou um bom leitor de pessoas (não pense de maneira errada, se ligaaa). No entanto, não consigo decifrar você. É uma incógnita fascinante — nunca sei ao certo o que vai dizer, e isso é simplesmente extraordinário. Desperta em mim uma vontade ainda maior de te conhecer, de mergulhar mais fundo no mistério que é você.
Você me instiga a querer me perder no brilho dos seus olhos cor de café, a deixar meu coração se render completamente às ondas hipnotizantes do seu cabelo. De fato, Júlia, você me intriga mais do que posso expressar.
Dia do amor
O que faz a poeta?
Ama à sua maneira
Encanta-se
Vive o entrelaçar das almas
Materializando em versos
O misto de sentimentos que se eternizam
Transbordam em êxtase
Nasce o poema.
