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Aforismo de velejantes
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Peregrino
sombra e pensamento
sintético
claro ao natural
§
impressionante ao sol
arvores listras amarela
sonhos a eira
§
seguir-se-ão velejando
a verdade do dia
passará.
Provérbios - Tomo I
§
A fonte da manhã renova-se.
O vento sopra e as águas fluem.
Há um rio interior.
§
A vida hoje te diz
aquilo que mais precisas ouvir.
Um apelo ao ser
as riquezas ocultas e escondidas
Desperta-te, nessa manhã.
O viajante, pela manhã, diante do cultivar & guardar, reforçou um aforismo:
"A sabedoria, muitas vezes, não é o ganhar na vida e sim, saber vivê-la".
A genialidade se comparada a tudo que não é sabido, é como uma gotícula de água em meio a inúmeras, suspensas no ar.
250623
Tudo nesta vida pode ser certo, também pode ser errado; depende do discernimento provido do olhar observador!
040723
O que tonifica e desenvolve aqueles que desconhecem a idoneidade, é a capacidade de enganar!
180723
SUBTERFÚGIOS
As amarras que nos prende no espaço e no tempo, não são os obstáculos em si; mas sim, os subterfúgios, a apatia e a covardia!
080823II
Se eu ruborizo e tu também ruborizas, é porque o reinado da timidez ainda prevalesce entre nós.
210823
A solidão e a saudade, são intangíveis para aqueles que ainda não conheceram o verdadeiro amor!
020124
Torne- o comum nomes e codinomes. Todos serão iguais, fortes emocionalmente, e imunes da dor.
170708
Quando uma brilhante máxima é considerada o máximo, é porque sinceramente, é o mínimo que pode ser dito
“Existem pessoas tão cheias de si que acabam completamente vazias.”
A vaidade humana é um abismo disfarçado de plenitude. O indivíduo que se enche de si mesmo acredita possuir substância, mas o que nele transborda é apenas a aparência do ser uma bolha de ar que o menor contato da realidade faz estourar. O homem verdadeiramente dotado de espírito não necessita exibir o que é; seu valor repousa no silêncio.
O vaidoso, pelo contrário, é como um vaso sem conteúdo que tenta compensar o vazio pelo barulho. Quanto mais fala de si, mais denuncia a ausência interior. Vive de comparações, de olhares, de aplausos e por isso sua felicidade depende do reflexo, jamais da essência.
Aquele que busca parecer é escravo da opinião. E nada é mais miserável do que depender do olhar alheio para sentir-se existente. Assim, quem se julga pleno de si está, na verdade, destituído de tudo porque o “si” que o ocupa é apenas uma caricatura inflada do verdadeiro eu.
Em suma, o homem cheio de si é um deserto disfarçado de montanha; quanto mais alto se crê, mais ecoa o seu próprio vazio.
