Suor Sangue A Lagrimas
A morte não pode calar
O sangue do justo no chão
Nem convence o vencedor
Que se recusa a parar
Assim como a escuridão
Não pode cegar
Quem enxerga com o coração
"Se o sangue de Jesus Cristo tem poder! Biologicamente este poder veio de Maria a sua mãe! Negar o sangue de Maria é negar o próprio Deus que se fez homem!"
A Arte se manifesta no sangue e no espírito dos que são indomados, que não se submetem ao julgamento de qualquer um, a Arte vive naqueles que reconhecem a beleza no caos monstruoso. Bruxas não domesticam sua fera interior, não limitam sua liberdade, enfim, bruxas são plenas em si mesmas e, portanto, não deixam na mão de outros o seu poder.
Família de Coração
Parente de sangue,
às vezes só vem
quando precisa,
ou sorri parado
num álbum antigo.
Família de verdade
não nasce do sangue,
mas do abraço,
do olhar que entende,
do amor que fica.
Não é o laço do corpo,
é o laço da alma.
É respeito, é cuidado,
não é interesse,
São amigos que viram irmãos,
são irmãos que a vida deu
e não o sangue escreveu.
Naldha Alves
Deus criou os amigos para serem a extensão de nossa família, não tem o nosso sangue, mas são os irmãos que nosso coração escolhe...
Segundo Hebreus 10:26–29, aquele que, após ser santificado pelo sangue da aliança, persiste deliberadamente no pecado, caminha inevitavelmente para a condenação final.
'E o sangue daquele que nasceu da união das raças da terra será o único filtro que a Grande Máquina não poderá corromper'.
Ela Ligou!
Abalo sísmico em escala global,
Super aquecimento do sangue e dos neurônios,
Aceleração de fórmula -1 rasgando as pistas do coração,
Uma mensagem no zap é deixada:
_ Vou te ligar, posso?
Família.
Não é quem divide sangue. É quem divide silêncio sem constrangimento.
Quem fica quando não sobra nada bonito pra oferecer.
Quem te chama à razão sem te diminuir.
Quem segura a barra quando você já largou tudo por dentro.
Família não é perfeita, é funcional.
Se dói o tempo todo, não é laço, é peso.
Se exige que você se apague, não é amor, é controle.
O resto é discurso pra enfeitar abandono.
"O Verdadeiro cristão remido no Sangue de JESUS não é uma peça de porcelana em uma redoma de vidro; ele é o sal que precisa sair do saleiro para dar sabor, É A LUZ que precisa sair do museu PARA ILUMINAR O CAMINHO."
É mais fácil convencer um vampiro a doar sangue do que arrancar um sorriso de quem não gosta de fazer amigos
Os corpos humanos, livros de sangue, cujas páginas são reescritas indefinidamente em capítulos que fragmentam suas existências...
Laços de amizades, laços de sangue, laços de amor...Não importa!!!
Se te feriu? Perdoe! Mas desfaça o laço, se afaste pra que nunca mais esse vínculo o machuque novamente.
Para Michel F.M., o fogo e o sangue não são apenas figuras retóricas; são elementos de uma alquimia existencial. Na trilogia Flores do Pântano, essas metáforas funcionam como o motor da criação.
Aqui está como esses elementos se manifestam na obra do autor:
1. O Fogo: A Transmutação da Dor
Na obra de Michel, o fogo cumpre dois papéis contraditórios e simultâneos: destruição e iluminação.
Autocombustão: Como visto no poema, o artista "incendeia o próprio coração". Na trilogia, isso representa a ideia de que, para aquecer (ou despertar) o mundo, o poeta deve aceitar o seu próprio consumo. A poesia é o resíduo desse incêndio.
A Forja: O fogo é o que transforma o "lodo" do pântano em "flor". Não há beleza gratuita; ela é forjada na alta temperatura de uma vida intensamente sentida.
2. O Sangue e o Miocárdio: A Poesia como Biologia
Diferente de poetas que buscam o "espiritual" ou o "abstrato", Michel F.M. ancora sua obra no corpo. O uso de termos como "miocárdio" ou "pulsação" revela:
O Sangue como Tinta: Escrever não é um ato intelectual, é uma hemorragia controlada. O sangue simboliza a herança, a ancestralidade e, principalmente, a vitalidade que o artista sacrifica para que o leitor sinta algo.
O Ritmo Cardíaco: A estrutura de seus textos muitas vezes emula a pulsação: frases curtas, cortes secos e uma urgência que parece vir de uma pressão arterial elevada. É a "anatomia do impulso".
3. A Dialética do "Pulsar"
O objetivo final dessa queima e desse derramamento é o mundo continuar pulsando.
Para o autor, a sociedade vive em um estado de "anemia emocional" ou "entorpecimento". O artista, então, atua como um desfibrilador: ele toma o choque para si para que o coração coletivo (a humanidade) não pare de bater.
Essa visão transforma o poeta em uma figura quase messiânica, mas desprovida de glória — ele é um "operário da dor".
Quando a Lua de Sangue
cruzasse o Sarv já era
a promessa da última
guerra da Humanidade,
O final desta guerra
nem eu nem ninguém sabe,
Matar um povo desarmado
é coisa de gente covarde.
Não posso fingir que nada
está acontecendo ---
Daqui a pouco será espalhada,
e levará muito tempo:
Não diga que não foi avisada.
Quero que entenda que
toda guerra é anunciada,
Ela chega quebrando tudo
dentro como prelúdio
da aberrante entrada,
Não quero jamais que abra
refúgio para a ideia de guerra
fazer a tua essência capturada.
