Sua Amizade e o meu maior Presente
Sinto-me como se meu coração não pulsasse mais, como se eu fosse uma máquina com limitações, constantemente à beira de me ferir. Parece que perdi a capacidade de sentir, enquanto toda a dor se acumula em meu ser, sufocando-me emocional e psicologicamente, apertando meus sentidos em um vórtice de angústia. Já não respiro como um ser humano, apenas sobrevivo com respirações superficiais, enquanto o mundo ao meu redor perde suas cores, mergulhado em um branco simulando o além e o negro das noites insones. Não suporto mais o odor da morte, nem a pressão e dor infligidas por outros. Por que devo sofrer tanto, odiar meu próprio corpo, não reconhecer a imagem refletida no espelho? Sinto que pouco de mim restou, que a amargura ameaça tomar conta, embora eu lute para não me deixar corromper. O medo de me tornar o monstro que construíram em mim, através de negligência, humilhação, perseguição, exploração, chicotes e palavras cruéis, é constante. Sou uma criança ferida, dilacerada dentro de um corpo adulto, uma adolescente depressiva perdida em seu quarto, com perspectivas frustradas em um corpo adulto. Não sei mais além da carga de dor que carrego, não sei o quem eu seria sem todo esse peso sobre mim.
Às vezes, sinto-me como um espectador de mim mesmo, flutuando além do meu corpo, assistindo ao espetáculo da existência. É como se eu dançasse ao som de uma melodia sem compositor, uma sinfonia mental onde cada nota é uma emoção que reverbera em minha alma. Meus ossos são feitos de ferro, suportando o peso das decepções e dos desencontros. Neste inverno, percebi que a monocromia dos dias cinzentos e das chuvas incessantes refletia a desolação da minha alma, despedaçada pela vida e pelos encontros com outras almas igualmente fragmentadas.
Em meu íntimo, ressoa a força de um leão indomável, embora este coração valente se desfez em funerais de borboletas. Meus olhos fatigados narram o tempo que resisti, sustentados pela esperança de um novo amanhecer. Vivo sob um céu nublado, onde a claridade é rara e a sobrevivência, um ato de fé. Mesmo sem vontade, continuo a correr; mesmo sem forças, encontro formas de me erguer.
Com fragmentos de mim mesma, existe um caos onde um espelho se torna o meu abismo insondável. A visão de meu reflexo desencadeia uma tempestade interna, com borboletas agitadas percorrendo cada fibra do meu ser, sangrando os vestígios do desgosto alojada em minha alma. Perdida em um limbo interminável, anseio ser apenas ossos, despida de tudo… para aprender a me amar, ou talvez me forjar em ferro, para suportar a pesada carga que carrego.
Em meu ser habitam borboletas; sou um esqueleto onde a carne se agarra teimosamente. O espelho, meu adversário inclemente, reflete os vestígios do que penso ser tristeza, expelidos em náusea. Transformo-me em um abismo de desejos, mergulhando no turbilhão de culpa, onde o que entra, borboletas querem expelir.
Sentada aqui no meu chão,
Apenas observo a paisagem,
Pois, sei que "o coração é terra que ninguém pisa."
🤔
Eu só tenho uma vestimenta:
a sinceridade,
nela só tem um bolso,
o meu coração...
Nele só guardo o que tem valor,
amor ao 'Criador
e as pessoas a quem tenho afeição!
<*•*>
Quando estou lendo,
meus olhos transformam-se
em uma boca degustativa,
meu cérebro vira estômago,
meu coração é os meus rins,
filtrando as ideias como um bom amigo;
para depois favorecer uma boa reflexão.
No meu exterior
apenas a matéria com prazo de validade,
mas, no meu INTERIOR
uma grata poesia, e quem sabe com um visto de ETERNIDADE.
*
Meu coração,
este pobre operário,
já não aguenta mais tanta manifestação,
desta usina chamada cérebro, produzindo tantos pensamentos. Um cérebro cheio de tensão,
mandando ver tanta ebulição!
Felicidade.../ Sinto cada dia/ Ao escrever uma poesia/ Acredito nas asas da saudade/ Ela voa até meu bem/ Pois em cada paisagem/ Vejo o meu amor.../👉💗🌹
Meu pensamento viajante incansável,
vive ao léu,
tentando alcançar o céu
da boca da noite,
somente
pra decifrar os segredos
da tua mente...
E depois viajar nos teus devaneios!
Meu pensamento tão atrevido
sentiu-se bem vindo,
a voar pelo espaço dos céus,
e vi teus poemas nos varais da passarela,
voando e ansiando pelos ventos do leste,
eles tão lindos e coloridos em meio o azul celeste...
Não resisti, me aproximei e beijei teus versos!
Atualizei o antivírus
Do meu coração.
As ameaças do sistema
Ficaram sem ação,
Totalmente inválidas.
Amor, alegria e paciência,
Será para sempre o meu tema!
Meu amor o grão de areia,
Aquele que interfere e já me fere,
Mas, ele não entende a minha poesia,
E me desfere golpes insanos, sem pensar
Ele possui avanços de um grande oceano,
E assim me recolho na minha humilde concha.
Quando você some
meu amor,
e desaparece,
faço uma prece...
Pois, sei que a ansiedade consome
todo o meu ser e minha mente.
Nesta aflição
Tiro do peito o coração.
Fica ele pulsando na minha mão.
O SOL não aparece
as nuvens tristes tece
um céu com lágrimas, e a chuva desce
nos meus olhos e o pranto escorre
e a alegria morre,
e neste esperar meus olhos adormece!
Ninguém conseguiu alcançar
O meu coração,
Assim como você meu querido,
Vou sempre te amar
Com muita emoção!
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