Sou uma Filha da Natureza
Cubismo da natureza humana digitalizada no formigueiro humano.
Família constituída de pai mãe e filho e filha, ate fase dimensional globalização.
Mistura dos ideias capitalismo e socialismo.
Ouve desenvolvimento cultura e desenvolvimento Família.
O leque foi aberto mãe pais e pais mães. Assim o cenário mundial tomou um novo formato.
Aonde tínhamos filhos temos pets filhos aonde caminhamos pela imersão da existência contemporânea de reprodução e ideal é reprodução a família... um ideial esta caindo pois planeta está super povoado.
Como tratamos a fome mundial.
Temos um percentual absurdo de gente no mundo.
Que vemos é devastação do planeta e com governantes omissos e aproveitadores, meio ambiente sofre muito, ainda a negacionista, gente aposta no apocalíptico sistema da alienação religiosa e social.
Homem é uma árvore que desvata sua própria natureza.
O paradoxo do ciclo infinito ate que o amanhã não exista mais. (...)
A árvore é ser gigante, com suas folhas que fazem a troca do gas carbônico para oxigênio que é vital para existência! ( correto)
As folhas desta árvore chega a saturação da existência e cai no solo...
Trazendo a cobertura e a umidade. Depois da decomposição trás nutrientes a árvore ( tido auto da sustentabilidade)
O fruto da árvore gigante é responsável pela sustentabilidade da cadeia do eco sistema. E o ecossistema é descrito em teias de desvolvimento da vida. A teia ambientais são ponto crucial do mundo.
A degradação é simplicidade abandonado do intelecto humano.
O impacto da casa de madeira seus utensílios são pontos responsável pelo aquecimento global seus efeitos, ( curto e a longo prazos sofremos essa devastação pela futilidade humana.)
Homem e a Tecnologia dão partido do destino da árvore no profundo do ser alienado o homem é simplicidade a árvore sendo cortada... para ser carvão no churrasco do final de semana.
A fogueira do final de semana e as flores da cidade.
As luzes artificiais fazem mau a natureza mas na narrativa humanas a luz caminha no lado do conhecimento.
A luz calida abandona alma na escuridão.
Os pássaros não distingue dia da noite as plantas também... As consequências que natureza devastada pelo homem em busca de luz para conforto humano...
Pensais o humano e seu humanismo....
O mundo não gira em torno do ser humano...
Temos ser sensatos e termos amor ao planeta, pois humanidade passa e o planeta vai continuar mas sem seus algozes de destruição.
O PASSE À LUZ DE ALLAN KARDEC.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Natureza, Fundamentos, Limites e Equívocos Sobre Uma das Práticas Mais Conhecidas do Espiritismo.
Entre os diversos temas que cercam o movimento espírita, poucos despertam tantas dúvidas quanto o passe. Ao longo dos anos, surgiram métodos, nomenclaturas, gesticulações, técnicas e interpretações variadas que, muitas vezes, acabaram por obscurecer aquilo que realmente foi ensinado por Allan Kardec. Para compreender o passe com fidelidade doutrinária, é necessário retornar às obras fundamentais da Codificação Espírita e examinar cuidadosamente o que o Codificador efetivamente escreveu sobre a transmissão dos fluidos, o magnetismo e a ação curadora.
Antes de tudo, convém observar que a palavra "passe", tal como é utilizada atualmente nas casas espíritas, não aparece sistematicamente na Codificação. Contudo, os princípios que sustentam essa prática encontram-se amplamente desenvolvidos nas obras de Kardec por meio dos estudos sobre magnetismo, fluidos espirituais, mediunidade curadora e ação dos Espíritos sobre os encarnados.
O passe, na sua essência, pode ser definido como uma transmissão fluídica. Trata-se da ação pela qual determinados fluidos são dirigidos de um ser para outro que também deve contribuir positivamente e com objetivos de auxílio, equilíbrio, fortalecimento ou alívio. Não constitui milagre, magia, ritual religioso ou concessão sobrenatural. É, segundo Kardec, um fenômeno natural submetido a leis igualmente naturais, ainda que ainda desconhecidas pela ciência de sua época.
Em A Gênese, ao estudar os fluidos espirituais, Kardec ensina que a ação magnética pode ocorrer de três maneiras distintas.
A primeira ocorre pela atuação exclusiva do fluido do magnetizador. Nesse caso, a pessoa transmite seus próprios recursos fluídicos ao beneficiário.
A segunda ocorre pela ação direta dos Espíritos, independentemente da participação fluídica significativa de um encarnado.
A terceira, e mais importante para a compreensão do passe espírita, resulta da combinação entre o fluido humano e o fluido espiritual. Kardec denominou essa modalidade de magnetismo misto ou humano-espiritual. É justamente nessa categoria que se enquadra a prática do passe nas instituições espíritas.
O passista, portanto, não é um curador milagroso nem um indivíduo dotado de poderes excepcionais. Sua função assemelha-se muito mais à de um colaborador, um intermediário, um cooperador dos Bons Espíritos. Ele oferece seus recursos fluídicos e sua disposição moral para que a assistência espiritual possa agir com maior eficiência.
Essa compreensão elimina uma das maiores distorções existentes em torno do passe: a crença de que o poder estaria na pessoa que o aplica.
Kardec foi categórico ao afirmar que os fluidos não são independentes das condições morais daquele que os emite. Os pensamentos, sentimentos, intenções e tendências íntimas modificam profundamente a qualidade das emanações fluídicas. Assim, o orgulho, o egoísmo, a vaidade, a agressividade ou a malícia podem impregnar negativamente os fluidos humanos, enquanto a benevolência, a humildade, a caridade e a sinceridade contribuem para sua elevação.
Na Revista Espírita de setembro de 1865, Kardec destaca que os fluidos transmitidos pelos indivíduos sofrem influência direta do estado moral de quem os exterioriza. Já na edição de novembro de 1866, enfatiza que a depuração íntima constitui uma das condições fundamentais para os que desejam trabalhar na assistência fluídica.
Essa observação possui enorme importância doutrinária.
Significa que o verdadeiro preparo para o passe não consiste apenas em estudar técnicas. O essencial é o esforço permanente de renovação moral. Quanto mais elevado o sentimento, mais harmoniosa tende a ser a natureza dos fluidos colocados em circulação.
Não é sem motivo que os Espíritos superiores ensinam repetidamente que a autoridade moral vale mais que qualquer recurso exterior. sob a ótica kardeciana. Pequenos comportamentos, quando não esclarecidos, podem acabar sendo interpretados como requisitos espirituais, técnicas especiais ou procedimentos indispensáveis, gerando tradições que, com o passar do tempo, se cristalizam sem qualquer fundamento doutrinário.
Como exemplo citamos, a atitude da respeitável senhora de retirar as chinelas antes de aplicar o passe pode ser perfeitamente natural e humana. Talvez seus pés estejam inchados, doloridos, sensíveis ao calor ou ao tempo prolongado em pé. Talvez ela simplesmente encontre maior conforto físico dessa forma. Nada há de errado nisso.
Entretanto, o problema surge quando observadores menos experientes, especialmente os recém-chegados à Casa Espírita, passam a atribuir significado espiritual ao gesto.
Alguém pode concluir silenciosamente:
— "Ela tira os calçados para descarregar energias."
Outro poderá pensar:
— "Os fluidos passam melhor pelos pés descalços."
Um terceiro poderá imaginar:
— "Esse é um procedimento utilizado pelos trabalhadores mais experientes."
E assim, sem má-fé de ninguém, nasce uma crença.
Mais tarde, essa crença pode transformar-se em costume.
Depois, o costume pode adquirir aparência de regra.
Por fim, a regra acaba sendo vista como princípio doutrinário.
Foi exatamente contra esse mecanismo que Allan Kardec tantas vezes advertiu. Em suas obras, encontramos constante preocupação em distinguir os princípios fundamentais do Espiritismo das práticas particulares adotadas por pessoas ou instituições.
A função da direção doutrinária de uma Casa Espírita não é vigiar gestos inocentes nem constranger trabalhadores idosos ou enfermos. Pelo contrário, deve acolhê-los com carinho e respeito. Mas cabe-lhe exercer permanente vigilância educativa para impedir que hábitos pessoais sejam confundidos com ensinamentos espíritas.
Uma orientação discreta poderia ser suficiente.
Sem expor a senhora.
Sem criar constrangimento.
Sem transformar algo simples em problema.
Em estudos, reuniões de trabalhadores ou esclarecimentos aos frequentadores, pode-se explicar que:
O passe não depende de roupas especiais, posição do corpo, pés descalços, movimentos específicos das mãos ou qualquer ritual exterior. Eventuais atitudes individuais decorrem de necessidades pessoais, conforto físico ou hábitos particulares, não constituindo normas da Doutrina Espírita.
Essa postura preserva simultaneamente dois valores importantes:
A caridade para com a trabalhadora, respeitando sua idade e suas limitações físicas.
A pureza doutrinária, evitando que observações equivocadas gerem superstições futuras.
A história do movimento espírita demonstra que muitos dos chamados "mistérios" nasceram justamente de interpretações apressadas de atos que, originalmente, eram apenas circunstâncias pessoais. Um lenço usado por alguém, uma cadeira específica, uma prece repetida, um gesto das mãos, um copo d'água colocado em determinado local, tudo isso pode adquirir, na imaginação humana, uma importância que jamais possuiu em sua origem.
O método kardeciano recomenda sempre perguntar:
"Isto é uma necessidade humana ou um princípio doutrinário?"
Se for necessidade humana, merece respeito.
Se for princípio doutrinário, deve encontrar apoio nas obras fundamentais.
Essa distinção simples protege a Casa Espírita da ritualização e conserva a simplicidade que caracterizou o Espiritismo desde os seus primórdios.
Como ensina Kardec, o valor do passe não está nos pés calçados ou descalços, nas mãos abertas ou fechadas, nos movimentos lentos ou rápidos. O essencial encontra-se na vontade de servir, na qualidade dos fluidos transmitidos e na assistência dos Bons Espíritos.
Todo o resto pertence ao campo das circunstâncias humanas, que merecem compreensão, mas não veneração.
Sob essa ótica, o passe não é uma demonstração de poder, mas um exercício, de serviço.
Não é um privilégio.
Não é um título.
Não é uma posição hierárquica.
É uma oportunidade de auxílio fraterno.
Outro aspecto frequentemente mal compreendido diz respeito às técnicas de aplicação.
Atualmente encontram-se diversas classificações: passe longitudinal, transversal, dispersivo, concentrador, cruzado, de sustentação, de limpeza, entre outras denominações.
Contudo, quando examinamos rigorosamente a Codificação, verificamos que Allan Kardec jamais estabeleceu qualquer dessas técnicas como norma doutrinária.
Em nenhum ponto de O Livro dos Médiuns, A Gênese, Obras Póstumas ou da Revista Espírita encontramos prescrições determinando que determinados movimentos das mãos produzam necessariamente efeitos específicos.
A razão é simples.
Para Kardec, os fluidos são dirigidos primordialmente pelo pensamento e pela vontade.
O movimento físico constitui elemento secundário.
Em A Gênese, Kardec explica que os Espíritos manipulam os fluidos por meio do pensamento, da mesma forma que os homens manipulam objetos materiais pelas mãos. O pensamento funciona como força orientadora, modeladora e direcionadora da substância fluídica.
Consequentemente, não existe fundamento doutrinário para afirmar que determinado gesto seja indispensável à eficácia do passe.
Se um movimento auxiliar favorece a concentração do passista, pode ser utilizado como recurso pessoal. Entretanto, não pode ser elevado à condição de princípio doutrinário obrigatório.
O mesmo raciocínio aplica-se ao chamado passe transversal, longitudinal ou qualquer outra classificação surgida posteriormente.
Tais sistemas pertencem principalmente ao campo experimental do magnetismo e das práticas desenvolvidas após a Codificação.
Podem constituir hipóteses de trabalho.
Podem representar experiências particulares.
Podem até apresentar resultados observados por determinados grupos.
Mas não integram o corpo doutrinário codificado por Kardec.
O critério kardeciano permanece sempre o mesmo:
Está nas obras fundamentais ou trata-se de elaboração posterior?
Se for elaboração posterior, merece respeito como experiência humana, mas não deve ser confundida com princípio espírita universal.
Questão semelhante surge em relação ao chamado passe de assopro.
Historicamente, o uso do sopro remonta às práticas magnetistas do século XIX. Muitos magnetizadores acreditavam que a insuflação poderia concentrar, estimular ou dispersar fluidos.
Kardec conhecia essas experiências e não negava a possibilidade de ação magnética através do sopro. Todavia, jamais transformou essa prática em requisito do Espiritismo.
O que realmente importa, segundo a visão kardeciana, não é o instrumento utilizado, mas a qualidade da ação fluídica produzida.
Pode haver transmissão pelo olhar.
Pode haver transmissão pela palavra.
Pode haver transmissão pela imposição das mãos.
Pode haver transmissão pelo pensamento.
Pode haver transmissão pelo sopro.
Nenhum desses meios possui virtude própria.
Todos são apenas veículos.
O elemento essencial permanece sendo a vontade dirigida ao bem, a qualidade dos fluidos emitidos e a assistência dos Bons Espíritos.
Quando um gesto exterior passa a ser considerado indispensável ou dotado de eficácia própria, corre-se o risco de transformar um fenômeno natural em ritual.
E foi justamente contra a ritualização que Kardec tantas vezes advertiu.
O Espiritismo nasceu para libertar o pensamento das superstições, não para criar novas.
Por essa razão, o passe espírita autêntico deve ser simples.
Sem fórmulas sacramentais.
Sem palavras mágicas.
Sem objetos especiais.
Sem gestos obrigatórios.
Sem teatralizações.
Sem personalismos.
Sem comercialização.
A força do passe não reside nas aparências.
Reside na ação dos fluidos sob a direção da inteligência e da vontade.
Reside na sintonia com os Bons Espíritos.
Reside na sinceridade do sentimento.
Reside no esforço moral de quem serve.
Sobretudo, reside na submissão às leis divinas que governam as relações entre Espírito, perispírito e matéria.
Assim, a posição de Allan Kardec sobre o passe pode ser resumida em alguns princípios fundamentais:
O passe possui fundamento legítimo dentro da Doutrina Espírita.
Trata-se de uma transmissão fluídica natural.
Pode ocorrer pela ação humana, espiritual ou pela combinação de ambas.
A qualidade moral do agente influencia a natureza dos fluidos transmitidos.
O pensamento e a vontade são fatores essenciais.
Não existem técnicas obrigatórias estabelecidas pela Codificação.
Gestos e movimentos são secundários.
Não há poderes miraculosos no passista.
O auxílio dos Bons Espíritos desempenha papel decisivo.
Toda ritualização deve ser evitada.
À luz de Kardec, portanto, o passe não é uma cerimônia. É um ato de fraternidade.
Não é um privilégio reservado a alguns. É uma forma de cooperação no bem.
Não é uma prática mágica. É uma aplicação das leis naturais que regem o intercâmbio fluídico entre os seres.
Quanto mais simples, sincero e moralmente elevado for o trabalhador, mais próximo estará do espírito da Codificação.
Porque, em última análise, o verdadeiro passe não nasce das mãos.
Nasce da alma.
Fontes:
A Gênese.
O Livro dos Médiuns.
Obras Póstumas.
Revista Espírita.
Estudos históricos sobre magnetismo e transmissão fluídica no século XIX.
Análises doutrinárias de instituições kardecianas sobre a distinção entre Codificação Espírita e práticas posteriores.
Segredos da Natureza
Bolhas viajam por rios de areia...
As mesmas areias que carregam rochas,
aquelas que parecem caminhar solitárias.
Longe dali, pedras flutuam em nuvens,
erguidas pelo vento que esculpe o céu.
Até nas imagens de Marte,
onde a pareidolia desenha rostos alienígenas,
a matéria se move.
Rochas andam, vivas,
como as árvores ancestrais da Amazônia.
São os segredos da natureza.
Os mesmos que ecoam no mar profundo,
onde, na escuridão do abismo,
encontramos o sentido da vida —
e o reflexo das profundezas da nossa alma.
À margem de tudo, redemoinhos de fogo se erguem.
Parecem criaturas famintas, distintas, ferozes.
O que serão elas?
Não sabemos,
pois a vida é feita de surpresas.
"A cota de responsabilidade da mulher na natureza do aborto delituoso, é bem maior que a do homem.
Pois nos anáis do céu ela jurou solenemente honrar
com nobreza o 'dar a luz'!"
☆Haredita Angel
☆Haredita Angel
A natureza é implacável: todo organismo que vive apenas do outro desaparece quando o outro desaparece. A educação, porém, consegue produzir uma tragédia ainda maior: adultos biologicamente vivos e existencialmente órfãos. Pais que poupam os filhos da disciplina, da renúncia, da frustração e das consequências não lhes roubam apenas o sofrimento; roubam-lhes o nascimento. Entregam ao mundo corpos adultos habitados por consciências infantis, pessoas que mendigam o que deveriam construir, exigem o que nunca conquistaram e culpam o mundo pela coragem que lhes foi confiscada dentro de casa. O excesso de proteção não é uma prova de amor; é a forma mais silenciosa de incapacitar um ser humano.
Vamos repensar?
Pascal — “O homem é apenas um caniço, o mais fraco da natureza; mas é um caniço pensante.”
“O homem não é grandioso apenas porque pensa; é grandioso quando usa o pensamento para superar seus próprios limites. Uma mente brilhante sem consciência pode criar progresso externo e destruição interna.”
Carlos Eduardo Balcarse
Sintonizar boas vibrações:
respire fundo,
aproveite a luz natural,
observe a natureza,
ouça música relaxante.
Conecte-se com o Eu Interior!
#bysissym
A natureza é nossa casa, não nosso brinquedo...
Pois ninguém nasceu para ser ferido:
nem o homem,
nem o animal,
nem a própria vida.
"Qual o sentido de dizer a um pombo que o alpiste é de graça na natureza se ele prefere mendigar na praça?"
Aprende-se também geografia, pela observação da natureza. Ao observar os rios, os mares, planaltos, planícies e montanhas. Já a matemática, ao adicionar os quilômetros percorridos, através de muitas viagens.
Rocha Metamórfica
Prova que a Natureza
se transforma e se renova.
O calor do manto da Terra
traz o carbono puro, por pressão.
Faz surgir o mineral
mais duro do planeta ,o Diamante.
Que dádiva, essa força interessante!
A natureza nos faz bode.
O Sangue nos faz cordeiro.
A obediência nos faz ovelha.
Em qual fase você estacionou?
