Sou So um Palhaco
Quem desacelera descobre o caminho.
A pressa cega. Só quem anda devagar percebe as flores, os cheiros, os sons que a vida oferece.
Desacelerar é recuperar o sentido da jornada. O caminho deixa de ser peso e volta a ser paisagem.
Ela me chamou de idiota.
E eu ri.
Porque não foi ofensa.
Foi daquele jeito que só quem gosta fala.
Idiota leve.
Idiota que não pesa o clima.
Eu sou esse cara.
O que faz graça sem maldade,
o que quebra o gelo quando tudo fica sério demais,
o que entra no jogo só pra fugir um pouco do mundo.
E ela riu comigo.
Isso ficou.
Se eu erro, ela ri.
Se ela ri, eu fico bem.
É simples assim.
Ser idiota assim não dói.
É cuidado disfarçado de brincadeira.
É amizade que acolhe.
Então se eu sou idiota,
que seja desse jeito —
o tipo que arranca risada
e guarda carinho no meio da zoeira.
O agora é sempre o maior presente.
O ontem já foi, o amanhã ainda não chegou. Só o agora está nas mãos.
Quem aprende a viver o presente descobre que todos os dias são dádivas.
Calma, é só o tempo passando. Devagar,sereno. Tudo que nele está acontecerá, independentemente da nossa vontade, coisas do tempo.
O tempo,por vezes é dócil e suave, por outras,voraz e cruel. Escolho a primeira versão temporal.
Não sinta medo, remorso ou raiva!
Isso só te trará energias ruins e pesadelos à noite.
Encontre Deus em seu interior e nunca mais terá falta de paz.
O amor transbordará em você por toda a vida.
Às vezes é preciso analisar e entender que não somos os melhores, mas estamos com os melhores. Só assim entenderemos o que é ser uma equipe.
O AMOR QUE SE DESFAZ
Amor é desconexo e abstrato.
Hoje, só me resta o vazio
e a velha certeza:
esse sentimento invisível
fere a alma
e sangra o peito,
facada a facada,
quando retorna ao nada.
Ecoam promessas murchas
na boca de quem diz “eu te amo”:
veneno suave, imperceptível.
O amor é farsa disfarçada de bondade,
cheia de uma maldade silenciosa
que corrói a alma ingênua
de quem acredita no impossível.
É o inverso do afeto,
o golpe que transforma âmago em amargo,
o gelo que incendeia por dentro
na desmoralização lenta do sentir.
Esse maldito não existe —
mas devasta.
E quando parte,
desfaz-se ao vento
como teia frágil de ilusão.
A quem acredita no vago,
resta a navalha da dor,
o desespero que rói os ossos,
o abismo que engole cada palavra doce
em nome de um amor-ferida,
que sangra abstração.
É armadilha cruel,
voto que se desfaz sem nascer.
Não acredito no amor —
pois nada sobra
quando o desejo evapora
e revela a realidade nua.
O inexistente amor,
complexo e rasgante,
é o que mais dilacera a alma,
transformando sonhos em desilusão.
É mentira que se sustenta entre nós
até que morram a lealdade e a confiança.
Primeiro sentido,
depois abstrato,
depois veneno.
“O problema nunca fui eu. Como eu não pude perceber isso? Eu só pedia a sua ajuda… eu precisava de você, mesmo estando longe.”
Há uma solidão que só conhece quem vive entre dois mundos, pertencendo a tudo e não se sentindo dono de nada.
Ao meu lado só quem acrescenta, os vampiros astrais a gente bloqueia, exclui e elimina. Frequência não se mistura
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